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segunda-feira, 26 de maio de 2014

BATENDO BAFO - ALEMANHA OCIDENTAL 1974





















Beckenbauer (que não precisa de apresentações), Maier, Müller, Breitner, Schwarzenbeck e Hoeness fizeram do Bayern de Munique de meados da década de 70 um dos maiores esquadrões que o mundo já viu. Vogts, Wimmer e Netzer formam o trio lendário da história do Borussia Mönchengladbach  e estão eternizados em um monumento na cidade. A alegria que Hölzenbein (que não está no álbum) e Grabowski deram aos torcedores do Eintracht Frankfurt pode ser medida pelo fato de que eles são, respectivamente, o primeiro e o terceiro maiores artilheiros do clube em todos os tempos. Overath, que disputou três edições da Copa do Mundo e nunca ficou abaixo da terceira colocação, é ídolo eterno do Colônia. Amigos, o encantamento que a inesquecível Holanda de Cruyff promoveu no Mundial de 1974 é mais do que compreensível, mas dizer que a vitória desta magnífica Alemanha na decisão foi uma zebra é um dos maiores enganos que se pode cometer.

terça-feira, 15 de abril de 2014

BATENDO BAFO - CORINTHIANS 1990

No início da década de 1990, o Corinthians não contava em sua biografia com sequer um título nacional de grande porte. Nem Taça Brasil, nem Torneio Roberto Gomes Pedrosa, nem Campeonato Brasileiro e nem a recém-criada Copa do Brasil. Mas o primeiro ano da década foi o ano da mudança. Liderado pelo goleiro roqueiro Ronaldo e pelo craque Neto, que se tornaria um dos maiores ídolos da história do clube apesar de ter passado por todos os grandes rivais estaduais corintianos, o Timão bateu o São Paulo nos dois jogos decisivos (ambos por um a zero, o primeiro com gol de Wilson Mano e, o segundo, de Tupãzinho) e colocou o primeiro caneco nacional em sua sala de troféus.




segunda-feira, 17 de março de 2014

BATENDO BAFO - BRASIL 2002

Álbum de Copa do Mundo sem ausências não é álbum de Copa do Mundo. Em 2002, ano em que, comandado por Felipão, o Brasil levou o Penta com o acachapante retrospecto de sete jogos e sete vitórias, algumas figurinhas fizeram falta. E não figurinhas quaisquer, mas protagonistas como o goleiro Marcos e o meia Ronaldinho Gaúcho, ambos essenciais na conquista canarinho. Além deles, Edmílson, Gilberto Silva e Kléberson, que também terminaram o Mundial no onze titular, não estão presentes entre os cromos. Não ficaram de fora os laterais multicampeões Cafu e Roberto Carlos e os geniais Rivaldo e Ronaldo, dupla que divide as opiniões sobre quem foi o melhor nome daquela Copa, apesar de o prêmio ter ido parar na prateleira do goleiro alemão Kahn.





sábado, 22 de fevereiro de 2014

BATENDO BAFO - INGLATERRA 1990

Mesmo se levarmos em consideração que a Inglaterra, por vontade própria, não disputou as três edições da Copa do Mundo da década de 30, período em que certamente iria competir em pé de igualdade com as grandes potências da época, como Uruguai, Argentina, Áustria e Itália, é assustador o retrospecto dos ingleses de apenas dois top-4 na história dos Mundiais. Fora o título conquistado em casa, em 1966, os “Pais do Futebol” terminaram entre os quatro melhores classificados de uma Copa do Mundo apenas em 1990, quando foram comandados pelo instigante Paul Gascoine e pelo goleador Gary Lineker, que acabaria por terminar o torneio como artilheiro, com seis gols marcados. A campanha inglesa contou com dois empates – Irlanda (1 a 1) e Holanda (0 a 0) e uma vitória sobre o Egito (1 a 0) na fase de grupos, além de triunfos na prorrogação sobre Bélgica (1 a 0) e Camarões (3 a 2), nas oitavas e quartas de final, respectivamente. Os ingleses foram eliminados nos pênaltis para a Alemanha após empate em um gol e acabariam na quarta colocação após derrota por 2 a 1 para os italianos.




terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

BATENDO BAFO - ATLÉTICO MINEIRO 1987

Um dos maiores times da história do Atlético Mineiro acabou vítima da própria excelência. Na Copa União de 1987, o Galo tinha uma verdadeira Seleção Alvinegra, com o goleiro João Leite, que defendeu o clube por mais de uma década, o zagueiro Luizinho, titular absoluto da inesquecível Seleção Brasileira de 1982, o habilidoso meia Renato e o impetuoso e arisco ponta Sérgio Araújo. E para completar, o comandante deste esquadrão era o técnico Telê Santana.

O regulamento do torneio previa dois grupos de oito clubes. Na primeira fase, os clubes de um grupo enfrentariam os do outro, enquanto na segunda fase, os confrontos seriam entre clubes do mesmo grupo. Os dois primeiros colocados de cada grupo ao final de cada fase se classificariam para a semifinal do torneio. O Atlético Mineiro foi tão excepcional, que, sem perder sequer uma partida (10 vitórias e 5 empates), acabou as duas fases na liderança de seu grupo. Como neste caso o regulamento indicava a classificação do segundo colocado do grupo, o Flamengo acabou avançando à semifinal para enfrentar o... Atlético Mineiro.

E assim, diante de um Flamengo que se classificara na vaga aberta pela grandiosa campanha alvinegra, o Atlético Mineiro acabaria eliminado da Copa União de 1987 após uma derrota por 1 a 0, no Maracanã, e outra por 3 a 2, no Mineirão.






segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

BATENDO BAFO - DINAMARCA 1986

No futebol, existem alguns exemplos de ascensões meteóricas que acabam por se tornar quedas avassaladoras. Poucos são tão chocantes quanto o da Dinamarca na Copa do Mundo de 1986, que contava com preciosos jogadores como o capitão Morten Olsen, o jovem craque Michael Laudrup, então aos 22 anos, e o atacante Elkjaer-Larsen, que chegava com a bagagem de ter sido segundo colocado em 1985 e terceiro em 1984 na disputa pelo prêmio Bola de Ouro, entregue pela tradicional revista France Football ao melhor jogador europeu do ano. Na fase de grupos do Mundial, a Dinamarca atropelou seus adversários e ganhou o histórico apelido de Dinamáquina. A vitória de 1 a 0 sobre a Escócia, a goleada exuberante de 6 a 1 no Uruguai e o maiúsculo triunfo por 2 a 0 diante da Alemanha fizeram os vermelhos da Escandinávia terminarem a primeira fase com 100% de aproveitamento, façanha que só o Brasil de Júnior, Sócrates e Careca também conseguiu. Nas oitavas de final, porém, viria a queda. E que queda! Diante de um impossível Emílio Butragueño, autor de quatro gols, a Dinamáquina emperrou e foi eliminada do Mundial pela Espanha com uma sonora goleada por 5 a 1. 




quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

BATENDO BAFO - ROMÊNIA 1990



 


A chamada Era de Ouro da Seleção Romena se deu nos anos 90, quando, liderada pelo cracaço Gheorghe Hagi, ela participou de todas as três edições da Copa do Mundo desta década. Não só participou como sempre conseguiu avançar até a fase mata-mata. No “BATENDO BAFO” de hoje, os amigos podem ver as figurinhas da Romênia no Mundial de 1990, que marcou o início desta fase áurea.

Como não poderia deixar de ser, os grandes protagonistas da equipe – Hagi, Lacatus, Balint, Iovan, Lung – jogavam pelo Steaua Bucareste, equipe que na segunda metade dos anos 80 se colocou como uma das mais poderosas do Velho Continente, tendo um retrospecto glorioso na Taça dos Campeões da Europa: Campeão em 1986, Semifinalista em 1988 e Vice em 1989. Nos torneios nacionais, o Steaua venceu cinco vezes o Campeonato Romeno e três vezes a Copa da Romênia entre 1984 e 1989.


Na Copa do Mundo de 1990, a Romênia caiu naquele que se mostrou um grupo dificílimo, com o surpreendente Camarões de Roger Milla, a Argentina de Maradona, então detentora do título Mundial, e a sempre forte União Soviética. Com uma vitória sobre os soviéticos, uma derrota diante dos camaroneses e um empate com os argentinos, os romenos avançaram para as oitavas de final, quando acabaram eliminados pela Irlanda na disputa por pênaltis.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

BATENDO BAFO - CROÁCIA - COPA DO MUNDO DE 1998

















Filiada a FIFA somente em meados de 1992, após sua independência em relação à Iugoslávia, a Croácia teve um início avassalador no Planeta Bola. Em sua primeira oportunidade de disputar as eliminatórias para a Euro, se classificou e foi até a fase quartas de final do torneio em 1996. Do continental para o mundial, o sucesso também foi relâmpago. Os croatas se garantiram na Copa do Mundo da França com uma vitória na repescagem diante da Ucrânia e, na Copa de 1998, foram ainda mais longe. O momento ápice da campanha foi a maiúscula vitória por 3 a 0 sobre a Alemanha – algoz na Euro de 1996 – nas quartas de final. Na semifinal, perdeu para a França numa virada histórica e acabou na 3ª colocação após bater a Holanda. Que estreia em Mundiais! O grande craque croata na Copa foi Davor Suker, que terminou a competição como artilheiro (6 gols). No “Batendo Bafo” de hoje, podemos ver não apenas o goleador Suker, mas também outros históricos jogadores croatas como Boban, Prosinecki e Jarni – todos também Campeões Mundiais Sub-20 em 1987, só que pela Seleção da Iuguslávia. Quem também está presente em figurinha é o atacante Alen Boksic, que, no entanto, por lesão, não disputou o Mundial na França.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

BATENDO BAFO - HAITI -COPA DO MUNDO DE 1974














Um gol encontra muitos caminhos para ganhar a eternidade. Um gol pode valer um título, pode ser uma obra de arte, pode iniciar a história de um craque ou fechá-la com chave de ouro, pode ser redondo – gol cem, gol quinhentos, gol mil! E pode também encerrar uma marca. Nesta classe, um dos tentos mais recordados de todos os tempos foi assinado pelo haitiano Emmanuel Sanon, na Copa do Mundo de 1974, até hoje a única disputada pelo seu país. Logo na estreia, o Haiti teria uma parada duríssima: a Itália, então Vice-Campeã Mundial. Se muitos se surpreenderam ao final do primeiro tempo com o empate em zero a zero, estes e outros mais caíram das poltronas e cadeiras no comecinho da etapa final, quando “Manno” Sanon recebeu a redonda, arrancou tal qual uma pantera, driblou Dino Zoff e abriu placar. A surpresa não se dava somente por um estreante em mundiais estar batendo a Itália, mas, principalmente, porque o gol de Sanon colocava fim à sequência de 1.142 minutos sem ser vazado do grande arqueiro italiano Zoff. A Itália chegaria a virada (3 a 1), e o Haiti perderia seus dois jogos seguintes para duas outras pedreiras: Polônia (7 a 0) e Argentina (4 a 1, com mais um gol de Sanon). O lugarzinho na história dos mundiais, porém, já estava garantido para Sanon e seus companheiros. No “Batendo Bafo” de hoje, podemos ver a única página que o álbum oficial da Copa do Mundo de 1974 dedicou ao Haiti de “Manno” Sanon.  

sexta-feira, 14 de junho de 2013

BATENDO BAFO - FLAMENGO CAMPEÃO BRASILEIRO DE 1987

Poucos são os times na história do nosso futebol que conseguiram mesclar experiência e juventude com tanta perfeição como o Flamengo Campeão Brasileiro de 1987. Entre os jovens com no máximo 23 anos, o Rubro-Negro contava com Jorginho, Aldair, Leonardo, Zinho e Bebeto. Os amigos viram alguma semelhança entre os cinco citados? Pois é, todos foram titulares da Seleção Brasileira Tetra Mundial de 1994 – Leonardo até ser expulso contra os EUA. Na turma dos mais velhinhos, Leandro, Andrade, Nunes e Zico traziam a experiência do esquadrão do início da década de 80, aquele que conquistou o Brasil três vezes, a América e o mundo. A estes craques consagrados e diamantes em processo de lapidação, soma-se ainda Renato Gaúcho, que terminaria o Brasileiro com a Bola de Ouro da Revista Placar, prêmio dado ao melhor jogador do torneio. Uma verdadeira Seleção em vermelho e preto!





terça-feira, 21 de maio de 2013

BATENDO BAFO - BRASIL - COPA DO MUNDO DE 1990












Imprensa e torcedores foram – e ainda são – quase unânimes ao decretar a Seleção Brasileira que disputou a Copa do Mundo de 1990 como a grande antítese do futebol brasileiro. No entanto, opções táticas, crise com patrocinador e derrota para a Argentina à parte, é inegável que grandes craques da nossa história fizeram parte desta equipe. De Taffarel, goleiro para todos os momentos, aos letais e decisivos Romário, Bebeto e Careca, passando por zagueiros do naipe de Maurão Galvão, Aldair e Ricardo Gomes. E mais: todos os 11 titulares da fase final da Copa América de 1989, quando o Brasil pôs fim à fila de 40 anos sem conquistar o caneco continental, estão presentes nos cromos. Como curiosidade, todos os 17 jogadores  representados nestes cromos realmente foram à Copa do Mundo de 1990, uma raridade em se tratando de álbuns de figurinhas, que constantemente apresentam “intrusos”.










segunda-feira, 15 de abril de 2013

BATENDO BAFO - BRAGANTINO 1991

Tradicional clube paulista, o Bragantino viveu os mais brilhantes capítulos de sua história no início dos anos 90, quando sagrou-se Vice-Campeão Brasileiro de 1991. Surpresa? Sim, se levarmos em conta que o Alvinegro de Bragança Paulista era apenas a segunda agremiação a disputar uma final de Brasileirão (a primeira foi o Guarani), e não, se lembrarmos que o Bragantino havia levantado o caneco do Campeonato Paulista de 1990 e contava com dois futuros Campeões  do Mundo de 1994 com a Seleção Brasileira: no banco o técnico Carlos Alberto Parreira e, no meio-campo, o valente volante Mauro Silva, grande destaque da equipe e escolhido pela Revista Placar como o craque do torneio. Naquele que foi eleito o melhor onze do campeonato, também pela Placar, no tradicional Prêmio Bola de Prata, Mauro Silva tem a companhia do goleiro Marcelo, do lateral-direito Gil Baiano e do atacante Mazinho, todos eles presentes no álbum de figurinhas destacado pela seção “Batendo Bafo”. Os cromos ausentes que chamam a atenção são os dos atacantes Sílvio (goleador do Bragantino na competição) e Franklin (autor do gol – que seria o da classificação após o empate no jogo de volta – contra o Fluminense, em pleno Maracanã, aos 43 minutos do 2º tempo), além do volante Pintado. 







quinta-feira, 28 de março de 2013

BATENDO BAFO - BULGÁRIA 1994

Durante os anos 60 e 70, a Bulgária marcou presença constante na Copa do Mundo, com quatro participações seguidas entre 1962 e 1974. Estas, porém, não a proporcionaram sequer uma vitória. Em 1986, nova aparição em um Mundial e nada de vencer. Assim, quando a Bulgária levou sonoros 3 a 0 na estreia da Copa do Mundo de 1994, os conhecedores do passado logo se lembraram do assustador histórico que chegava a 11 derrotas e 6 empates em 17 jogos. Porém, desta vez seria diferente. Nomes como o genial Stoichkov, o carequinha Letchkov, o ótimo Balakov e o decisivo Kostadinov, autor dos dois gol da vitória sobre a França, em Paris, que garantiram a classificação para o Mundial, fariam a Bulgária entrar na história das Copas pela porta da frente. Não só viria a primeira vitória – 4 a 0 sobre a Grécia – como os históricos triunfos sobre Argentina, México (nos pênaltis) e Alemanha, que levaram os búlgaros ao inesquecível – para muitos, impossível – quarto lugar nos Estados Unidos.