Romero Britto – nascido em Recife, a 6 de outubro de 1963 – é
o que podemos chamar de cidadão do mundo, e não seria exagero dizer que ele alcançou
um status talvez nunca alcançado por nenhum pintor brasileiro. Assim como seus
oito irmãos – um deles, Baltemar Britto, é inclusive treinador e já foi
auxiliar de José Mourinho –, o artista pernambucano é apaixonado por futebol.
Hoje, na atual função de embaixador da Copa do Mundo 2014, Britto empresta as
cores, a vida e a peculiaridade de sua arte para o esporte mais popular do
planeta.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
FUTEBOL É ARTE
O homem José Sabóia é baiano, nascido na cidade de Almadina,
em 1949. O artista José Sabóia, porém, só viria a florescer no Rio de Janeiro,
pois suas primeiras pinturas apenas ganharam vida em 1967, um ano após ele
começar a viver na companhia dos braços abertos do Cristo Redentor. Suas obras
possuem um forte caráter popular, com temas como colheita, música e... futebol.
Digo futebol, mas poderia dizer Flamengo, pois o clube rubro-negro é um dos
“alvos” prediletos da criatividade de Sabóia, como podemos ver na obra selecionada
pela galeria “Futebol é Arte”.
quinta-feira, 13 de março de 2014
FUTEBOL É ARTE
Nascido em Goiás Velho (GO), no ano de 1947, Siron Franco é um multiartista brasileiro, com experiências como pintor, escultor, ilustrador, desenhista, gravador, diretor de arte e criador de monumentos públicos. Dentre todas estas possibilidades, foi a pintura que ele escolheu para retratar o futebol, o que fez em mais de uma oportunidade. Aqui, na galeria “Futebol é Arte”, o amigo pode apreciar uma das obras do autor: Fim do Craque, de 1975.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
FUTEBOL É ARTE
Se a Holanda Vice-Campeã Mundial de 1974 entrou para a história
pela excelência tática, que a tornou a principal representante do chamado
Futebol Total, é justo dizer que um dos momentos mais brilhantes da campanha
laranja foi de pura técnica. Ele se deu no duelo contra a Suécia e nasceu dos
geniais pés de Johan Cruyff, que aplicou um drible tão desconcertante no
marcador Jan Olsson que o malabarismo acabou por ganhar o nome de “Cruyff
Turn”. Na seção “Futebol é Arte” de hoje, os amigos podem apreciar a obra do
britânico Steve Welsh que conta o inesquecível drible do camisa 14 holandês.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
FUTEBOL É ARTE
Através do expressionismo e do chamado “action painting”,
o britânico Ben Mosley busca retratar o drama e a paixão do esporte em suas
telas. E o futebol, o bom e velho esporte bretão, não poderia ficar de fora do
catálogo de Mosley, o único a ter pintado dois murais no lendário Estádio de
Wembley e dono de uma exposição permanente no Club Wembley. Uma de suas mais
preciosas obras chama-se “Half Time 1966” , onde o artista retrata o treinador Alf
Ramsey e os jogadores da Seleção Inglesa no vestiário de Wembley, durante o
intervalo da final da Copa do Mundo de 1966, contra a Alemanha. A Inglaterra,
anfitriã do Mundial, venceria a partida por 4 a 2 e acabaria como a grande Campeã.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
FUTEBOL É ARTE
Segundo o artista Stanley Chow, suas maiores inspirações
são futebol, Manchester United, TV e filmes. Com um estilo bem característico
de ilustrar, o britânico possui inúmeras obras futebolísticas, sendo que
algumas delas retratam ídolos brasileiros. No “Futebol é Arte” de hoje, podemos
ver a homenagem de Stanley ao craque Sócrates, um dos esportistas brasileiros
mais prestigiados na Europa, tanto pelo que fez em campo quanto pelos ideais fora
dele.
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
FUTEBOL É ARTE
Umberto Boccioni nasceu em Reggio di Calábria (Itália), em 19
de outubro de 1882, e faleceu aos 33 anos, após uma queda de cavalo durante
exercícios militares. Boccioni foi um dos mais importantes pintores e teóricos
do movimento Futurista, movimento nascido no início do século XX na Itália e
que enfatizava temas associados aos conceitos contemporâneos de futuro. A mais
famosa de suas obras, Formas Únicas de Continuidade no Espaço, é uma escultura
de bronze do ano de 1913, mesmo ano no qual ele pintou O Dinamismo de um
Jogador de Futebol, obra hoje exposta na seção FUTEBOL É ARTE.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
FUTEBOL É ARTE
Com seus traços característicos, o artista plástico carioca Jorge
Victtor conta o cotidiano nas cidades com exposições sobre trânsito, a mescla
de paisagens urbanas e naturais em grandes centros, com destaque para o Rio de
Janeiro, a vida nos bares... O futebol também é uma de suas temáticas, como
mostra não só com o livro lançado (Brasil x Todos), como esta obra selecionada
pelo “Futebol é Arte”, onde Jorge Victtor exalta a genialidade de Garrincha
sobre seus marcadores.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
FUTEBOL É ARTE
Radicado em Baltimore (EUA) – se graduou na Maryland Institute
College of Art – o ilustrador sul-coreano Meen Choi tem no futebol um de seus
temas prediletos. Segundo o próprio, suas obras refletem seu apreço pelos
grandes mestres europeus, desenhos orientais em nanquim e estilo surrealista.
Na sessão “Futebol é Arte” de hoje, podemos ver o nosso maior craque da
atualidade em uma das ilustrações de Choi.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
FUTEBOL É ARTE
Através de
suas obras repletas de cores, o autodidata José Antônio da Silva – nascido na
cidade de Sales de Oliveira (SP), em 1909 – foi um dos destacados
representantes das manifestações culturais populares brasileiras: festas no
campo, ritos religiosos, trabalhos na lavoura e, por pelo menos uma vez, o
futebol, como mostra a obra selecionada pelo “Futebol é Arte”. Trabalhador
rural na infância, mudou-se para Ribeirão Preto em 1931 e teve sua primeira
exposição apenas 1946. Em 1951, participou da I Bienal Internacional de São
Paulo. Bienal que foi a responsável por uma das obras mais marcantes de sua
vida. Não a Bienal de 1951, mas a de 1967, da qual não participou. Deixado de
fora desta pelos jurados, encontrou na arte uma forma de extravasar sua
decepção e pintou o “Enforcamento do Júri” como forma de protesto. Além de
pintor, José Antônio da Silva, que viria a falecer em 1996, também publicou
livros e gravou LPs contando histórias. Considerado do estilo primitivista
pelos críticos, uma vez declarou: “Não admito que me chamem de primitivo,
caipira ou ingênuo. Tem que me chamar de gênio. Já provei que sou.”
Futebol (1983)
José Antônio
da Silva
Óleo sobre
tela - 52x42cm
segunda-feira, 24 de junho de 2013
FUTEBOL É ARTE
Durante a I Guerra Mundial, o brasileiro Sergio Milliet
(1888-1966) estudou ciências econômicas e sociais em Genebra, na Suíça. De
volta ao Brasil, participou da Semana de Arte Moderna de 22 e tornou-se um
incentivador das ideias artísticas e literárias divulgadas pelos modernistas.
Novamente na Europa, desta vez em Paris, absorveu o que de mais atual ocorria
por lá no mundo da arte, para enfim regressar definitivamente ao Brasil em
1925. Tamanho suporte cultural adquirido o permitiu manter contatos com nomes
maiúsculos da história mundial do século XX como o artista Picasso e o
antropólogo Claude Lévi-Strauss. Dentre seu legado material para o Brasil,
ficaram valiosas obras nas áreas de crítica de arte, poesia, literatura,
sociologia e pintura. Nesta última, o futebol foi uma de suas fontes de
inspiração.
Futebol -
Sérgio Milliet (nos anos 50)
Óleo
sobre tela – 50 cm x 61cm
terça-feira, 30 de abril de 2013
FUTEBOL É ARTE
Pelé (1968)
tinta em massa e acrílica sobre tela
90 x 90 cm
Pintura, arquitetura, desenho e arte gráfica. Estas foram as áreas nas
quais Maurício Nogueira Lima explorou toda sua criatividade. Nascido em
Pernambuco, em 1930, se mudou para São Paulo com a família ainda criança e,
entre os 17 e 20 anos, estudou artes plásticas em Porto Alegre, no Instituto de
Belas Artes da Universidade do Rio Grande do Sul. Em 1953, passou a fazer parte
do Grupo Ruptura e, durante os anos 50, participou de mostras como a I
Exposição Nacional de Arte Concreta e a Konkrete Kunst, em Zurique (Suiça).
Também na década de 50, cursou Arquitetura e Urbanismo na Universidade
Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, e o conhecimento adquirido na área o
permitiu realizar, por exemplo, as primeiras grandes instalações ambientais
para indústrias automobilísticas no Salão do Automóvel. Além do Concretismo,
Maurício Nogueira Lima também passeou pela Pop Arte e pelo Geometrismo.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
FUTEBOL É ARTE
Inos Corradin é daqueles
artistas que possuem um traço tão próprio que é até difícil não reconhecer uma
de suas obras. Nascido em Piemonti, na Itália, no ano de 1929, Corradin cresceu
e começou a mostrar seus dotes artísticos ainda na "Velha Bota". Com
21 anos, chegou ao Brasil e estabeleceu-se com sua família em Jundiaí. Logo
viriam as associações com os artistas locais, as exposições de pinturas - sua
primeira mostra individual ocorreu na Bahia, na Galeria Oxumaré, em 1953 -, os
trabalhos como cenógrafo de teatros de balés, decorações de navios... Hoje, com
mais de 50 anos de carreira, Corradin é um nome reconhecido não só no Brasil e
na Itália, mas no mundo da arte como um todo. A pintura "Jogador de
Futebol", selecionada pela seção "Futebol é Arte", é resultado
dos traços característicos de Corradin e da influência do futebol na cultura
brasileira.
segunda-feira, 11 de março de 2013
FUTEBOL É ARTE
Um dos mais influentes homens do século XX, Pablo Picasso
mudou a história da arte como raros conseguiram. Não só por ser a pedra
fundamental do Cubismo ou pela autoria de obras como Guernica (1937), mas também
pelo desenvolvimento que proporcionou aos mais diversos tipos de arte. Com o
Cubismo, causou mudanças também na forma de se fazer literatura, música e arquitetura.
Espanhol de berço – nasceu a 25 de outubro de 1881, em Málaga – viveu boa parte
de sua vida em Paris, e experimentou os mais diversos tipos de expressões
artísticas: pinturas, gravuras, esculturas, cerâmicas... Em 1961, Picasso
transformou o futebol em uma de suas obras na litografia intitulada Football, a
escolhida da seção Futebol é Arte de hoje.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
FUTEBOL É ARTE
Sylvio Pinto foi um artista carioca que procurou representar
muito da cultura popular em suas telas. Fosse uma baiana no Pelourinho, uma
igreja em Ouro Preto ou uma pescaria em Búzios. E o futebol, como mostra esta
obra selecionada pela seção “Futebol é Arte”, não ficou de fora dos temas
escolhidos por este pintor. Antes de se tornar conhecido mundialmente e de
fixar residência na França, primeiro, e nos Estados Unidos, depois, Sylvio
Pinto fez cenários para peças teatrais, alegorias carnavalescas para escolas de
samba do Rio de Janeiro, fez parte do Núcleo Bernardelli, que reunia pintores
modernistas, e, em 1940, fundou e dirigiu uma escola de arte gratuita para
crianças pobres, no Jacarezinho (RJ).
domingo, 2 de dezembro de 2012
FUTEBOL É ARTE
Óleo sobre tela - 44x27cm
|
Nesta obra intitulada Zico, de 1984, o renomado artista plástico
carioca Roberto Magalhães retrata o maior ícone da história do Flamengo.
Nascido em 1940, Roberto Magalhães tem seu início na arte ainda menino,
através de atividades profissionais como propagandas, capas de discos e
rótulos de produtos. Aos poucos, depois de cursos realizados na Escola
Nacional de Belas Artes, o carioca dá início às exposições e, em 1965, é
premiado na 4ª Bienal de Paris. Depois de um período na “Cidade Luz”, retorna
ao Brasil e vive uma aproximação com o budismo e estudos de ocultismo, que
culminaria no que o próprio denominou de “arte esotérica”. A maestria em
diferentes técnicas (lápis de cor, bico-de-pena, aquarela, litografia,
xilogravura e pintura a óleo), dificulta sua associação a apenas uma
tendência ou movimento, mas muitos críticos destacam seus experimentos
surrealistas próximos ao de Salvador Dali.
|
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
FUTEBOL É ARTE
Esta obra selecionada pela seção “Futebol é Arte” chama-se “O
jogador” e foi pintada, no ano de 1953, pelo artista carioca Ivan Serpa. “O
jogador” é resultado das tendências abstrato-geométricas de Serpa, criador e
líder do Grupo Frente, que durante a segunda metade dos anos 50 foi uma das
referências brasileiras no assunto abstração-geométrica. Serpa foi protagonista
de momentos históricos da arte brasileira, como a I Bienal de São Pauloe a I
Exposição Nacional de Arte Concreta, além de ser o fundador, ao lado de Bruno
Tausz, do Centro de Pesquisa e Arte no Rio de Janeiro.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
FUTEBOL É ARTE
Charles
Trevis é um designer gráfico que reside em Atenas, na Grécia.
Através de seu conhecimento em softwares de imagens, Trevis
mescla princípios do cubismo, do futurismo e da pop art para criar
suas obras. E não poucas destas obras possuem o esporte como tema. O
artista viaja pelo mundo do basquete, natação, atletismo, boxe e,
claro, futebol. Hoje, suas obras são muito requisitadas para
ilustrar campanhas de marcas esportivas.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
FUTEBOL É ARTE
É inegável que Holanda e Arte Abstrata possuem uma relação
íntima que não é encontrada em outros cantos do mundo. Não só por parte dos
artistas, como, por exemplo, Theo van Doesburg e Piet Mondrian, mas também por
parte dos apreciadores. Um exemplo claro como o sol: em 1995, um site
norte-americano realizou uma enquete envolvendo todos os
continentes para saber qual o tipo de arte mais apreciado do mundo. Na análise
mundial dos resultados a arte abstrata terminou na última colocação, enquanto,
por países, ela foi eleita a favorita dos holandeses. Esta obra escolhida pelo
FUTEBOLA chama-se Voetballers, de autoria do também holandês Thijs Rinsema (18
de junho de 1877 – 01 de março de 1947). Muito provavelmente Rinsema foi o
primeiro artista a mesclar tintas e futebol. E, convenhamos, ele
marcou um golaço!
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
FUTEBOL É ARTE
Professora de arte há mais de 25 anos, a texana Laurie Pace
possui suas obras, com um característico tom de vivacidade, espalhadas por
museus dos mais diversos cantos do mundo e em materiais de tudo quanto é tipo,
como revistas, capas de CDs, livros... Esta obra selecionada chama-se "Heads Up", e, por ela, é possível entender o que chamam "tom de vivacidade" das obras de Laurie Pace.
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