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terça-feira, 1 de abril de 2014

NOMES DOS ESTÁDIOS - CANINDÉ


O Canindé é a casa da Portuguesa desde o ano de 1956, quando o clube luso adquiriu o terreno que havia pertencido ao São Paulo e construiu, provisoriamente, alambrados e uma arquibanca de madeira, o que, somado à proximidade ao Rio Tietê, deu ao estádio o apelido de Ilha da Madeira. O estádio ganhou o nome de Independência e seu primeiro anel de arquibancada de concreto (que lhe conferiu capacidade para 10 mil torcedores) em 1972. Um dos maiores responsáveis por dar mais vida (e cimento) a este estádio foi o Doutor Oswaldo Teixeira Duarte – que exerceu o cargo máximo de presidente do clube entre 1970 e 1980 e é considerado um dos mais importantes dirigentes da história rubro-verde. Por isso, em 1984, quando o Canindé já contava com uma capacidade de 28.500 espectadores sentados, o Conselho Deliberativo da Portuguesa decidiu por dar ao simpático estádio o nome de Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

NOMES DOS ESTÁDIOS - MOÇA BONITA

Todos conhecem o simpático estádio do Bangu Atlético Clube como Estádio Moça Bonita, pois, quando de sua inauguração, em 1947, se localizava na região da estação ferroviária de Moça Bonita. Abre parêntese. O local era conhecido como Moça Bonita pois lá vivia uma belíssima mulher que encantava os cadetes da Escola de Realengo. Fecha parêntese. O nome oficial do estádio, porém, é uma homenagem a um dos mais importantes personagens da história do “clube proletário”: Guilherme da Silveira Filho. Dr. Silveirinha, como ficou carinhosamente conhecido, era filho de Manoel Guilherme da Silveira Filho, Ministro da Fazenda entre 1949 e 1951, três vezes Presidente do Banco do Brasil e Presidente da Companhia Progresso Industrial do Brasil, que possui uma ligação mais do que íntima com a vida banguense. Guilherme da Silveira Filho assumiu a presidência do Bangu em 1937, e lá ficou até 1949, sendo, assim, aquele que por mais tempo exerceu o cargo na história do clube. Foi durante seu comando que o clube construiu o novo estádio, após a impossibilidade de continuar mandando suas partidas no tradicionalíssimo Estádio da Rua Ferrer. O desejo do Dr. Silveirinha era que a nova casa alvirrubra fosse chamada de Estádio Proletário. Hoje, porém, seu desejo se mistura a uma homenagem e o palco possui o nome de Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho.  

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

NOMES DOS ESTÁDIOS - ESTÁDIO DA GÁVEA


Presidente do Flamengo entre 1933 e 1938, José Bastos Padilha é considerado um dos maiores responsáveis pelo crescimento da popularidade do clube, hoje autointitulado “O Mais Querido do Brasil”. Aquela que talvez tenha sido a principal medida neste sentido foi contratar o “Maravilha Negra” Fausto, o “Diamante Negro” Leônidas da Silva e o “Divino Mestre” Domingos da Guia, que além de craques do mais elevado quilate eram os jogadores negros mais famosos do país numa época em que o futebol se tornava mais popular dia após dia. Padilha também foi um dos mais atuantes na construção da sede da Gávea, que, entre muitas instalações, conta com um estádio de futebol, o popularmente chamado Estádio da Gávea. Inaugurado em 1938 palco do lendário Fla-Flu da Lagoa, em 1941, o estádio tem como nome oficial Estádio José Bastos Padilha, uma homenagem ao empresário que se tornou um dos mais marcantes Presidentes da história do Rubro-Negro.  

terça-feira, 24 de setembro de 2013

NOMES DOS ESTÁDIOS - FONTE NOVA

Antes era Estádio Fonte Nova. Hoje, Arena Fonte Nova, como se a palavra “arena” fosse sinônimo de modernidade. Contudo, tanto no Estádio, inaugurado em 1951, como na Arena, nascida em abril deste 2013, o nome do político e membro da Academia Brasileira de Letras Octávio Mangabeira (1886-1960) encontra-se estampado como forma de homenagem. Entre 1908, quando foi eleito Vereador de Salvador, e 1960, ano em que faleceu durante o mandato como Senador, Octávio Mangabeira viveu uma intensa vida política na qual exerceu também as funções de Deputado Federal, Ministro do Exterior e Governador da Bahia, além de, por ser um forte opositor de Getúlio Vargas, acabar exilado em duas oportunidades. A esta vida política soma-se uma longa história como engenheiro civil, jornalista, professor, orador e ensaísta. E por causa de tudo isto, um dos principais palcos do futebol brasileiro chama-se Complexo Esportivo Cultural Octávio Mangabeira.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

NOME DOS ESTÁDIOS - DURIVAL DE BRITTO

Quando inaugurado, em 23 de janeiro de 1947, o Estádio Durival Britto e Silva – que o tempo e a vivacidade da língua acabaram por transformar em Durival de Britto – se colocava como o terceiro maior do país, atrás apenas de Pacaembu e São Januário. Uma das seis sedes da Copa do Mundo de 1950, o estádio foi construído para ser a casa do Ferroviário, então um dos maiores clubes paranaenses e que tinha estreita relação com a Rede de Viação Paraná-Santa Catarina. E esta relação está simbolizada não somente no nome do clube, mas também no do estádio, já que Durival Britto e Silva era o superintendente da Rede Ferroviária. Em 1971, o Ferroviário fundiu-se ao Britânia e o Palestra Itália para formar o Colorado, que, em 1989, se juntou ao Pinheiros para originar o Paraná, atual anfitrião do Durival de Britto. Popularmente, o estádio é conhecido como Vila Capanema. O motivo? Foi construído no antigo terreno da chácara do Marquês de Capanema.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

NOMES DOS ESTÁDIOS - HERIBERTO HÜLSE

O tricolor Criciúma ainda vestia azul e branco e se chamava Comerciário quando o Estádio Heriberto Hülse foi inaugurado, em 16 de outubro de 1955. Diferente do que muitos podem pensar, Heriberto Hülse (nascido em 30 de abril de 1902 e falecido em 11 de novembro de 1972) não foi um cartola inesquecível na história do clube Campeão da Copa do Brasil de 1991. “Então, por que cargas d’água recebeu a homenagem?” – o amigo pode perguntar. Pois bem, a homenagem se deve aos serviços prestados por Heriberto Hülse no cenário político de Santa Catarina, onde foi deputado (1935-1937), Secretário da Fazenda, Vice-Governador e Governador (1958-1961). Mas seria um equívoco dizer que Hülse não possui nenhuma ligação com o clube que lhe homenageia, afinal foi ele quem, por exemplo, doou os primeiros refletores para o estádio.  

segunda-feira, 27 de maio de 2013

NOMES DOS ESTÁDIOS - GENERAL SEVERIANO


Se ainda estivesse de pé, o Estádio General Severiano, um dos mais importantes palcos do futebol carioca durante quase meio século, comemoraria, neste ano, o centenário de sua partida inaugural: a vitória do anfitrião Botafogo sobre o Flamengo por 1 a 0, gol de Mimi Sodré, em 13 de maio de 1913, que marcou não só a inauguração do estádio como a primeira vez que estes históricos rivais se enfrentaram. Mas para fazer jus ao nome desta seção, falemos um pouco sobre General Severiano, que por ser o nome da rua onde o estádio se localizava, passou também a ser o nome deste.

Os títulos e as condecorações possuídas por João Severiano da Fonseca (1836-1897), o General Severiano, irmão do Marechal Deodoro da Fonseca, primeiro Presidente da República do Brasil, representam bem a sua importância para as áreas militar e de saúde do país. Primeiro médico general do Exército Brasileiro, Patrono do Serviço de Saúde do Exército, membro da Academia Imperial de Medicina, Comendador da Ordem da Rosa, Cavaleiro da Ordem do Cruzeiro – pela participação na Campanha da Tríplice Aliança –e possuidor da Medalha Oriental, comemorativa da Guerra do Paraguai.

Apesar de não mais existir o saudoso estádio, o “doutor militar” continua homenageado pelo Botafogo, sendo o nome da sede que abriga o elenco profissional do clube. Clube que, convenhamos, será para sempre o Alvinegro de General Severiano. 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

NOMES DOS ESTÁDIOS - FRASQUEIRÃO


O Frasqueirão, casa do ABC de Natal, ao lado do América-MG os únicos Decacampeões Estaduais do país, é um palco bem recente – foi inaugurado em 2006. O nome do estádio, entretanto, vem de um tempo já bem distante, de uma época onde a vida do casal Farache e a do ABC se misturavam, caminhavam juntas, como uma só.

Vicente Farache Netto tentara ser jogador de futebol no fim dos anos 10, mas a bola, digamos, não era sua melhor amiga. A habilidade que não tinha nos gramados, Farache tinha para o comércio e para a advocacia. Assim, foi questão de tempo até se tornar um dos mais bem sucedidos comerciantes natalinos e um reconhecido promotor público. Este status alcançado e sua paixão pelo ABC lhe transformaram não só no diretor técnico, mas num verdadeiro faz-tudo na época mais gloriosa do Alvinegro Potiguar.

Entre 1932 e 1941, quando o ABC conquistou a façanha do já citado Deca Potiguar, Farache montou o elenco com contratações e dispensas, empregou muitos jogadores em suas lojas – a de sapato e tecidos e a joalheria – bancou alimentação e material esportivo da equipe... em outras palavras, viveu para o ABC.

Diz o velho ditado que “por trás de todo grande homem, há uma grande mulher”, e, neste caso, toda paixão e entrega de Victor Farache ao Alvinegro só foi possível porque, dentro de casa, ele teve uma companheira que fazia de tudo por ele e, consequentemente, pelo ABC: a chilena Maria do Rosário Lamas Farache. Durante todo o período em que estiveram casados, de 1935 até 1949, ano de sua morte, Maria Lamas Farache se tornou uma abcdista de corpo e alma, e dedicou ao clube somente os melhores sentimentos.

O Estádio Maria Lamas Farache deve ser lido como uma belíssima homenagem a uma mulher que adotou o Alvinegro Potiguar como clube de coração. Porém, mais do que isto, deve ser lido como um agradecimento ao casal Farache, sinônimo de ABC. 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

NOMES DOS ESTÁDIOS - ILHA DO RETIRO

Um palco tradicionalíssimo do futebol brasileiro, a Ilha do Retiro viveu um de seus momentos mais importantes em 1955, ano em que o Sport Club do Recife comemorava o seu cinquentenário. Inaugurada em 4 de abril de 1937, a Ilha finalizaria, 18 anos depois, sua segunda reforma – a primeira havia sido em 1950, quando o estádio ganhou a honra de ser uma das sedes da Copa do Mundo.

Na remodelação iniciada em 1953 e que acarretou na construção de um novo lance de arquibancada, poço artesiano, campo de treinamento, bilheterias e portão olímpico, além da instalação da iluminação, um nome foi essencial por seu apoio, sobretudo econômico: Adelmar da Costa Carvalho, que se tornaria o Presidente do clube entre 1955 e 1958.

Político, empresário e industrial de enorme sucesso em Recife, com obras que se tornaram cartões postais de uma época, como a Casa do Navio, uma residência bem semelhante ao famoso transatlântico Queen Elizabeth, Adelmar Carvalho trabalhou nas mais diferentes frentes. Seus esforços para a criação da Clínica do Câncer e alguns programas para difundir a arte entre os jovens são dois exemplos relevantes.

Ao nomear a Ilha do Retiro como Estádio Adelmar da Costa Carvalho, o Sport homenageia não só um rubro-negro de coração, mas um recifense que fez história.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

NOMES DOS ESTÁDIOS - CAIO MARTINS


Muitos dos estádios brasileiros, como os amigos podem acompanhar aqui mesmo, na seção “Nomes dos Estádios”, são batizados como forma de agradecimento aos que realizaram benfeitorias aos clubes proprietários: Urbano Caldeira, Moysés Lucarelli, José Pinheiro Borda... Porém, algumas ideias – de rara felicidade, diga-se de passagem – transformam praças esportivas em homenagens a figuras que são exemplos para toda e qualquer geração. Um exemplo-símbolo é o Estádio Caio Martins, localizado na cidade de Niterói (RJ) e que desde o fim da década de 80 está sob concessão do Botafogo de Futebol e Regatas.

Fundado em 1941, o estádio foi nomeado em honra ao escoteiro Caio Vianna Martins, um verdadeiro herói nacional. Em 1938, então com 15 anos, o escoteiro Caio Martins partia de Minas Gerais com destino a São Paulo quando o trem em que se encontrava com seus companheiros chocou-se com um trem cargueiro que vinha no sentido oposto. Diante da gravidade do acidente, os escoteiros se reuniram, traçaram planos e trabalharam com todas as forças para ajudar os feridos. Quando o socorro chegou, quase cinco horas após o acidente, Caio Martins se recusou a ocupar uma das macas por acreditar que seus ferimentos eram mais leves do que o de outros, e disse a frase que entraria para a história: “Um escoteiro caminha com as próprias pernas”.

Assim, partiu a pé com seus companheiros rumo a Barbacena, onde não resistiria e viria a falecer poucas horas depois por causa da hemorragia interna causada durante o acidente. Se tornou um ícone do escotismo nacional e um justo homenageado pelo mais querido esporte do país.

sábado, 27 de outubro de 2012

NOMES DOS ESTÁDIOS - MOISÉS LUCARELLI


Algumas coincidências representam muito, e Moysés Lucarelli ter nascido em 1900, mesmo ano da fundação da Associação Atlética Ponte Preta, é uma destas. Tanto o nome Moysés quanto o sobrenome da família Lucarelli estão gravados com tinta que não apaga no livro deste que é um dos clubes mais tradicionais do futebol brasileiro. A história do estádio, que seria apelidado de “Majestoso”, tem início quando Moysés Lucarelli e mais dois amigos - Olímpio Dias Porto e José Cantúsio – compraram um terreno na Chácara Maranhão, no Bairro da Ponte Preta. Daí em diante seria uma longa jornada até a inauguração oficial, jornada esta impossível de ser percorrida sem a paixão de Moysés Lucarelli e dos pontepretanos.

Não é exagero dizer que o “Majestoso” foi construído pelos torcedores. Foi através da colaboração de associados e empresários que confiavam na palavra de Moysés, da histórica “Campanha do Tijolo”, com caminhões que passavam por Campinas para receber doações de material, e de, literalmente, muita mão na massa dos pontepretanos, que, em 12 de setembro de 1948, nasceu o então terceiro maior estádio do país, capaz de receber um público de 30 mil.

Com uma humildade que não é comum de se encontrar em grandes empresários, Moysés Lucarelli não desejava dar seu nome ao recém-fundado estádio, mas bastou uma viagem sua à Argentina para que a homenagem fosse feita. Assim, ao retornar ao Brasil, tomou conhecimento de que o estádio para o qual ele tanto se doou se chamava Moisés Lucarelli (assim mesmo, com “I” ao invés de “Y”).

quinta-feira, 5 de abril de 2012

NOMES DOS ESTÁDIOS - BEIRA-RIO


Quem acompanha Brasil afora o caos econômico que envolve as construções das arenas para a Copa do Mundo de 2014 não pode imaginar que as bases de sustentação que ergueram um dos mais importantes estádios nacionais foram amor e dedicação. Foi com um amor incondicional pelo Internacional e uma dedicação sem limites, capaz de o fazer percorrer distâncias e mais distâncias em busca de recursos, que José Pinheiro Borda presidiu, nos anos 60, a comissão de obras do estádio que nascia às margens do Rio Guaíba e, por isso, ficaria conhecido por todos como Estádio Beira-Rio. Borda, que também exerceu o cargo de presidente do Conselho Deliberativo do Internacional, era tão apaixonado pelo clube que sequer entrava no Estádio Olímpico, casa do rival Grêmio. E mais, nem o nome do Tricolor Gaúcho ele pronunciava. Quis o destino que Borda, falecido em 1965, não fosse um dos mais de cem mil presentes à inauguração do “Gigante da Beira-Rio”, uma vitória colorada por 2 x 1 sobre o Benfica de Eusébio, em 1969. Coube a Claudiomiro a honra de balançar as redes do estádio pela primeira vez. Todavia, o Internacional não deixaria o seu devoto apaixonado ser esquecido e, como homenagem, José Pinheiro Borda se tornou o nome oficial daquele que todos conhecemos como Estádio Beira-Rio.

segunda-feira, 19 de março de 2012

NOMES DOS ESTÁDIOS - VILA BELMIRO


Pense rápido: qual é a vila mais famosa do mundo? As encantadoras e animadas Vila Sésamo e Vila do Chaves podem até ter passado pela sua cuca, mas a pergunta realizada permite uma única resposta: Vila Belmiro, local onde o maior craque de todos os tempos, o Rei Pelé, passou praticamente toda sua vida no futebol. Mas se é conhecida pelo “Planeta Bola” como Vila Belmiro, o estádio do Santos Futebol Clube tem em seu nome oficial uma justíssima homenagem a Urbano Caldeira, um dos maiores apaixonados pelo Clube Praiano. Falar que Urbano Caldeira foi jogador, técnico e diretor santista – cargos exercidos de maneira não simultânea – é muito pouco para espelhar sua importância para o “Peixe”. Seus amigos diziam que ele tinha no Santos sua namorada predileta, com a qual acordava, passava a tarde e dormia. Em poucas palavras, Urbano vivia intensamente o Santos. Aparava a grama do estádio, “resgatava” jogadores em bares pela noite, cuidava dos jardins do clube... Assim, em 1933, dias após seu falecimento, os dirigentes santistas não pensaram duas vezes em batizar a casa do clube de Estádio Urbano Caldeira.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

NOMES DOS ESTÁDIOS - MARACANÃ

Sob os ruídos de tratores e britadeiras de uma enfumaçada – no sentido literal e metafórico – reforma para receber a Copa do Mundo de 2014, o Maracanã, inaugurado em 1950, troca a contradição pela unanimidade quando o assunto é o seu nome: Estádio Jornalista Mário Filho. Listar as benfeitorias do irmão de Nelson Rodrigues para o futebol brasileiro exigiria tantas páginas quanto uma Enciclopédia Britânica, mas fica impossível não citar a contribuição de Mário Filho para a linguagem do jornalismo esportivo, que aproximou ainda mais os torcedores do mundo dos esportes. Quem nunca teve a oportunidade de ler uma crônica deste inigualável jornalista deveria o fazer, no mais tardar, hoje. Mas como o assunto desta seção é estádio de futebol, Mário Filho foi de uma importância imensurável durante o turbilhão político que envolveu o nascimento do Maracanã. Não fossem suas palavras e opiniões no Jornal dos Sports, do qual era dono, a construção e localização do “Maior do Mundo” seriam totalmente diferentes. Negativamente diferentes. Se existe, no Brasil, coerência na nomeação de um monumento, esta se chama Estádio Jornalista Mário Filho.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

NOMES DOS ESTÁDIOS - COUTO PEREIRA

1932 entrou para a história do Coritiba Foot Ball Club como o ano em que o clube ganhou o seu próprio estádio, chamado, então, Estádio Belfort Duarte, um dos grandes futebolistas brasileiros da época amadora. E aquele que pode ser considerado o principal responsável pela contrução do estádio foi o então presidente Antônio Couto Pereira, que ocuparia a presidência, de maneira descontinua, nas décadas de 20, 30 e 40. Em 1977, uma reunião entre conselheiros do Coritiba decidiu homenagear esta figura importantíssima da história do clube e o estádio passou a se chamar Estádio Major Antônio Couto Pereira.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

NOMES DOS ESTÁDIOS - LARANJEIRAS

Olá, amigos do FUTEBOLA!

Hoje o blog inaugura a seção “Nomes dos Estádios”, que irá contar para os amigos quem são as pessoas que dão nomes aos estádios Brasil afora. E vamos começar com o histórico Estádio das Laranjeiras, casa do Fluminense, responsável por receber o primeiro jogo da história da Seleção Brasileira, uma vitória por 2 a 0 sobre os ingleses do Exeter City.

Situado no Bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, o estádio já foi conhecido como Álvaro Chaves, nome da rua onde se localiza. No entanto, desde 2004, o nome oficial do Estádio das Laranjeiras é Estádio Manoel Schwartz, em homenagem ao ex-presidente do Tricolor Carioca. Manoel Schwartz ocupou a presidência do clube no triênio 84/86, período no qual contratou o craque paraguaio Romerito e conquistou, além dos dois últimos títulos cariocas do Tri 83/84/85, o Brasileirão de 1984.