Corinthians 2 x 1 Santos
Palmeiras 2 x 1 Barueri
Grêmio 1 x 1 Vitória
Sport 2 x 1 Botafogo
Atlético Paranaense 0 x 0 Flamengo
Cruzeiro 1 x 2 São Paulo
Goiás 2 x 2 Coritiba
Santo André 1 x 2 Atlético Mineiro
Fluminense 1 x 1 Náutico
Avaí 0 x 2 Internacional
Olá amigos do FUTEBOLA!
A 23 ª rodada do Brasileirão serviu para mostrar como será intensa a briga pelo título. Palmeiras, São Paulo e Internacional conseguiram importantíssimas vitórias e mostraram que quem quiser entrar na briga pelo caneco, terá que jogar muita bola. Enquanto isso, na parte de baixo da tabela, Fluminense e Botafogo parecem, cada dia mais, sem forças para escaparem da degola. O fim do Brasileirão vai ser de emoção no topo e no fundo da tabela. Vamos aos comentários dos jogos que eu assisti desta rodada, lembrando que o duelo entre Corinthians e Santos já foi analisado no meado da semana.
Atlético Paranaense 0 x 0 Flamengo – Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Fluminense 1 x 1 Náutico – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
MANDOU BEM!
- Na situação caótica em que se encontra, o 1º tempo realizado pelo Fluminense, no Maracanã, merece alguns elogios. Buscando o ataque, marcando o Náutico em cima e correndo como raramente se viu nesse Brasileiro, o Flu foi para o intervalo com uma merecida vantagem. O gol marcado pelo Conca saiu após um boa trama ofensiva e chegou a dar esperanças de que a partida teria um final feliz. Porém, logo no início da 2ª etapa, o goleiro Rafael rebateu errado um chute do lateral Patrick e Carlinhos Bala empatou a partida. Aí o desespero atingiu o Tricolor, que não conseguiu mais andar em campo. A situação do Flu fica pior a cada rodada e apenas um bom 1º tempo não é o suficiente para animar o time e a torcida.
MANDOU MAL!
- Flamengo e Atlético Paranaense realizaram um dos jogos mais fracos, em termos ofensivos, deste Brasileirão. Pelo lado carioca, Petkovic e Zé Roberto não estiveram nem um pouco criativos e não conseguiram criar sequer uma jogada de qualidade para a equipe. O resultado foi que o Flamengo passou o jogo inteiro sem dar trabalho para o goleiro paranaense Gallato. Já pelo lado atleticano, o ímpeto mostrado em buscar a vitória fez a equipe merecer a vitória, apesar do claro baixo nível técnico. Para ilustrar a fraquíssima partida, nada melhor do que a cômica cena de Antônio Lopes, treinador do “Furacão”, sendo expulso e querendo que a polícia prendesse o bandeira por uma suposta agressão. Digna de comédia pastelão.
- A torcida do Flamengo tem o costume de aplaudir e idolatrar os jogadores que demonstram raça em campo, porém acredito que, apesar da garra e vontade de ajudar, o Willians tem prejudicado o Fla. Ele é o maior ladrão de bolas do Brasileiro, dirão seus defensores, mas, em minha opinião, o preço pago por isso tem sido caro. É raro uma partida em que Willians não leva cartão amarelo e já tem se tornado constante sua ausência por suspensão. É uma enormidade o número de faltas que ele comete. Não sai da minha cabeça sua atuação no duelo Flamengo x Vasco, pelo Carioca, em que ele cometeu, em 15 minutos, 6 faltas no Carlos Alberto e acabou sendo justamente expulso. O que torna a situação ainda pior é que o treinador do Flamengo é o Andrade, um dos maiores volantes da história do clube e que poderia dar um jeito na situação.
JOGADA RÁPIDA
- Na próxima rodada tem Botafogo x Fluminense. Os torcedores que não querem que os times do Rio de Janeiro caiam para a Segundona não sabem por qual resultado torcer.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
ELIMINATÓRIAS SUL-AMERICANAS PARA A COPA DO MUNDO DE 2010
Argentina 1 x 3 Brasil – Gigante de Arroyito, Rosário (ARG)
A histórica vitória brasileira em Rosário, teve muitos pontos positivos, porém o que eu considero o mais destacado de todos foi a maturidade apresentada pela nossa Seleção. O Brasil deu uma verdadeira aula de como se jogar fora de casa, em um clima propício para sofrer pressão durante o jogo todo e contra um rival sedento por vitória. Não que a atuação brazuca tenha sido perfeita, longe disso, já que em alguns momentos nossa equipe ficou sem saída de jogo e apenas se defendia, mas o que o Brasil jogou foi suficiente para vencer a Argentina e qualquer equipe do mundo.
A Argentina tentou fazer o que dela se esperava. Chutou mais à gol, acertou mais passes e ficou mais tempo com a bola no pé, entretanto, em nenhum momento da partida conseguiu dar ao jogo a intensidade que precisava. Messi tentava ultrapassar a linha de volantes e zagueiros com jogadas individuais, as jogadas pelas laterais consagravam Lúcio e Luisão, já que Tévez, e depois Aguero, nunca iriam ganhar bolas altas, e Verón tentava rodar o jogo buscando um espaço para furar a defesa brasileira. Não achou. Atualmente não me vem na cabeça nenhuma Seleção capaz de furar a defesa brasileira quando ela está em noite levemente inspirada. Os números impressionam. Em 15 jogos das Eliminatórias, o Brasil só levou 7 gols. Para fazer justiça, o único jogador que, por ter uma estrela incomum contra rivais brasileiros, me deixa com um pé atrás, é o paraguaio Cabañas.
Enquanto a Argentina ficava nesse tico-tico, o Brasil mostrava a importância das bolas paradas no futebol atual. Se Elano não conseguia acertar um passe com a bola rolando, com ela parada ele encontrou Luisão livre, leve e solto, dentro da área argentina. 1 a 0 Brasil. Logo depois, em nova cobrança de falta de Elano, Kaká foi em busca de uma bola perdida e encontrou Maicon na área. No rebote do chute do lateral, Luís Fabiano aumentou a vantagem. Que eficiência! Se os argentinos não queriam deixar Kaká jogar, tamanho o número de pancadas que dava no nosso camisa 10, a gente mostrava, com a bola parada, que Maradona tem que treinar muito sua defesa antes de querer partir pra cima do Brasil.
No 2º tempo, o Brasil tinha a faca, o garfo, o queijo e a goiabada nas mãos. Precisava mudar pouco em relação aos primeiros 45 minutos. Somente acertar a saída nos contra-ataques. E foi o que ocorreu. Os argentinos ainda comemoravam o golaço do meia Dátolo, em um chute que o adiantado Júlio César poderia ter defendido, quando a melhor dupla do futebol atual entrou em ação. Ninguém no planeta assiste seus companheiros melhor que Kaká. Poucos na Terra finalizam como Luís Fabiano. Quando os dois se juntam, dá no que vimos no terceiro gol brasileiro. Com uma régua graduada em milímetros amarrada na chuteira, Kaká deixou Luís Fabiano na medida certa para mostrar sua genialidade. O toque por cima do goleiro deve ter passado em câmera lenta nos olhos dos argentinos. Mas o destino já endereçara a pelota. 3 a 1 Brasil. Se alguém quiser dizer que o Brasil não jogou como Brasil, eu até entendo, mas falar que isso não é futebol-arte é um pecado. Um contra-atque desses merece um quadro em qualquer museu de futebol pelo mundo.
A mídia quis criar um duelo entre Kaká e Cristiano Ronaldo, no fim do ano passado, e o Brasil fez Portugal parecer um time de pelada. Agora, queriam colocar em um ringue Kaká e Messi. O argentino deve estar se mordendo enquanto Kaká tem um sorriso, merecido, de orelha a orelha. O Tévez havia afirmado que “Os brasileiros virão com um pouco de medo, sabendo que queremos engoli-los. Rosário vai servir para meter pressão no Brasil. Eles não devem vir tranquilos. Por isso pedimos para jogar em (Rosário) Central”. Quem foi que disse que sábado à noite não teve Zorra Total?
A histórica vitória brasileira em Rosário, teve muitos pontos positivos, porém o que eu considero o mais destacado de todos foi a maturidade apresentada pela nossa Seleção. O Brasil deu uma verdadeira aula de como se jogar fora de casa, em um clima propício para sofrer pressão durante o jogo todo e contra um rival sedento por vitória. Não que a atuação brazuca tenha sido perfeita, longe disso, já que em alguns momentos nossa equipe ficou sem saída de jogo e apenas se defendia, mas o que o Brasil jogou foi suficiente para vencer a Argentina e qualquer equipe do mundo.
A Argentina tentou fazer o que dela se esperava. Chutou mais à gol, acertou mais passes e ficou mais tempo com a bola no pé, entretanto, em nenhum momento da partida conseguiu dar ao jogo a intensidade que precisava. Messi tentava ultrapassar a linha de volantes e zagueiros com jogadas individuais, as jogadas pelas laterais consagravam Lúcio e Luisão, já que Tévez, e depois Aguero, nunca iriam ganhar bolas altas, e Verón tentava rodar o jogo buscando um espaço para furar a defesa brasileira. Não achou. Atualmente não me vem na cabeça nenhuma Seleção capaz de furar a defesa brasileira quando ela está em noite levemente inspirada. Os números impressionam. Em 15 jogos das Eliminatórias, o Brasil só levou 7 gols. Para fazer justiça, o único jogador que, por ter uma estrela incomum contra rivais brasileiros, me deixa com um pé atrás, é o paraguaio Cabañas.
Enquanto a Argentina ficava nesse tico-tico, o Brasil mostrava a importância das bolas paradas no futebol atual. Se Elano não conseguia acertar um passe com a bola rolando, com ela parada ele encontrou Luisão livre, leve e solto, dentro da área argentina. 1 a 0 Brasil. Logo depois, em nova cobrança de falta de Elano, Kaká foi em busca de uma bola perdida e encontrou Maicon na área. No rebote do chute do lateral, Luís Fabiano aumentou a vantagem. Que eficiência! Se os argentinos não queriam deixar Kaká jogar, tamanho o número de pancadas que dava no nosso camisa 10, a gente mostrava, com a bola parada, que Maradona tem que treinar muito sua defesa antes de querer partir pra cima do Brasil.
No 2º tempo, o Brasil tinha a faca, o garfo, o queijo e a goiabada nas mãos. Precisava mudar pouco em relação aos primeiros 45 minutos. Somente acertar a saída nos contra-ataques. E foi o que ocorreu. Os argentinos ainda comemoravam o golaço do meia Dátolo, em um chute que o adiantado Júlio César poderia ter defendido, quando a melhor dupla do futebol atual entrou em ação. Ninguém no planeta assiste seus companheiros melhor que Kaká. Poucos na Terra finalizam como Luís Fabiano. Quando os dois se juntam, dá no que vimos no terceiro gol brasileiro. Com uma régua graduada em milímetros amarrada na chuteira, Kaká deixou Luís Fabiano na medida certa para mostrar sua genialidade. O toque por cima do goleiro deve ter passado em câmera lenta nos olhos dos argentinos. Mas o destino já endereçara a pelota. 3 a 1 Brasil. Se alguém quiser dizer que o Brasil não jogou como Brasil, eu até entendo, mas falar que isso não é futebol-arte é um pecado. Um contra-atque desses merece um quadro em qualquer museu de futebol pelo mundo.
A mídia quis criar um duelo entre Kaká e Cristiano Ronaldo, no fim do ano passado, e o Brasil fez Portugal parecer um time de pelada. Agora, queriam colocar em um ringue Kaká e Messi. O argentino deve estar se mordendo enquanto Kaká tem um sorriso, merecido, de orelha a orelha. O Tévez havia afirmado que “Os brasileiros virão com um pouco de medo, sabendo que queremos engoli-los. Rosário vai servir para meter pressão no Brasil. Eles não devem vir tranquilos. Por isso pedimos para jogar em (Rosário) Central”. Quem foi que disse que sábado à noite não teve Zorra Total?
CAMPEONATO BRASILEIRO 2009 - 22ª RODADA - SÉRIE B
Portuguesa 3 x 1 Figueirense
Duque de Caxias 0 x 1 Bragantino
Guarani 3 x 0 Campinense
Paraná 2 x 1 América
Ipatinga 0 x 0 Ponte Preta
ABC 2 x 1 Juventude
São Caetano 3 x 1 Vila Nova
Atlético Goianiense 2 x 2 Vasco
Ceará 2 x 1 Bahia
Brasiliense 1 x 0 Fortaleza
Olá amigos do FUTEBOLA!
A briga pelo acesso à Série A promete. Se Vasco e Atlético Goianiense, que empataram em um jogo com cara de decisão, estão consolidados nas duas primeiras posições, Guarani e Ceará, os outros integrantes do G4, não podem dar bobeira. O motivo? O São Caetano já está, faz um bom tempo, batendo a porta do grupo de cima e esperando alguém dar um vacilo. Na próxima rodada, o Guarani pega o Bragantino, fora de casa, e o Ceará o Figueirense, em Floripa. Dois jogos duros, duas decisões e a Série B começa a selecionar seus candidatos. Vamos aos comentários sobre o duelo principal desta rodada da Segundona.
Atlético Goianiense 2 x 2 Vasco – Serra Dourada, Goiânia (GO)
MANDOU BEM!
- O 1º tempo jogado pelo Atlético Goianiense foi de muito bom nível. Criando muitas e boas oportunidades de balançar as redes, o “Dragão”, como é conhecida a equipe goiana, apesar de contar com a ajuda de um frágil sistema defensivo vascaíno, soube como abrir 2 a 0 no placar. Atacando pela direita, pela esquerda, pelo alto, com chutes longos, o Atlético manteve-se praticamente todos os primeiros 45 minutos na porta do gol vascaíno. Gostei do entrosamento mostrado pela equipe goiana que a cada hora assustava o Fernando Prass de uma maneira e com jogadores diferentes. Róbston, Rafael Cruz, Juninho, Marcão,... Cada hora era um rubro-negro diferente que finalizava contra a meta vascaína.
MANDOU MAL!
- Apesar de ter conquistado um pontinho na raça e na ofensividade imposta pelo treinador Dorival Júnior, o Vasco não realizou uma boa partida. Principalmente no 1º tempo, o “Gigante da Colina” esteve péssimo em campo, tanto ofensivamente quanto defensivamente. Se a defesa apresentava mais buracos que um queijo suiço, o ataque só conseguia levar perigo ao goleiro Márcio em bolas paradas. O gol de pênalti marcado no finzinho do 1ª tempo e as duas expulsões (justíssimas), dos goianos Jairo e Agenor, fizeram o Vasco pressionar na etapa final, conseguir o empate e, por pouco, não sair de campo com os três pontos. Aos 38 minutos Carlos Alberto sofreu pênalti após uma linda matada no peito, mas o desperdiçou em seguida, batendo para a defesa do experiente e catimbeiro goleiro Márcio.
- Uma enormidade a quantidade de faltas cometidas pelo Atlético Goianiense. O fato de ter tido dois jogadores expulsos, com toda a justiça, apenas ilustra a violência da equipe goiana. A cada bola que Carlos Alberto recebia já devia se preparar para levar uma inchadada. Que a Série B tem a característica de um futebol mais pegado e viril, afinal a qualidade técnica é menor, é um fato normal, porém a violência deve ser punida até mesmo na Série Z. Rodízio de faltas, entradas por trás, cotovelos erguidos... O Atlético Goianiense tem futebol e qualidade para jogar de maneiras mais leal, como mostrou o 1º tempo da equipe.
Duque de Caxias 0 x 1 Bragantino
Guarani 3 x 0 Campinense
Paraná 2 x 1 América
Ipatinga 0 x 0 Ponte Preta
ABC 2 x 1 Juventude
São Caetano 3 x 1 Vila Nova
Atlético Goianiense 2 x 2 Vasco
Ceará 2 x 1 Bahia
Brasiliense 1 x 0 Fortaleza
Olá amigos do FUTEBOLA!
A briga pelo acesso à Série A promete. Se Vasco e Atlético Goianiense, que empataram em um jogo com cara de decisão, estão consolidados nas duas primeiras posições, Guarani e Ceará, os outros integrantes do G4, não podem dar bobeira. O motivo? O São Caetano já está, faz um bom tempo, batendo a porta do grupo de cima e esperando alguém dar um vacilo. Na próxima rodada, o Guarani pega o Bragantino, fora de casa, e o Ceará o Figueirense, em Floripa. Dois jogos duros, duas decisões e a Série B começa a selecionar seus candidatos. Vamos aos comentários sobre o duelo principal desta rodada da Segundona.
Atlético Goianiense 2 x 2 Vasco – Serra Dourada, Goiânia (GO)
MANDOU BEM!
- O 1º tempo jogado pelo Atlético Goianiense foi de muito bom nível. Criando muitas e boas oportunidades de balançar as redes, o “Dragão”, como é conhecida a equipe goiana, apesar de contar com a ajuda de um frágil sistema defensivo vascaíno, soube como abrir 2 a 0 no placar. Atacando pela direita, pela esquerda, pelo alto, com chutes longos, o Atlético manteve-se praticamente todos os primeiros 45 minutos na porta do gol vascaíno. Gostei do entrosamento mostrado pela equipe goiana que a cada hora assustava o Fernando Prass de uma maneira e com jogadores diferentes. Róbston, Rafael Cruz, Juninho, Marcão,... Cada hora era um rubro-negro diferente que finalizava contra a meta vascaína.
MANDOU MAL!
- Apesar de ter conquistado um pontinho na raça e na ofensividade imposta pelo treinador Dorival Júnior, o Vasco não realizou uma boa partida. Principalmente no 1º tempo, o “Gigante da Colina” esteve péssimo em campo, tanto ofensivamente quanto defensivamente. Se a defesa apresentava mais buracos que um queijo suiço, o ataque só conseguia levar perigo ao goleiro Márcio em bolas paradas. O gol de pênalti marcado no finzinho do 1ª tempo e as duas expulsões (justíssimas), dos goianos Jairo e Agenor, fizeram o Vasco pressionar na etapa final, conseguir o empate e, por pouco, não sair de campo com os três pontos. Aos 38 minutos Carlos Alberto sofreu pênalti após uma linda matada no peito, mas o desperdiçou em seguida, batendo para a defesa do experiente e catimbeiro goleiro Márcio.
- Uma enormidade a quantidade de faltas cometidas pelo Atlético Goianiense. O fato de ter tido dois jogadores expulsos, com toda a justiça, apenas ilustra a violência da equipe goiana. A cada bola que Carlos Alberto recebia já devia se preparar para levar uma inchadada. Que a Série B tem a característica de um futebol mais pegado e viril, afinal a qualidade técnica é menor, é um fato normal, porém a violência deve ser punida até mesmo na Série Z. Rodízio de faltas, entradas por trás, cotovelos erguidos... O Atlético Goianiense tem futebol e qualidade para jogar de maneiras mais leal, como mostrou o 1º tempo da equipe.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
CAMPEONATO BRASILEIRO 2009 - SÉRIE A
Internacional 3 x 0 Atlético Mineiro*
Corinthians 2 x 1 Santos
*jogo atrasado do 1º turno
Olá amigos do FUTEBOLA!
Com a bela vitória sobre o Atlético Mineiro, o Internacional conquistou o simbólico título de Campeão do 1º turno. Quem também conseguiu ótimo resultado neste meado de semana foi o Corinthians, que venceu, no fim da partida, o Santos. Vamos aos comentários sobre o clássico paulista.
Corinthians 2 x 1 Santos – Pacaembu, São Paulo (SP)
MANDOU BEM!
- O Corinthians realizou uma boa apresentação no clássico contra o Santos e em nenhum momento da partida mereceu um resultado diferente da vitória conquistada. Na 1ª etapa, por exemplo, a bola só não balançou a rede santista por um acaso. Com Dentinho, Jorge Henrique e Elias bem participativos, o Coringão atacou durante toda a etapa e só foi assustado por um contra-ataque santista. Na volta do intervalo, o Alvi-negro Praiano achou um gol em uma bola parada cobrada pelo bom lateral George Lucas que desviou em Chicão e entrou. Por um tempo, o Timão sentiu o gol, mas conseguiu retornar ao ataque, contando principalmente com o recuo do Santos, pressionou, ganhou o apoio da torcida e conseguiu virar o placar. Gostei bastante da atuação do Corinthians por não ficar pensando nos desfalques que possui, mas sim tentar vencer o jogo até o último minuto.
MANDOU MAL!
- Fico impressionado como algumas equipes conseguem jogar ótimas oportunidades na lata do lixo. O Santos havia realizado um péssimo 1º tempo, muito recuado e sem o mínimo de criatividade. Após o intervalo, com o gol marcado aos 5 minutos e o aparecimento de algumas jogadas do impetuoso Neymar, que diga-se de passagem não pode nunca ser banco deste time, o Santos teve tudo para finalizar o, naquele momento, abatido Corinthians. O que fez então o “Time da Vila”? Recuou. Preferiu segurar o placar, chamar o Corinthians para o ataque, deixar a Fiel torcida do Timão se empolgar novamente. Deu no que deu. Com duas infantis falhas em bolas alçadas na área, o Santos levou uma merecida virada e deixou escapar uma belíssima chance de encostar no G4. Será que o Luxemburgo de 5 anos atrás levaria uma virada dessas?
JOGADA RÁPIDA!
- Mostrando estar completamente recuperado da derrota na final da Copa do Brasil, o Internacional arranca de vez para brigar pelo título nacional. As contratações de Edu, Fabiano Eller e Bolaños, principalmente o primeiro, foram excelentes para fortalecer o já poderoso elenco colorado.
Corinthians 2 x 1 Santos
*jogo atrasado do 1º turno
Olá amigos do FUTEBOLA!
Com a bela vitória sobre o Atlético Mineiro, o Internacional conquistou o simbólico título de Campeão do 1º turno. Quem também conseguiu ótimo resultado neste meado de semana foi o Corinthians, que venceu, no fim da partida, o Santos. Vamos aos comentários sobre o clássico paulista.
Corinthians 2 x 1 Santos – Pacaembu, São Paulo (SP)
MANDOU BEM!
- O Corinthians realizou uma boa apresentação no clássico contra o Santos e em nenhum momento da partida mereceu um resultado diferente da vitória conquistada. Na 1ª etapa, por exemplo, a bola só não balançou a rede santista por um acaso. Com Dentinho, Jorge Henrique e Elias bem participativos, o Coringão atacou durante toda a etapa e só foi assustado por um contra-ataque santista. Na volta do intervalo, o Alvi-negro Praiano achou um gol em uma bola parada cobrada pelo bom lateral George Lucas que desviou em Chicão e entrou. Por um tempo, o Timão sentiu o gol, mas conseguiu retornar ao ataque, contando principalmente com o recuo do Santos, pressionou, ganhou o apoio da torcida e conseguiu virar o placar. Gostei bastante da atuação do Corinthians por não ficar pensando nos desfalques que possui, mas sim tentar vencer o jogo até o último minuto.
MANDOU MAL!
- Fico impressionado como algumas equipes conseguem jogar ótimas oportunidades na lata do lixo. O Santos havia realizado um péssimo 1º tempo, muito recuado e sem o mínimo de criatividade. Após o intervalo, com o gol marcado aos 5 minutos e o aparecimento de algumas jogadas do impetuoso Neymar, que diga-se de passagem não pode nunca ser banco deste time, o Santos teve tudo para finalizar o, naquele momento, abatido Corinthians. O que fez então o “Time da Vila”? Recuou. Preferiu segurar o placar, chamar o Corinthians para o ataque, deixar a Fiel torcida do Timão se empolgar novamente. Deu no que deu. Com duas infantis falhas em bolas alçadas na área, o Santos levou uma merecida virada e deixou escapar uma belíssima chance de encostar no G4. Será que o Luxemburgo de 5 anos atrás levaria uma virada dessas?
JOGADA RÁPIDA!
- Mostrando estar completamente recuperado da derrota na final da Copa do Brasil, o Internacional arranca de vez para brigar pelo título nacional. As contratações de Edu, Fabiano Eller e Bolaños, principalmente o primeiro, foram excelentes para fortalecer o já poderoso elenco colorado.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
E NO VELHO CONTINENTE...
Milan 0 x 4 Internazionale – 2ª rodada do Campeonato Italiano
Show de bola! Simplesmente espetacular a atuação da Inter na goleada de 4 a 0 sobre o Milan. Parecendo enfrentar uma equipe amadora, a Inter só não foi absurdamente superior durante os primeiros 15 minutos de jogo. Além de uma eficiência impressionante, a equipe interista mostrou um futebol de rara beleza. Os gols dos brasileiros Tiago Motta e Maicon foram marcados após lindas trocas de passes, o pênalti sofrido por Eto´o em um rápido e mortal contra-ataque e o gol que fechou o caixão, em uma bomba de fora da área de Stankovic. Uma atuação completa. Até o holandês Sneijder, que chegou ao time na semana do jogo, parecia conhecer seus comapanheiros a uma longa data. Apesar de toda a equipe ter atuado em um alto nível, gostaria de destacar dois jogadores da Inter. No sistema defensivo, o zagueirão brasileiro Lúcio não perdeu uma jogada sequer. Foi uma verdadeira muralha. Pela sua habitual garra e espírito de liderança, acredito que em pouco tempo ele se tornará um grande ídolo da torcida interista. No ataque, me encheu os olhos a atuação do atacante Milito. Nos dois gols marcados após trocas de passes, que citei anteriormente, foi o argentino quem se encarregou de dar o toque final, deixando seus companheiros de frente pro crime. O pênalti convertido por ele foi apenas mais um ponto de sua excelente atuação. O que falar sobre a apresentação do Milan? Bom, deu pena.
Manchester 2 x 1 Arsenal – 4ª rodada do Campeonato Inglês
O Arsenal quase conseguiu a façanha de bater o Manchester em pleno Old Trafford. Um golaço do russo Arshavin colocou os Gunners na frente do placar e, como o Manchester sentia uma falta absurda de um jogador para organizar as jogadas, a vitória parecia próxima. Em duas falhas, porém, o Manchester conseguiu virar a partida. Primeiro o sistema defensivo deixou um buraco gigante por onde Rooney avançou e sofreu pênalti, convertido por ele mesmo. Cinco minutos depois, após cobrança de falta do sumido Ryan Giggs, um lance cômico. Parecendo personagem dos trapalhões, o volante francês Diaby, que vem tendo um bom início de temporada, subiu sozinho e, de cabeça, mandou a pelota contra o próprio patrimônio. Acredito que o treinador Alex Fergusson deveria pensar em uma nova maneira de armar sua equipe, pois o português Cristiano Ronaldo é um jogador insubstituível. O também português Nani e o equatoriano Valencia, que Fergusson acredita poderem fazer o mesmo papel de Ronaldo, não possuem qualidade técnica e maturidade para dificílima tarefa. No momento, Fergusson poderia dar uma passo atrás para, logo em seguida, dar dois adiante. Montar uma equipe com padrão tático simples, o lendário 4-4-2 inglês, poderia fazer o Manchester render mais e Rooney, disparado o jogador mais diferente do elenco, ficar menos ilhado no ataque.
Show de bola! Simplesmente espetacular a atuação da Inter na goleada de 4 a 0 sobre o Milan. Parecendo enfrentar uma equipe amadora, a Inter só não foi absurdamente superior durante os primeiros 15 minutos de jogo. Além de uma eficiência impressionante, a equipe interista mostrou um futebol de rara beleza. Os gols dos brasileiros Tiago Motta e Maicon foram marcados após lindas trocas de passes, o pênalti sofrido por Eto´o em um rápido e mortal contra-ataque e o gol que fechou o caixão, em uma bomba de fora da área de Stankovic. Uma atuação completa. Até o holandês Sneijder, que chegou ao time na semana do jogo, parecia conhecer seus comapanheiros a uma longa data. Apesar de toda a equipe ter atuado em um alto nível, gostaria de destacar dois jogadores da Inter. No sistema defensivo, o zagueirão brasileiro Lúcio não perdeu uma jogada sequer. Foi uma verdadeira muralha. Pela sua habitual garra e espírito de liderança, acredito que em pouco tempo ele se tornará um grande ídolo da torcida interista. No ataque, me encheu os olhos a atuação do atacante Milito. Nos dois gols marcados após trocas de passes, que citei anteriormente, foi o argentino quem se encarregou de dar o toque final, deixando seus companheiros de frente pro crime. O pênalti convertido por ele foi apenas mais um ponto de sua excelente atuação. O que falar sobre a apresentação do Milan? Bom, deu pena.
Manchester 2 x 1 Arsenal – 4ª rodada do Campeonato Inglês
O Arsenal quase conseguiu a façanha de bater o Manchester em pleno Old Trafford. Um golaço do russo Arshavin colocou os Gunners na frente do placar e, como o Manchester sentia uma falta absurda de um jogador para organizar as jogadas, a vitória parecia próxima. Em duas falhas, porém, o Manchester conseguiu virar a partida. Primeiro o sistema defensivo deixou um buraco gigante por onde Rooney avançou e sofreu pênalti, convertido por ele mesmo. Cinco minutos depois, após cobrança de falta do sumido Ryan Giggs, um lance cômico. Parecendo personagem dos trapalhões, o volante francês Diaby, que vem tendo um bom início de temporada, subiu sozinho e, de cabeça, mandou a pelota contra o próprio patrimônio. Acredito que o treinador Alex Fergusson deveria pensar em uma nova maneira de armar sua equipe, pois o português Cristiano Ronaldo é um jogador insubstituível. O também português Nani e o equatoriano Valencia, que Fergusson acredita poderem fazer o mesmo papel de Ronaldo, não possuem qualidade técnica e maturidade para dificílima tarefa. No momento, Fergusson poderia dar uma passo atrás para, logo em seguida, dar dois adiante. Montar uma equipe com padrão tático simples, o lendário 4-4-2 inglês, poderia fazer o Manchester render mais e Rooney, disparado o jogador mais diferente do elenco, ficar menos ilhado no ataque.
CAMPEONATO BRASILEIRO 2009 - 22ª RODADA - SÉRIE A
SÉRIE A
Barueri 2 x 2 Corinthians
Coritiba 2 x 0 Avaí
Flamengo 3 x 0 Santo André
Náutico 3 x 0 Atlético Paranaense
São Paulo 0 x 0 Palmeiras
Santos 2 x 0 Fluminense
Atlético Mineiro 1 x 1 Sport
Internacional 4 x 0 Goiás
Vitória 3 x 3 Cruzeiro
Botafogo 3 x 3 Grêmio
Olá amigos do FUTEBOLA!
A 22ª rodada do Brasileirão foi, novamente, um pesadelo para o Fluminense. Com apenas 3 vitórias em todo o torneio, o Fluzão não poderia estar pior. Ainda dá para reagir, mas as esperanças já estão acabando. Na outra ponta da tabela, a de cima, o Avaí perdeu sua invencibilidade de 11 jogos, ao ser derrotado pelo Coritiba de Marcelinho Paraíba, e o Internacional deu um baile no Goiás. Com o empate no clássico São Paulo x Palmeiras, o Colorado continua firme e forte na briga pelo título. Vamos aos comentários dos jogos que assisti desta rodada do Brasileirão.
Flamengo 3 x 0 Santo André – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
São Paulo 0 x 0 Palmeiras – Morumbi, São Paulo (SP)
Internacional 4 x 0 Goiás – Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
MANDOU BEM!
- Queimando a língua de muitos, inclusive a minha, o sérvio Petkovic continua batendo um bolão pelo Flamengo. Sua atuação na vitória sobre o Santo André foi excelente. Os três gols rubro-negros saíram de seus pés, sendo que o último deles após uma arrancada aos 45 minutos do 2º tempo e um chute na trave, que Zé Roberto pegou o rebote. Além dos lances que resultaram em gols, ele foi muito participativo nas trocas de passes no setor de meio-campo. De contratação contestada, Pet se tornou uma peça essencial para as boas apresentações do Flamengo. Gostaria de destacar também o bom retorno de Léo Moura, que fez a torcida perceber que mesmo sem estar no seu auge é disparado a melhor opção para o Flamengo atacar pela direita, e a estréia do zagueiro Álvaro. Recém-contratado junto ao Internacional, Álvaro já deu ao setor defensivo do Flamengo uma maior segurança do que os garotos Wellinton e Fabrício vinham dando. Quem sabe com sua presença, Angelim não volte a mostrar o excelente futebol que possui.
- Nesta 22ª rodada do Brasileirão, dois destacados jogadores de nosso futebol, após muito tempo, realizaram ótimas apresentações. Pelo Flamengo, Zé Roberto finalmente mostrou um grande futebol. Com muita velocidade, movimentação, verticalidade e até chutes longos, Zé fez crescer na torcida rubro-negra uma esperança quanto ao retorno de seu bom jogo. Será de uma ajuda imensa para o Fla, principalmente pela saída do Emerson, se o Zé Roberto jogar sempre neste nível. O outro jogador que resolveu mostrar que ainda sabe tudo de bola foi o ex-lateral da Seleção Brasileira, Kléber. De todas suas atuações com a camisa do Internacional que eu assisti, esta contra o Goiás foi sem dúvida alguma a melhor de todas. Com constantes aparições pelo meio do campo e lançamentos de precisão milimétrica, Kléber provou que ainda está na briga pela vaga na Copa do Mundo. O golaço de cobertura que marcou no fim da partida coroou sua sensacional atuação.
- O grande destaque do morno duelo entre São Paulo e Palmeiras, foi a atuação do atacante Dagoberto. Talvez querendo mostrar para o agora treinador do Verdão, Muricy Ramalho, seu antigo comandante, que tinha bola para ser melhor aproveitado no Tricolor, Dagoberto, principalmente no 1º tempo, voou em campo. Praticamente todas as jogadas do Sampa passaram por seus pés. E não foram jogadas comuns, mas belíssimas jogadas que deixaram o setor defensivo do Palmeiras de cabelo em pé. Infiltrações pelo meio, passes de calcanhar, passes de peito, chutes longos... O atacante tricolor fez de tudo um pouco. Talvez se seu ritmo não tivesse diminuído na 2ª etapa, o São Paulo conseguisse os três pontos.
- Como citei anteriormente, o Kléber teve uma excelente atuação na goleada do Internacional sobre o Goiás. Entretanto, o prêmio de melhor homem em campo deve ser dividido entra a dupla de pratas-da-casa colorada Giuliano/Marquinhos. Os dois jovens simplesmente destroçaram o sistema defensivo goiano, desde o apito inicial da partida. Para se ter uma idéia, com 5 minutos de jogo, Marquinhos já havia inaugurado o placar com um belo gol após assistência de Giuliano. E foi o jogo inteiro assim, com os dois mostrando grande velocidade e qualidade técnica. Queria dar um destaque ligeiramente maior para o Giuliano, que está começando a não sentir o peso de vestir a camisa 10 de um dos gigantes de nosso futebol, comandando as ações ofensivas da equipe com grande autoridade. Ah, como em quase todo jogo Guiñazu esteve impecável e onipresente. E o Maradona insiste em não convocá-lo. Abre o olho Dieguito!
MANDOU MAL!
- O clássico entre Palmeiras e São Paulo ficou devendo. Apesar de estar em campo as duas melhores defesas do Brasileiro, esperava assistir uma partida aberta, pois acredito que ambos já se deram conta de que empatar não é muito bom em um campeonato de pontos corridos. O que se viu em campo, porém, foi um Dagoberto tentando levar o São Paulo ao ataque, com sua conhecida qualidade técnica, e o restante dos jogadores sem nenhuma impetuosidade. Todos os jogadores de meio-de-campo que são responsáveis por organizar as jogadas ofensivas estiveram muito mal. Diego Souza e Cleiton Xavier, este último voltando de contusão, pelo Palmeiras, e os tricolores Jorge Wagner e Hernanes, não mostraram nenhum ímpeto para tentar levar suas equipes para frente. Por este motivo, o jogo ficou muito amarrado na meiúca e o zero a zero só castigou o Dagoberto. Por fim, a análise da atuação da dupla de ataque Obina/Ortigoza faz o torcedor do Verdão ter que agradecer, e muito, a contratação de Vagner Love.
- O duelo entre Internacional e Goiás marcava a volta de Fernandão ao Beira-Rio. Era um momento histórico, afinal Fernandão, agora atuando pelo Goiás, é sem dúvida alguma uma das maiores estrelas da vitoriosa história colorada. Porém, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro resolveu estragar o duelo quando, aos 13 minutos da 1ª etapa, expulsou Fernandão por uma falta onde nem cartão amarelo ele merecia receber. O Goiás já perdia por 1 a 0 e, a partir da expulsão, o caminho ficou aberto para o massacre vermelho.
JOGADA RÁPIDA!
Incrível! Dos 15 jogadores que possuem oito ou mais gols no Brasileirão, todos são atacantes. E isso porque Ronaldo e Fred estão contundidos faz tempo.
Barueri 2 x 2 Corinthians
Coritiba 2 x 0 Avaí
Flamengo 3 x 0 Santo André
Náutico 3 x 0 Atlético Paranaense
São Paulo 0 x 0 Palmeiras
Santos 2 x 0 Fluminense
Atlético Mineiro 1 x 1 Sport
Internacional 4 x 0 Goiás
Vitória 3 x 3 Cruzeiro
Botafogo 3 x 3 Grêmio
Olá amigos do FUTEBOLA!
A 22ª rodada do Brasileirão foi, novamente, um pesadelo para o Fluminense. Com apenas 3 vitórias em todo o torneio, o Fluzão não poderia estar pior. Ainda dá para reagir, mas as esperanças já estão acabando. Na outra ponta da tabela, a de cima, o Avaí perdeu sua invencibilidade de 11 jogos, ao ser derrotado pelo Coritiba de Marcelinho Paraíba, e o Internacional deu um baile no Goiás. Com o empate no clássico São Paulo x Palmeiras, o Colorado continua firme e forte na briga pelo título. Vamos aos comentários dos jogos que assisti desta rodada do Brasileirão.
Flamengo 3 x 0 Santo André – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
São Paulo 0 x 0 Palmeiras – Morumbi, São Paulo (SP)
Internacional 4 x 0 Goiás – Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
MANDOU BEM!
- Queimando a língua de muitos, inclusive a minha, o sérvio Petkovic continua batendo um bolão pelo Flamengo. Sua atuação na vitória sobre o Santo André foi excelente. Os três gols rubro-negros saíram de seus pés, sendo que o último deles após uma arrancada aos 45 minutos do 2º tempo e um chute na trave, que Zé Roberto pegou o rebote. Além dos lances que resultaram em gols, ele foi muito participativo nas trocas de passes no setor de meio-campo. De contratação contestada, Pet se tornou uma peça essencial para as boas apresentações do Flamengo. Gostaria de destacar também o bom retorno de Léo Moura, que fez a torcida perceber que mesmo sem estar no seu auge é disparado a melhor opção para o Flamengo atacar pela direita, e a estréia do zagueiro Álvaro. Recém-contratado junto ao Internacional, Álvaro já deu ao setor defensivo do Flamengo uma maior segurança do que os garotos Wellinton e Fabrício vinham dando. Quem sabe com sua presença, Angelim não volte a mostrar o excelente futebol que possui.
- Nesta 22ª rodada do Brasileirão, dois destacados jogadores de nosso futebol, após muito tempo, realizaram ótimas apresentações. Pelo Flamengo, Zé Roberto finalmente mostrou um grande futebol. Com muita velocidade, movimentação, verticalidade e até chutes longos, Zé fez crescer na torcida rubro-negra uma esperança quanto ao retorno de seu bom jogo. Será de uma ajuda imensa para o Fla, principalmente pela saída do Emerson, se o Zé Roberto jogar sempre neste nível. O outro jogador que resolveu mostrar que ainda sabe tudo de bola foi o ex-lateral da Seleção Brasileira, Kléber. De todas suas atuações com a camisa do Internacional que eu assisti, esta contra o Goiás foi sem dúvida alguma a melhor de todas. Com constantes aparições pelo meio do campo e lançamentos de precisão milimétrica, Kléber provou que ainda está na briga pela vaga na Copa do Mundo. O golaço de cobertura que marcou no fim da partida coroou sua sensacional atuação.
- O grande destaque do morno duelo entre São Paulo e Palmeiras, foi a atuação do atacante Dagoberto. Talvez querendo mostrar para o agora treinador do Verdão, Muricy Ramalho, seu antigo comandante, que tinha bola para ser melhor aproveitado no Tricolor, Dagoberto, principalmente no 1º tempo, voou em campo. Praticamente todas as jogadas do Sampa passaram por seus pés. E não foram jogadas comuns, mas belíssimas jogadas que deixaram o setor defensivo do Palmeiras de cabelo em pé. Infiltrações pelo meio, passes de calcanhar, passes de peito, chutes longos... O atacante tricolor fez de tudo um pouco. Talvez se seu ritmo não tivesse diminuído na 2ª etapa, o São Paulo conseguisse os três pontos.
- Como citei anteriormente, o Kléber teve uma excelente atuação na goleada do Internacional sobre o Goiás. Entretanto, o prêmio de melhor homem em campo deve ser dividido entra a dupla de pratas-da-casa colorada Giuliano/Marquinhos. Os dois jovens simplesmente destroçaram o sistema defensivo goiano, desde o apito inicial da partida. Para se ter uma idéia, com 5 minutos de jogo, Marquinhos já havia inaugurado o placar com um belo gol após assistência de Giuliano. E foi o jogo inteiro assim, com os dois mostrando grande velocidade e qualidade técnica. Queria dar um destaque ligeiramente maior para o Giuliano, que está começando a não sentir o peso de vestir a camisa 10 de um dos gigantes de nosso futebol, comandando as ações ofensivas da equipe com grande autoridade. Ah, como em quase todo jogo Guiñazu esteve impecável e onipresente. E o Maradona insiste em não convocá-lo. Abre o olho Dieguito!
MANDOU MAL!
- O clássico entre Palmeiras e São Paulo ficou devendo. Apesar de estar em campo as duas melhores defesas do Brasileiro, esperava assistir uma partida aberta, pois acredito que ambos já se deram conta de que empatar não é muito bom em um campeonato de pontos corridos. O que se viu em campo, porém, foi um Dagoberto tentando levar o São Paulo ao ataque, com sua conhecida qualidade técnica, e o restante dos jogadores sem nenhuma impetuosidade. Todos os jogadores de meio-de-campo que são responsáveis por organizar as jogadas ofensivas estiveram muito mal. Diego Souza e Cleiton Xavier, este último voltando de contusão, pelo Palmeiras, e os tricolores Jorge Wagner e Hernanes, não mostraram nenhum ímpeto para tentar levar suas equipes para frente. Por este motivo, o jogo ficou muito amarrado na meiúca e o zero a zero só castigou o Dagoberto. Por fim, a análise da atuação da dupla de ataque Obina/Ortigoza faz o torcedor do Verdão ter que agradecer, e muito, a contratação de Vagner Love.
- O duelo entre Internacional e Goiás marcava a volta de Fernandão ao Beira-Rio. Era um momento histórico, afinal Fernandão, agora atuando pelo Goiás, é sem dúvida alguma uma das maiores estrelas da vitoriosa história colorada. Porém, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro resolveu estragar o duelo quando, aos 13 minutos da 1ª etapa, expulsou Fernandão por uma falta onde nem cartão amarelo ele merecia receber. O Goiás já perdia por 1 a 0 e, a partir da expulsão, o caminho ficou aberto para o massacre vermelho.
JOGADA RÁPIDA!
Incrível! Dos 15 jogadores que possuem oito ou mais gols no Brasileirão, todos são atacantes. E isso porque Ronaldo e Fred estão contundidos faz tempo.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
CAMPEONATO BRASILEIRO 2009 - SÉRIE A
Santos 3 x 3 Internacional*
Barueri 2 x 2 Corinthians
Botafogo 1 x 1 Cruzeiro*
*jogos adiados do 1º turno
Olá amigos do FUTEBOLA!
Neste meado de semana ocorreram dois duelos atrasados do Brasileirão e uma adiantado. E viva o asterisco na tabela. Vamos aos comentários do jogo entre Botafogo e Cruzeiro.
Botafogo 1 x 1 Cruzeiro – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
MANDOU BEM!
- A atuação da dupla de meias do Botafogo no 1º tempo, no empate contra o Cruzeiro, foi excelente. Com muita movimentação e, principalmente, qualidade nos passes, Michael e Lúcio Flávio levaram a equipe para o ataque e foram os principais responsáveis pela vantagem obtida antes do intervalo. Se a capacidade técnica de Lúcio Flávio já é de conhecimento da torcida do Fogão, o jovem Michael começou a mostrar suas cartas. Com um precisão ímpar nos passes decisivos, Michael colocou todos seus companheiros ofensivos na cara do gol. Primeiro foi um lindo lançamento para André Lima que, sem companhia na área não deu prosseguimento na jogada. Logo depois, aproveitando um deslocamento perfeito de Lúcio Flávio, entre a zaga cruzeirense, Michael deu a assitência para o belo gol do Fogo. Por último, um ótimo lançamento para Victor Simões chutar para fora. Pena que o Botafogo recuou no 2º tempo, principalmente após a expulsão de Fahel. Se mantivesse a pressão e movimentação ofensiva, o Botafogo poderia conseguir os três pontos.
- Apesar de não ter realizado uma boa partida, mostrando apenas uma dose de sua velocidade e qualidade no drible, não poderia deixar de citar a estréia do equatoriano Guerrón como um ponto positivo da partida Botafogo x Cruzeiro. Um dos melhores jogadores que o futebol sul-americano produziu nos últimos tempos, Guerrón tem tudo para realizar uma dupla de muito sucesso com o “Gladiador” Kléber. Mesmo que acreditando ser por pouco tempo, o torcedor do Cruzeiro, e do futebol brasileiro em geral, terá a honra de assistir uma grande parceria. Estou torcendo muito para a dupla Guerrón/Kléber mostrar tudo que sabe pela Raposa.
MANDOU MAL!
- Pode parecer que o Botafogo só recuou na 2ª etapa pela infantil expulsão do volante Fahel. Porém, se analisarmos o final do 1º tempo, perceberemos que o Botafogo já estava mostrando a sua conhecida tendência de tentar apenas os contra-ataques quando consegue a vantagem no placar. Juro que não entendo. O Cruzeiro sofria horrores para acertar um passe, sua defesa não conseguia sair com bola, a leve marcação pressão exercida pelo Fogo dava resultado, Michael e Lúcio Flávio deitavam e rolavam ofensivamente e bastou um único golzinho marcado para o Botafogo mudar seu estilo. Acredito que mesmo se o Fahel não tivesse sido expulso, o Alvi-negro teria recuado excessivamente e deixaria o Cruzeiro crescer em campo.
- Péssimo o 1º tempo realizado pelo Cruzeiro, no Engenhão. Com exceção de uma ou duas boas jogadas de Guerrón pela direita e uma única aparição de Gilberto, o time mineiro nada fez. Perdido na defesa, sem criatividade e participação na meiúca e com um ataque que sentia uma falta absurda de Kléber e Wellington Paulista, o Cruzeiro merecia ir para o intervalo perdendo por mais de 1 a 0. Mesmo com desfalques e jogadores fora de forma, o Cruzeiro não pode realizar um 1º tempo com esta qualidade. Apesar de ter pressionado após o intervalo, acredito que a equipe não merecia a vitória pelo futebol ruim que mostrou nos primeiros 45 minutos.
Barueri 2 x 2 Corinthians
Botafogo 1 x 1 Cruzeiro*
*jogos adiados do 1º turno
Olá amigos do FUTEBOLA!
Neste meado de semana ocorreram dois duelos atrasados do Brasileirão e uma adiantado. E viva o asterisco na tabela. Vamos aos comentários do jogo entre Botafogo e Cruzeiro.
Botafogo 1 x 1 Cruzeiro – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
MANDOU BEM!
- A atuação da dupla de meias do Botafogo no 1º tempo, no empate contra o Cruzeiro, foi excelente. Com muita movimentação e, principalmente, qualidade nos passes, Michael e Lúcio Flávio levaram a equipe para o ataque e foram os principais responsáveis pela vantagem obtida antes do intervalo. Se a capacidade técnica de Lúcio Flávio já é de conhecimento da torcida do Fogão, o jovem Michael começou a mostrar suas cartas. Com um precisão ímpar nos passes decisivos, Michael colocou todos seus companheiros ofensivos na cara do gol. Primeiro foi um lindo lançamento para André Lima que, sem companhia na área não deu prosseguimento na jogada. Logo depois, aproveitando um deslocamento perfeito de Lúcio Flávio, entre a zaga cruzeirense, Michael deu a assitência para o belo gol do Fogo. Por último, um ótimo lançamento para Victor Simões chutar para fora. Pena que o Botafogo recuou no 2º tempo, principalmente após a expulsão de Fahel. Se mantivesse a pressão e movimentação ofensiva, o Botafogo poderia conseguir os três pontos.
- Apesar de não ter realizado uma boa partida, mostrando apenas uma dose de sua velocidade e qualidade no drible, não poderia deixar de citar a estréia do equatoriano Guerrón como um ponto positivo da partida Botafogo x Cruzeiro. Um dos melhores jogadores que o futebol sul-americano produziu nos últimos tempos, Guerrón tem tudo para realizar uma dupla de muito sucesso com o “Gladiador” Kléber. Mesmo que acreditando ser por pouco tempo, o torcedor do Cruzeiro, e do futebol brasileiro em geral, terá a honra de assistir uma grande parceria. Estou torcendo muito para a dupla Guerrón/Kléber mostrar tudo que sabe pela Raposa.
MANDOU MAL!
- Pode parecer que o Botafogo só recuou na 2ª etapa pela infantil expulsão do volante Fahel. Porém, se analisarmos o final do 1º tempo, perceberemos que o Botafogo já estava mostrando a sua conhecida tendência de tentar apenas os contra-ataques quando consegue a vantagem no placar. Juro que não entendo. O Cruzeiro sofria horrores para acertar um passe, sua defesa não conseguia sair com bola, a leve marcação pressão exercida pelo Fogo dava resultado, Michael e Lúcio Flávio deitavam e rolavam ofensivamente e bastou um único golzinho marcado para o Botafogo mudar seu estilo. Acredito que mesmo se o Fahel não tivesse sido expulso, o Alvi-negro teria recuado excessivamente e deixaria o Cruzeiro crescer em campo.
- Péssimo o 1º tempo realizado pelo Cruzeiro, no Engenhão. Com exceção de uma ou duas boas jogadas de Guerrón pela direita e uma única aparição de Gilberto, o time mineiro nada fez. Perdido na defesa, sem criatividade e participação na meiúca e com um ataque que sentia uma falta absurda de Kléber e Wellington Paulista, o Cruzeiro merecia ir para o intervalo perdendo por mais de 1 a 0. Mesmo com desfalques e jogadores fora de forma, o Cruzeiro não pode realizar um 1º tempo com esta qualidade. Apesar de ter pressionado após o intervalo, acredito que a equipe não merecia a vitória pelo futebol ruim que mostrou nos primeiros 45 minutos.
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