Internacional 1 x 0 Botafogo
Vasco 1 x 1 Cruzeiro
Ceará 2 x 2 Grêmio Prudente
Santos 2 x 0 Goiás
Corinthians 2 x 1 Vitória
Guarani 2 x 1 Flamengo
Atlético-MG 1 x 2 Palmeiras
Fluminense 2 x 2 São Paulo
Atlético-GO 2 x 2 Avaí
Atlético-PR 1 x 1 Grêmio
Fluminense 2 x 2 São Paulo – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Em um duelo de altíssimo nível no Maracanã, o Fluminense empatou com o São Paulo e deixou escapar dois pontos que poderão ser muito importantes no decorrer do campeonato. Quem comemorou o resultado foi o Corinthians, que, com o triunfo sobre o Vitória, diminuiu para três pontos a diferença para o ainda líder Fluminense.
O confronto no Maracanã apresentou dois tempos completamente diferentes. Na 1ª etapa, apesar de o Fluminense ter saído na frente do placar logo aos 8 minutos, com Deco marcando seu primeiro gol pelo clube, foi o São Paulo quem controlou as ações ofensivas. Assim como ocorreu diante do Vasco no domingo passado, o Fluminense abriu o placar cedo e decidiu adotar uma postura excessivamente defensiva para segurar o resultado e explorar apenas contra-ataques. E assim, como fez o Vasco naquele clássico, o São Paulo se aproveitou do recuo do Flu e tomou conta do jogo. Com bastante participação da dupla de volantes Jean e Richarlyson e do lateral-esquerdo Júnior César, o Sampa se acostumou com o campo de ataque e encurralou o Fluminense. Richarlyson após bela jogada pela esquerda do Fernandinho, Jean em chute longo e Júnior César levaram perigo ao gol defendido pelo Fernando Henrique. Entretanto, foi somente aos 34 minutos que a pressão são-paulina deu resultado, quando o goleiro-artilheiro Rogério Ceni cobrou falta com muita inteligência para marcar seu 90º gol na carreira e empatar o placar. E o jogo permaneceu empatado por pouquíssimo tempo pois, logo no minuto seguinte, Richarlyson alçou a pelota na área, Fernando Henrique saiu caçando borboletas e Fernandão mandou pro fundo das redes de cabeça. Os dois gols foram o castigo merecido para um Fluminense que se comportou de maneira completamente equivocada. Não que o Fluminense tenha que ter uma qualidade para trocar passes do mesmo nível da Espanha Campeã do Mundo, porém uma equipe que possui Deco e Conca não pode desvalorizar tanto a posse de bola como tem feito o Flu.
O Fluminense voltou do intervalo com a obrigação de partir pra cima do São Paulo em busca da vitória e, com um comportamento muito mais incisivo e impetuoso, agrediu o rival, conquistando o empate em menos de 15 minutos. A pressão exercida pelo Flu era tão grande que em 10 minutos a equipe assustou o Rogério Ceni em três oportunidades, duas vezes com o atacante Rodriguinho, que havia entrado no lugar do apagadíssimo Belletti que nada produziu ofensivamente nem defensivamente, e uma com o argentino Conca, de cabeça, após cruzamento do Mariano. O gol do empate surgiu aos 14 minutos, com o zagueiro Leandro Euzébio cabeceando com perfeição um córner cobrado pelo Conca. Depois de igualar o escore o Fluminense continuou em cima do São Paulo, tendo desperdiçado duas oportunidades incríveis para virar o jogo. Primeiro, aos 21 minutos, Rodriguinho não aproveitou uma rara bobeada de Rogério Ceni na saída de bola e arrematou pessimamente pra fora. Depois, aos 25, o árbitro Leandro Vuaden interpretou como intencional uma jogada onde o Richarlyson colocou o braço na bola dentro da área e assinalou penalidade máxima. Assistindo o replay do lance, acredito que o Richarlyson não tenha tido a intenção de colocar o braço na bola, porém, no calor do jogo, também teria marcado pênalti, pois o braço do são-paulino estava bastante aberto. Na cobrança da penalidade, Washington bateu muito mal e Rogério Ceni defendeu. Por estas e outras que o goleiro do Tricolor Paulista é um dos maiores jogadores que já vi. Além da segurança que passa para os companheiros, da liderança que possui sobre os mesmos e da genialidade nas bolas paradas, Rogério Ceni tem a frieza para impedir o líder do campeonato, mesmo com grande apoio das arquibancadas, de virar um jogo.
Mesmo depois do pênalti desperdiçado, o Fluminense ainda chegou perto de virar o placar em três oportunidades, com Deco, Júlio César e André Luís, porém não conseguiu sair de campo com os três pontos. E poderia ter sido pior para o Flu, pois aos 41 minutos o jovem meia são-paulino Marcelinho chutou por cima do gol uma grande chance de fazer sua equipe sair com a vitória. No fim das contas, apesar do jogão de bola, o empate foi ruim para o Flu, que viu a distância para o vice Corinthians diminuir, e para o São Paulo, que permanece longe do G4, atualmente G6 devido à presença de Internacional e Santos entre os quatro primeiros colocados.
TRÊS TOQUES!
- Flamengo e Vasco desperdiçaram excelentes oportunidades de subir na tabela. O Flamengo teve tudo para sair de Campinas com três pontos, pois vencia o Guarani por 1 x 0 e teve, através dos pés do centroavante Val Baiano, duas grandes chances de ampliar o marcador. Porém, Val Baiano perdeu as duas oportunidades e o Flamengo, mesmo depois de Marcelo Lomba defender um pênalti, conseguiu sofrer dois gols nos acréscimos e sair de campo derrotado. Já o Vasco, jogando em São Januário, abriu o placar diante do Cruzeiro em um golaço do Zé Roberto, mas cedeu o empate para os mineiros com um gol contra do zagueiro Fernando. Este foi o terceiro empate seguido do “Gigante da Colina”, que começa a mostrar que a formação da equipe com o quarteto Felipe/Zé Roberto/Carlos Alberto/Éder Luís, apesar da grande qualidade técnica, carece da presença de homem de referência.
- Na vitória do Santos diante do Goiás por 2 x 0, que colocou o “Peixe” na terceira colocação do Brasileirão, um fato merece destaque. Nesta partida, o atacante santista Neymar perdeu sua quinta cobrança de pênalti em 2010. Como estou longe de acreditar na máxima que diz que “pênalti é loteria”, é bom o Neymar aproveitar logo e começar a treinar cobranças de penalidades. Até o momento, nas cinco partidas em que ele desperdiçou pênaltis o Santos saiu vitorioso em quatro e empatou uma. Entretanto, se continuar com este péssimo aproveitamento nas penalidades, chegará o momento em que o erro será irreversível.
- Que momento péssimo vive o futebol goiano! Mesmo com os recentes bons resultados do Atlético Goianiense, que venceu o Palmeiras e empatou com o Avaí, e da vitória do Vila Nova sobre o Bragantino na Série B, o futebol na “Terra do Sertanejo” vive uma fase dramática. Enquanto Goiás e o Atlético Goianiense são, respectivamente, lanterna e vice-lanterna na Série A, o Vila Nova é o último colocado na Segundona.
domingo, 29 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
CAMPEONATO BRASILEIRO 2010 - 16ª RODADA
Goiás 0 x 3 Fluminense
Avaí 0 x 1 Internacional
Botafogo 1 x 0 Ceará
Grêmio Prudente 0 x 1 Atlético-PR
São Paulo 0 x 0 Vasco
Cruzeiro 1 x 0 Corinthians
Grêmio 1 x 2 Santos
Flamengo 0 x 0 Atlético-MG
Vitória 1 x 1 Guarani
Palmeiras 0 x 3 Atlético-GO
Olá amigos do FUTEBOLA!
Flamengo 0 x 0 Atlético Mineiro – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
No primeiro embate no Maracanã depois do início das obras visando a Copa do Mundo de 2014, Flamengo e Atlético Mineiro realizaram um jogo que espelhou o momento vivido por ambos no Brasileirão, ou seja, um jogo com pouca criatividade e que terminou com o placar mudo.
A estréia do jovem atacante Diogo, mesmo que longe das condições físicas ideais, pelo lado do Flamengo, deixava o torcedor rubro-negro mais esperançoso em ver uma evolução no péssimo setor ofensivo da equipe. Só para lembrar: nos últimos cinco jogos realizados, sem contar este duelo contra o Galo, o Fla havia sacudido o filó apenas uma vez, em gol de pênalti de Petkovic contra o Ceará. Pelo lado do Atlético Mineiro a situação ofensiva também é de deixar o torcedor com todas as pulgas atrás da orelha. Nos cinco jogos antes deste confronto contra o Fla o Galo passou quatro deles sem balançar as redes.
Durante os primeiros 30 minutos do 1º tempo, Flamengo e Atlético Mineiro mostraram o motivo desta constante falta de gols. Enquanto o Fla trocava passes sem mostrar a mínima penetração, tendo assustado o goleiro atleticano Fábio Costa apenas em uma cobrança de falta do Petkovic, o Atlético apenas se defendia. Como Renato e Petkovic, pelo lado do Flamengo, e Ricardinho e Diego Souza, pelo Atlético, não apresentavam um pingo de inspiração, ambas as equipes sofriam para criar oportunidades ofensivas de qualidade. Apenas durante um intervalo de 5 minutos, entre 30 e 35, que alguma criatividade foi vista na 1ª etapa, quando Diego Souza deixou Rafael Jataí e Diego Tardelli cara a cara com Marcelo Lomba, e o estreante Diogo fez uma jogada genial deixando Leandro Amaral livre, leve e solto para marcar. Porém as finalizações das jogadas não foram do mesmo nível das assistências e a partida foi para o intervalo com o placar inalterado.
Para a 2ª etapa o Atlético Mineiro voltou com maior atitude ofensiva e por pouco não abriu o placar. Primeiro, logo aos 6 minutos, Diego Souza arrancou e a pelota sobrou nos pés de Serginho que arrematou em cima do goleiro Lomba. Depois, aos 12, o jovem ala-esquerda atleticano Eron, de apenas 18 anos e que fazia sua primeira partida como profissional, e por sinal fez boa estréia, chegou à linha de fundo em bela jogada que fez o torcedor flamenguista prender a respiração. Depois desta pequena pressão do Atlético, o Flamengo voltou a controlar a posse de bola e se postar ofensivaente, mesmo sem ser muito incisivo. Aos 17 minutos, o treinador Rogério Lourenço colocou o jovem lateral Galhardo como meia, bem aberto pelo setor direito, buscando aumentar a produtividade do Fla. E o garoto realmente entrou bem no jogo, finalizando uma vez e participando de uma jogada com Léo Moura que Diogo cabeceou para fora.
Nos últimos 15 minutos do duelo, contra um Atlético que novamente apenas se defendia, o Flamengo passou a buscar o gol na base do abafa. Juan e Léo Moura já partiam para o ataque de qualquer maneira e a entrada de Galhardo pela direita deixou de ser explorada com organização. Neste abafa, a única coisa que o Fla conseguiu foi acertar uma bola no travessão em chute de Val Baiano que Fábio Costa espalmou. E com o apito final, mais uma vez Flamengo e Atlético Mineiro saíram de campo sem fazer a alegria da galera.
TRÊS TOQUES!
- Tudo bem que PC Gusmão vem realizando um excelente trabalho com o Vasco no Campeonato Brasileiro. O treinador, depois de largar o Ceará sem perder nenhuma partida, permanece invicto no comando do Vasco. Entretanto, apesar de em algumas situações o empate fora de casa ser um bom resultado na competição, o Vasco não pode se comportar como se comportou diante do São Paulo no Morumbi. Passar 90 minutos com uma mentalidade totalmente defensiva e sem acertar sequer um chute ao gol adversário não condiz com a grande história vascaína.
- Fluminense e Botafogo seguem realizando incríveis campanhas no Brasileirão. Enquanto o Fluminense, contando com todo o talento de Deco, triturou o Goiás por 3 x 0, alcançando sua quinta vitória seguida fora do Rio de Janeiro e abrindo cinco pontos de vantagem para o vice Corinthians, o Fogão venceu o Ceará no Engenhão e chegou à excelente marca de cinco vitórias seguidas. Muricy Ramalho, Joel Santana e seus respectivos comandados merecem todos os aplausos possíveis pelo trabalho que estão realizando.
- No dia em que o Palmeiras completava 96 anos de história, o Atlético Goianiense, lanterna do campeonato, resolveu aplicar uma daquelas que fazem do futebol o esporte mais imprevisível e sapecou 3 x 0 em pleno Pacaembu. Tenho certeza que Felipão não esperava por uma campanha destas quando assinou com o Verdão.
Avaí 0 x 1 Internacional
Botafogo 1 x 0 Ceará
Grêmio Prudente 0 x 1 Atlético-PR
São Paulo 0 x 0 Vasco
Cruzeiro 1 x 0 Corinthians
Grêmio 1 x 2 Santos
Flamengo 0 x 0 Atlético-MG
Vitória 1 x 1 Guarani
Palmeiras 0 x 3 Atlético-GO
Olá amigos do FUTEBOLA!
Flamengo 0 x 0 Atlético Mineiro – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
No primeiro embate no Maracanã depois do início das obras visando a Copa do Mundo de 2014, Flamengo e Atlético Mineiro realizaram um jogo que espelhou o momento vivido por ambos no Brasileirão, ou seja, um jogo com pouca criatividade e que terminou com o placar mudo.
A estréia do jovem atacante Diogo, mesmo que longe das condições físicas ideais, pelo lado do Flamengo, deixava o torcedor rubro-negro mais esperançoso em ver uma evolução no péssimo setor ofensivo da equipe. Só para lembrar: nos últimos cinco jogos realizados, sem contar este duelo contra o Galo, o Fla havia sacudido o filó apenas uma vez, em gol de pênalti de Petkovic contra o Ceará. Pelo lado do Atlético Mineiro a situação ofensiva também é de deixar o torcedor com todas as pulgas atrás da orelha. Nos cinco jogos antes deste confronto contra o Fla o Galo passou quatro deles sem balançar as redes.
Durante os primeiros 30 minutos do 1º tempo, Flamengo e Atlético Mineiro mostraram o motivo desta constante falta de gols. Enquanto o Fla trocava passes sem mostrar a mínima penetração, tendo assustado o goleiro atleticano Fábio Costa apenas em uma cobrança de falta do Petkovic, o Atlético apenas se defendia. Como Renato e Petkovic, pelo lado do Flamengo, e Ricardinho e Diego Souza, pelo Atlético, não apresentavam um pingo de inspiração, ambas as equipes sofriam para criar oportunidades ofensivas de qualidade. Apenas durante um intervalo de 5 minutos, entre 30 e 35, que alguma criatividade foi vista na 1ª etapa, quando Diego Souza deixou Rafael Jataí e Diego Tardelli cara a cara com Marcelo Lomba, e o estreante Diogo fez uma jogada genial deixando Leandro Amaral livre, leve e solto para marcar. Porém as finalizações das jogadas não foram do mesmo nível das assistências e a partida foi para o intervalo com o placar inalterado.
Para a 2ª etapa o Atlético Mineiro voltou com maior atitude ofensiva e por pouco não abriu o placar. Primeiro, logo aos 6 minutos, Diego Souza arrancou e a pelota sobrou nos pés de Serginho que arrematou em cima do goleiro Lomba. Depois, aos 12, o jovem ala-esquerda atleticano Eron, de apenas 18 anos e que fazia sua primeira partida como profissional, e por sinal fez boa estréia, chegou à linha de fundo em bela jogada que fez o torcedor flamenguista prender a respiração. Depois desta pequena pressão do Atlético, o Flamengo voltou a controlar a posse de bola e se postar ofensivaente, mesmo sem ser muito incisivo. Aos 17 minutos, o treinador Rogério Lourenço colocou o jovem lateral Galhardo como meia, bem aberto pelo setor direito, buscando aumentar a produtividade do Fla. E o garoto realmente entrou bem no jogo, finalizando uma vez e participando de uma jogada com Léo Moura que Diogo cabeceou para fora.
Nos últimos 15 minutos do duelo, contra um Atlético que novamente apenas se defendia, o Flamengo passou a buscar o gol na base do abafa. Juan e Léo Moura já partiam para o ataque de qualquer maneira e a entrada de Galhardo pela direita deixou de ser explorada com organização. Neste abafa, a única coisa que o Fla conseguiu foi acertar uma bola no travessão em chute de Val Baiano que Fábio Costa espalmou. E com o apito final, mais uma vez Flamengo e Atlético Mineiro saíram de campo sem fazer a alegria da galera.
TRÊS TOQUES!
- Tudo bem que PC Gusmão vem realizando um excelente trabalho com o Vasco no Campeonato Brasileiro. O treinador, depois de largar o Ceará sem perder nenhuma partida, permanece invicto no comando do Vasco. Entretanto, apesar de em algumas situações o empate fora de casa ser um bom resultado na competição, o Vasco não pode se comportar como se comportou diante do São Paulo no Morumbi. Passar 90 minutos com uma mentalidade totalmente defensiva e sem acertar sequer um chute ao gol adversário não condiz com a grande história vascaína.
- Fluminense e Botafogo seguem realizando incríveis campanhas no Brasileirão. Enquanto o Fluminense, contando com todo o talento de Deco, triturou o Goiás por 3 x 0, alcançando sua quinta vitória seguida fora do Rio de Janeiro e abrindo cinco pontos de vantagem para o vice Corinthians, o Fogão venceu o Ceará no Engenhão e chegou à excelente marca de cinco vitórias seguidas. Muricy Ramalho, Joel Santana e seus respectivos comandados merecem todos os aplausos possíveis pelo trabalho que estão realizando.
- No dia em que o Palmeiras completava 96 anos de história, o Atlético Goianiense, lanterna do campeonato, resolveu aplicar uma daquelas que fazem do futebol o esporte mais imprevisível e sapecou 3 x 0 em pleno Pacaembu. Tenho certeza que Felipão não esperava por uma campanha destas quando assinou com o Verdão.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
PREMIER LEAGUE 2010/2011 - 2ª RODADA

RESULTADOS
Arsenal 6 - 0 Blackpool
Birmingham 2 - 1 Blackburn
Everton 1 - 1 Wolverhampton
Stoke City 1 - 2 Tottenham
West Bromwich 1 - 0 Sunderland
West Ham 1 - 3 Bolton
Wigan 0 - 6 Chelsea
Newcastle 6 - 0 Aston Villa
Fulham 2 - 2 Manchester United
Manchester City 3 - 0 Liverpool
ARTILHEIROS (todos com 3 gols marcados)
Andrew Carrow (Newcastle)
Didier Drogba (Chelsea)
Florent Malouda (Chelsea)
Theo Walcott (Arsenal)
COMENTÁRIOS
Fulham 2 x 2 Manchester United – Craven Cottage
- A primeira metade do 1º tempo mostrou um Manchester United bastante superior, com aproximadamente 70% da posse de bola, participação dos volantes na criação das jogadas e o goleiro do Fulham, Stockdale, trabalhando bastante. Porém, apesar do bom trabalho do arqueiro da casa, o Manchester conseguiu abrir o placar com um perfeito arremate longo de Paul Scholes. Impressionante como a idade parece não prejudicar em nada o desempenho do volante Scholes, que, com 35 anos, continua com passes e chutes precisos e preciosos em seu repertório. Depois do gol, o Manchester diminuiu bastante o seu ritmo, permitiu que o Fulham gostasse do jogo e duas defesas espetaculares do Van Der Sar impediram o duelo de ir para o intervalo empatado. Se o jogo já havia sido agitado na 1ª etapa, os últimos 45 minutos foram ainda melhores. O Fulham voltou do intervalo com o mesmo ímpeto do fim da 1ª etapa e, logo aos 12 minutos, em jogada que Duff deu lindo drible de letra em Evra, chegou ao empate com o meia Davies. Vendo a vitória escapar, o Manchester teve que partir para o ataque, porém só começou a ter êxito nas tramas ofensivas depois das entradas de Nani, Owen e Giggs, pois Park, Hernandez e Valencia, os substituídos, não estiveram em boa jornada. Enquanto o Manchester criava suas oportunidades com a bola parada, o Fulham revidava na mesma moeda. Aos 38 minutos, em córner alçado na área do Fulham, o zagueiro Hangeland colocou a redonda no fundo do próprio filó. Dois minutinhos depois outra pixotada do Fulham poderia ter decidido a partida quando o meia Duff meteu a mão na bola dentro da área. Era o lance pra fechar o caixão do Fulham, porém Nani cobrou a penalidade com muita displicência e o goleiro Stockdale defendeu. Com Giggs e Scholes em campo, estou tentando entender até agora o motivo de terem permitido o Nani cobrar o penal. E o castigo dos “Red Devils” veio a cavalo. Aos 44 minutos, o zagueiro Hangeland, que apesar de ter marcado um gol contra realizou ótima partida, aproveitou córner cobrado e, de cabeça, sacudiu o barbante do lado certo. Foi o empate do Fulham neste jogão de bola.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
CAMPEONATO BRASILEIRO 2010 - 15ª RODADA
Goiás 1 x 2 Grêmio Prudente
Botafogo 1 x 0 Avaí
Ceará 2 x 1 Grêmio
Santos 2 x 0 Atlético-MG
Guarani 0 x 0 Palmeiras
Atlético-PR 1 x 0 Flamengo
Internacional 1 x 1 Atlético-GO
Corinthians 3 x 0 São Paulo
Vasco 2 x 2 Fluminense
Cruzeiro 0 x 1 Vitória
Olá amigos do FUTEBOLA!
Botafogo 1 x 0 Avaí – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
No duelo entre os, até então, dois melhores ataques do Brasileirão, o Botafogo bateu o Avaí por 1 x 0, fez a alegria de mais de 35 mil alvinegros presentes no Engenhão e alcançou a terceira posição do Campeonato Brasileiro.
Antes do início do confronto a expectativa era a de uma grande partida, apesar de o Avaí ir para o jogo muito desfalcado. O zagueiro Rafal, os meias Caio e Rudinei e os atacantes Davi e Roberto eram as ausências na equipe catarinense. Presente no estádio, o que exemplifica a importância da partida, estava o treinador da Seleção Brasileira Mano Menezes, com a missão de observar possíveis convocados para vestir a amarelinha. Tinha tudo pra ser um belo jogo, mas não foi. Na realidade, foi um jogo muito fraco tecnicamente e praticamente sem emoções. Durante toda a 1ª etapa, o Avaí sequer assustou o goleiro botafoguense Jefferson. Já o Fogão, com seu veloz trio formado por Herrera, Jobson e Maicosuel, nada conseguiu diante do sistema defensivo avaiano, muito bem armado pelo treinador Antônio Lopes. Ou melhor, conseguiu furá-lo apenas uma vez, com sua arma nada secreta. Desde o início do ano, o Bota tem na bola parada seu melhor caminho para chegar ao gol adversário. E foi assim que o “Glorioso” criou o único lance digno de nota dos primeiros 45 minutos, quando, aos 31, Maicosuel cobrou falta na área e o zagueiro Fábio Ferreira, com um sutil desvio de cabeça, sacudiu o barbante.
No intervalo, Antônio Lopes, tentando aumentar a produtividade ofensiva de sua equipe, que era praticamente nula, colocou o veterano ex-flamenguista Sávio em campo. Naõ adiantou muito. Os primeiros minutos da 2ª etapa reproduziram com perfeição o que ocorrera antes do intervalo e o jogo nada mudou. Entretanto, aos 21 minutos, enfim o goleiro Jefferson fez valer um poquinho a presença de Mano Menezes no Engenhão quando realizou duas defesas sensacionais em finalizações seguidas dos zagueiros Gabriel e Emerson. E daí até o apito final Mano não veria mais nada que o alegrasse. Joel Santana até tentou mudar o Fogão, promovendo as entradas de Caio, Edno e Loco Abreu, ou seja, reestruturou todo seu ataque, porém a partida foi até o com dois chutes longos, um do Somália e outro do Marcelo Matos, e um bom passe do Maicosuel para o Edno. Falando em Maicosuel, acredito que o “Mago Alvinegro” perdeu uma grande oportunidade de mostrar que pode servir a Seleção Brasileira. É claro que ele ainda terá bastante tempo para mostrar seu valor para o Mano, mas, depois desta última semana, o colorado Giuliano está um passo à sua frente.
Na próxima quarta-feira, novamente no Engenhão, o Botafogo enfrentará outro adversário do G4, o Ceará. E o Fogão tem tudo para conquistar mais três pontos e apresentar um futebol melhor do que o deste último sábado.
Vasco 2 x 2 Fluminense – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Vasco e Fluminense fizeram um jogão de bola no lotado Maracanã com mais de 80 mil torcedores. Apesar do empate, tanto torcedores tricolores quanto vascaínos sairam do “Maior do Mundo” com um largo sorriso, afinal seus clubes retribuíram a festa nas arquibancadas e lhes proporcionaram um verdadeiro espetáculo de futebol.
Provando que não é o líder isolado do Brasileirão à toa, o Fluminense iniciou a partida à mil por hora. Comandados, para variar, pelo argentino Darío Conca, o Flu rapidamente fez a alegria de sua torcida. Logo aos 6 minutos, Conca cobrou córner na área, Gum cabeceou a redonda para linda defesa de Fernando Prass e pegou o rebote para abrir o placar. Quatro minutinhos depois, Washington fez belo trabalho de pivô e Conca quase marcou um golaço. O Vasco estava perdido em campo e o Fluminense tinha tudo para decidir o clássico logo na 1ª etapa. Porém, assim como constantemente fazia o recente e campeoníssimo São Paulo do Muricy Ramalho, o Fluminense caiu na bobeira de recuar para segurar o resultado e apenas explorar os contra-ataques. Resultado: o Vasco, sem passar o sufoco dos primeiros minutos, conseguiu se organizar em campo e o Flu não acertou sequer um contra-golpe. A mais destacada mudança ocorrida no Vasco foi o avanço de Felipe que inicara a partida na ala-esquerda. Não que o camisa 6 tenha produzido bastante ofensivamente, porém com Nílton mais aberto pela esquerda o sistema defensivo vascaíno ficou mais organizado e as subidas do ala-direita Mariano, um das grandes armas do Flu, não apareceu. O maior problema causado pelo recuo tricolor, entretanto, foi que permitiu a aparição de um jogador que até então não estava conseguindo apresentar sua qualidade com a redonda nos pés. E como tem qualidade esse tal de Carlos Alberto... Depois de tanto pará-lo com faltas, o Fluminense não conseguiu segurar uma sensacional arrancada sua aos 37 minutos e ele deixou a bola limpa com Éder Luís que só teve o trabalho de arrematar rasteiro, cara a cara com Fernando Henrique que nada pôde fazer.
Se o Flu começou o 1º tempo voando, foi o Vasco que iniciou a 2ª etapa com o dedo na tomada. Logo aos 3 minutos Carlos Alberto ganhou divida de Diguinho, arrancou com a pelota nos pés e deixou Fágner livre, leve e solto para virar o placar. Impressionante como o craque ainda faz a diferença no futebol. Em duas arrancadas individuais Carlos Alberto destruiu a muralha armada por Muricy Ramalho e o Vasco passou a liderar o duelo. Somente neste momento, com o placar adverso, que o Fluminense se lembrou que a melhor arma para parar Carlos Alberto e companhia era voltar a atacar. Em minha opinião, uma equipe como o Flu, que está caminhando firme e forte rumo ao título, não pode se dar ao luxo de tomar uma virada por adotar uma postura de time pequeno. Contando com um arsenal de armas ofensivas, como os avanços do Mariano, a velocidade do Emerson, o faro de gol do Washington, a maestria de Conca, o Flu não pode pensar em segurar resultados ainda na 1ª etapa de uma partida.
Por sorte dos tricolores ainda houve tempo para o Fluminense se recuperar, graças à uma pixotada dupla dos cruzmaltinos Felipe e Zé Roberto. Aos 15 minutos Felipe deu uma bobeada gigantesca ao tentar sair com a bola dominada de sua área, o “Sheik”Emerson lhe roubou a pelota, rolou pro meio do pagode, Zé Roberto dormiu no ponto e Júlio César empurrou pro fundo das redes. O Vasco sentiu o gol sofrido e o Fluzão cresceu demais na partida. Conca voltou a comandar as ações ofensivas e por pouco o Tricolor não virou o jogo com Emerson e novamente Júlio César. O treinador Paulo Cáesar Gusmão até tentou trazer o Vasco de volta para a partida com as entradas dos jovens Carlinhos, Alan e Jonathan, porém não teve sucesso em suas alterações. Falando em alterações, um grande momento deste clássico foi justamente uma substituição. Aos 29 minutos da 2ª etapa, a parte tricolor do Maraca veio abaixo com a entrada de Deco no lugar de Diguinho. E, aos 40 minutos, o luso-brasileiro perdeu a chance de já virar ídolo em sua estréia, quando isolou a redonda desperdiçando uma chance incrível após linda jogada de Júlio César pela esquerda, que diga-se de passagem fez, em minha opinião, sua melhor atuação em 2010. E por pouco o Flu não foi castigado por esta chance que o Deco jogou no lixo, já que, aos 47 minutos, Carlos Alberto quase aprontou mais uma ao se livrar da defesa tricolor e bater cruzado para fora, fazendo cada presente no Maraca prender a respiração.
Em termos de tabela o empate foi ruim tanto para o Flu, que viu sua diferença para o vice Corinthians diminuir, como para o Vasco, que ficou mais distante do G4. Entretanto, as duas equipes mostraram que possuem força para alcançarem estes seus respectivos objetivos no Brasileirão.
Botafogo 1 x 0 Avaí
Ceará 2 x 1 Grêmio
Santos 2 x 0 Atlético-MG
Guarani 0 x 0 Palmeiras
Atlético-PR 1 x 0 Flamengo
Internacional 1 x 1 Atlético-GO
Corinthians 3 x 0 São Paulo
Vasco 2 x 2 Fluminense
Cruzeiro 0 x 1 Vitória
Olá amigos do FUTEBOLA!
Botafogo 1 x 0 Avaí – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)
No duelo entre os, até então, dois melhores ataques do Brasileirão, o Botafogo bateu o Avaí por 1 x 0, fez a alegria de mais de 35 mil alvinegros presentes no Engenhão e alcançou a terceira posição do Campeonato Brasileiro.
Antes do início do confronto a expectativa era a de uma grande partida, apesar de o Avaí ir para o jogo muito desfalcado. O zagueiro Rafal, os meias Caio e Rudinei e os atacantes Davi e Roberto eram as ausências na equipe catarinense. Presente no estádio, o que exemplifica a importância da partida, estava o treinador da Seleção Brasileira Mano Menezes, com a missão de observar possíveis convocados para vestir a amarelinha. Tinha tudo pra ser um belo jogo, mas não foi. Na realidade, foi um jogo muito fraco tecnicamente e praticamente sem emoções. Durante toda a 1ª etapa, o Avaí sequer assustou o goleiro botafoguense Jefferson. Já o Fogão, com seu veloz trio formado por Herrera, Jobson e Maicosuel, nada conseguiu diante do sistema defensivo avaiano, muito bem armado pelo treinador Antônio Lopes. Ou melhor, conseguiu furá-lo apenas uma vez, com sua arma nada secreta. Desde o início do ano, o Bota tem na bola parada seu melhor caminho para chegar ao gol adversário. E foi assim que o “Glorioso” criou o único lance digno de nota dos primeiros 45 minutos, quando, aos 31, Maicosuel cobrou falta na área e o zagueiro Fábio Ferreira, com um sutil desvio de cabeça, sacudiu o barbante.
No intervalo, Antônio Lopes, tentando aumentar a produtividade ofensiva de sua equipe, que era praticamente nula, colocou o veterano ex-flamenguista Sávio em campo. Naõ adiantou muito. Os primeiros minutos da 2ª etapa reproduziram com perfeição o que ocorrera antes do intervalo e o jogo nada mudou. Entretanto, aos 21 minutos, enfim o goleiro Jefferson fez valer um poquinho a presença de Mano Menezes no Engenhão quando realizou duas defesas sensacionais em finalizações seguidas dos zagueiros Gabriel e Emerson. E daí até o apito final Mano não veria mais nada que o alegrasse. Joel Santana até tentou mudar o Fogão, promovendo as entradas de Caio, Edno e Loco Abreu, ou seja, reestruturou todo seu ataque, porém a partida foi até o com dois chutes longos, um do Somália e outro do Marcelo Matos, e um bom passe do Maicosuel para o Edno. Falando em Maicosuel, acredito que o “Mago Alvinegro” perdeu uma grande oportunidade de mostrar que pode servir a Seleção Brasileira. É claro que ele ainda terá bastante tempo para mostrar seu valor para o Mano, mas, depois desta última semana, o colorado Giuliano está um passo à sua frente.
Na próxima quarta-feira, novamente no Engenhão, o Botafogo enfrentará outro adversário do G4, o Ceará. E o Fogão tem tudo para conquistar mais três pontos e apresentar um futebol melhor do que o deste último sábado.
Vasco 2 x 2 Fluminense – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Vasco e Fluminense fizeram um jogão de bola no lotado Maracanã com mais de 80 mil torcedores. Apesar do empate, tanto torcedores tricolores quanto vascaínos sairam do “Maior do Mundo” com um largo sorriso, afinal seus clubes retribuíram a festa nas arquibancadas e lhes proporcionaram um verdadeiro espetáculo de futebol.
Provando que não é o líder isolado do Brasileirão à toa, o Fluminense iniciou a partida à mil por hora. Comandados, para variar, pelo argentino Darío Conca, o Flu rapidamente fez a alegria de sua torcida. Logo aos 6 minutos, Conca cobrou córner na área, Gum cabeceou a redonda para linda defesa de Fernando Prass e pegou o rebote para abrir o placar. Quatro minutinhos depois, Washington fez belo trabalho de pivô e Conca quase marcou um golaço. O Vasco estava perdido em campo e o Fluminense tinha tudo para decidir o clássico logo na 1ª etapa. Porém, assim como constantemente fazia o recente e campeoníssimo São Paulo do Muricy Ramalho, o Fluminense caiu na bobeira de recuar para segurar o resultado e apenas explorar os contra-ataques. Resultado: o Vasco, sem passar o sufoco dos primeiros minutos, conseguiu se organizar em campo e o Flu não acertou sequer um contra-golpe. A mais destacada mudança ocorrida no Vasco foi o avanço de Felipe que inicara a partida na ala-esquerda. Não que o camisa 6 tenha produzido bastante ofensivamente, porém com Nílton mais aberto pela esquerda o sistema defensivo vascaíno ficou mais organizado e as subidas do ala-direita Mariano, um das grandes armas do Flu, não apareceu. O maior problema causado pelo recuo tricolor, entretanto, foi que permitiu a aparição de um jogador que até então não estava conseguindo apresentar sua qualidade com a redonda nos pés. E como tem qualidade esse tal de Carlos Alberto... Depois de tanto pará-lo com faltas, o Fluminense não conseguiu segurar uma sensacional arrancada sua aos 37 minutos e ele deixou a bola limpa com Éder Luís que só teve o trabalho de arrematar rasteiro, cara a cara com Fernando Henrique que nada pôde fazer.
Se o Flu começou o 1º tempo voando, foi o Vasco que iniciou a 2ª etapa com o dedo na tomada. Logo aos 3 minutos Carlos Alberto ganhou divida de Diguinho, arrancou com a pelota nos pés e deixou Fágner livre, leve e solto para virar o placar. Impressionante como o craque ainda faz a diferença no futebol. Em duas arrancadas individuais Carlos Alberto destruiu a muralha armada por Muricy Ramalho e o Vasco passou a liderar o duelo. Somente neste momento, com o placar adverso, que o Fluminense se lembrou que a melhor arma para parar Carlos Alberto e companhia era voltar a atacar. Em minha opinião, uma equipe como o Flu, que está caminhando firme e forte rumo ao título, não pode se dar ao luxo de tomar uma virada por adotar uma postura de time pequeno. Contando com um arsenal de armas ofensivas, como os avanços do Mariano, a velocidade do Emerson, o faro de gol do Washington, a maestria de Conca, o Flu não pode pensar em segurar resultados ainda na 1ª etapa de uma partida.
Por sorte dos tricolores ainda houve tempo para o Fluminense se recuperar, graças à uma pixotada dupla dos cruzmaltinos Felipe e Zé Roberto. Aos 15 minutos Felipe deu uma bobeada gigantesca ao tentar sair com a bola dominada de sua área, o “Sheik”Emerson lhe roubou a pelota, rolou pro meio do pagode, Zé Roberto dormiu no ponto e Júlio César empurrou pro fundo das redes. O Vasco sentiu o gol sofrido e o Fluzão cresceu demais na partida. Conca voltou a comandar as ações ofensivas e por pouco o Tricolor não virou o jogo com Emerson e novamente Júlio César. O treinador Paulo Cáesar Gusmão até tentou trazer o Vasco de volta para a partida com as entradas dos jovens Carlinhos, Alan e Jonathan, porém não teve sucesso em suas alterações. Falando em alterações, um grande momento deste clássico foi justamente uma substituição. Aos 29 minutos da 2ª etapa, a parte tricolor do Maraca veio abaixo com a entrada de Deco no lugar de Diguinho. E, aos 40 minutos, o luso-brasileiro perdeu a chance de já virar ídolo em sua estréia, quando isolou a redonda desperdiçando uma chance incrível após linda jogada de Júlio César pela esquerda, que diga-se de passagem fez, em minha opinião, sua melhor atuação em 2010. E por pouco o Flu não foi castigado por esta chance que o Deco jogou no lixo, já que, aos 47 minutos, Carlos Alberto quase aprontou mais uma ao se livrar da defesa tricolor e bater cruzado para fora, fazendo cada presente no Maraca prender a respiração.
Em termos de tabela o empate foi ruim tanto para o Flu, que viu sua diferença para o vice Corinthians diminuir, como para o Vasco, que ficou mais distante do G4. Entretanto, as duas equipes mostraram que possuem força para alcançarem estes seus respectivos objetivos no Brasileirão.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
COPA LIBERTADORES DA AMÉRICA 2010 - FINAL
Olá amigos do FUTEBOLA!
Internacional 3 x 1 Chivas – Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
Depois de realizar um 1º tempo pra deixar todos seus torcedores apreensivos, o Internacional voltou com tudo do interavalo, mostrou sua grande superioridade técnica, marcou três gols e conquistou o Bicampeonato da Libertadores.
Durante os primeiros 45 minutos de jogo, o Internacional se mostrou muito tenso em campo e não conseguiu apresentar um bom futebol. Claramente desconcentrado, o Colorado parecia pensar apenas no apito final e não conseguia trocar passes com eficiência, o que dificultava o controle do jogo e a criação de oportunidades de gols. Por outro lado, o Chivas, mesmo com três homens de frente, Bravo, Bautista e Arellano, não mostrou o mínimo de capacidade ofensiva para construir uma trama bem trabalhada. Resumo da ópera: a pelota queimou nos pés das duas equipes em toda a 1ª etapa. E foi neste panorama de um Internacional nervoso o suficiente para não reter a redonda e o Chivas incapaz de organizar um ataque bem feito que, aos 42 minutos, o volante Baez alçou bola na área colorada, Bravo venceu o zagueiro Bolívar pelo alto, em minha opinião foi uma falha do capitão do Inter, e tocou de cabeça para Fabián acertar um belo voleio/puxeta e abrir o placar para os mexicanos.
“Se a situação no gramado não era boa quando estávamos com a vantagem, imagina agora” – deve ter pensado o torcedor colorado. Porém, os comandados de Celso Roth voltaram para a 2ª etapa com uma postura completamente diferente e, desde o primeiro minuto, conseguiram se impor ofensivamente e construir as jogadas que haviam sumido antes do intervalo. Algumas explicações para o aumento da produtividade do Inter na 2ª etapa são: troca de posição do Taison, que saiu da ponta-esquerda para a ponta direita e começou a mostrar seu talento individual, maior presença do excelente lateral-esquerdo Kléber no campo de ataque e Rafael Sóbis enfim começou a receber a redonda dentro da área mexicana. Depois de dominar por competo os primeiros 15 minutos do 2º tempo, tendo criado duas ótimas chances de empatar a partida, com Taison em chute de fora da área e Rafael Sóbis após receber lindo passe de Kléber, o Internacional enfim igualou o escore aos 16 minutos, quando o agora participativo Kléber deu perfeito cruzamento, novamente para Sóbis, e desta vez o ídolo recém-repatriado não desperdiçou. O gol de empate foi o golpe perfeito para o Internacional caminhar com tranquilidade rumo ao título. Sem repetir os erros e o nervosismo da 1ª etapa, o Colorado controlou a posse de bola e o jogo com maestria e ainda balançou as redes mais duas vezes, ambas com pratas-da-casa, assim como o autor do primeiro tento, Rafael Sóbis. Primeiro, aos 31 minutos, o estreante na Libertadores Leandro Damião roubou a pelota na linha central e arrancou com tudo até o forte arremate que o goleiro Michel não conseguiu salvar. Quinze minutinhos depois, já com a torcida comemorando o título, o talismã Giuliano, artilheiro colorado no torneio com 6 gols, deixou sua marca. E não foi uma marca qualquer, mas uma verdadeira obra-prima. Com a pelota em seus pés na entrada da área, Giuliano tentou o lance que parecia mais difícil, mais improvável, mais espetacular. Com um leve toque o meia passou por entre dois marcadores e, com mais suavidade ainda, como se estivesse assoprando a bola, ele encobriu o deitado goleiro e a redonda foi beijar o filó. Golaçoaçoaço. Pra fechar com chave de ouro a atuação do Inter na 2ª etapa.
Nem mesmo o gol de Araújo, aos 47 minutos, após cobrança de falta de Bautista na trave, foi capaz de diminuir o volume do torcedor na festa que era o Beira-Rio. O título já estava garantido. A América já era vermelha. Assim como também era vermelho o terno do Rei Pelé, que abrilhantou ainda mais a festa ao participar da entrega do troféu.
PARABÉNS, COLORADO DAS GLÓRIAS, ORGULHO DO BRASIL!!!
Internacional 3 x 1 Chivas – Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
Depois de realizar um 1º tempo pra deixar todos seus torcedores apreensivos, o Internacional voltou com tudo do interavalo, mostrou sua grande superioridade técnica, marcou três gols e conquistou o Bicampeonato da Libertadores.
Durante os primeiros 45 minutos de jogo, o Internacional se mostrou muito tenso em campo e não conseguiu apresentar um bom futebol. Claramente desconcentrado, o Colorado parecia pensar apenas no apito final e não conseguia trocar passes com eficiência, o que dificultava o controle do jogo e a criação de oportunidades de gols. Por outro lado, o Chivas, mesmo com três homens de frente, Bravo, Bautista e Arellano, não mostrou o mínimo de capacidade ofensiva para construir uma trama bem trabalhada. Resumo da ópera: a pelota queimou nos pés das duas equipes em toda a 1ª etapa. E foi neste panorama de um Internacional nervoso o suficiente para não reter a redonda e o Chivas incapaz de organizar um ataque bem feito que, aos 42 minutos, o volante Baez alçou bola na área colorada, Bravo venceu o zagueiro Bolívar pelo alto, em minha opinião foi uma falha do capitão do Inter, e tocou de cabeça para Fabián acertar um belo voleio/puxeta e abrir o placar para os mexicanos.
“Se a situação no gramado não era boa quando estávamos com a vantagem, imagina agora” – deve ter pensado o torcedor colorado. Porém, os comandados de Celso Roth voltaram para a 2ª etapa com uma postura completamente diferente e, desde o primeiro minuto, conseguiram se impor ofensivamente e construir as jogadas que haviam sumido antes do intervalo. Algumas explicações para o aumento da produtividade do Inter na 2ª etapa são: troca de posição do Taison, que saiu da ponta-esquerda para a ponta direita e começou a mostrar seu talento individual, maior presença do excelente lateral-esquerdo Kléber no campo de ataque e Rafael Sóbis enfim começou a receber a redonda dentro da área mexicana. Depois de dominar por competo os primeiros 15 minutos do 2º tempo, tendo criado duas ótimas chances de empatar a partida, com Taison em chute de fora da área e Rafael Sóbis após receber lindo passe de Kléber, o Internacional enfim igualou o escore aos 16 minutos, quando o agora participativo Kléber deu perfeito cruzamento, novamente para Sóbis, e desta vez o ídolo recém-repatriado não desperdiçou. O gol de empate foi o golpe perfeito para o Internacional caminhar com tranquilidade rumo ao título. Sem repetir os erros e o nervosismo da 1ª etapa, o Colorado controlou a posse de bola e o jogo com maestria e ainda balançou as redes mais duas vezes, ambas com pratas-da-casa, assim como o autor do primeiro tento, Rafael Sóbis. Primeiro, aos 31 minutos, o estreante na Libertadores Leandro Damião roubou a pelota na linha central e arrancou com tudo até o forte arremate que o goleiro Michel não conseguiu salvar. Quinze minutinhos depois, já com a torcida comemorando o título, o talismã Giuliano, artilheiro colorado no torneio com 6 gols, deixou sua marca. E não foi uma marca qualquer, mas uma verdadeira obra-prima. Com a pelota em seus pés na entrada da área, Giuliano tentou o lance que parecia mais difícil, mais improvável, mais espetacular. Com um leve toque o meia passou por entre dois marcadores e, com mais suavidade ainda, como se estivesse assoprando a bola, ele encobriu o deitado goleiro e a redonda foi beijar o filó. Golaçoaçoaço. Pra fechar com chave de ouro a atuação do Inter na 2ª etapa.
Nem mesmo o gol de Araújo, aos 47 minutos, após cobrança de falta de Bautista na trave, foi capaz de diminuir o volume do torcedor na festa que era o Beira-Rio. O título já estava garantido. A América já era vermelha. Assim como também era vermelho o terno do Rei Pelé, que abrilhantou ainda mais a festa ao participar da entrega do troféu.
PARABÉNS, COLORADO DAS GLÓRIAS, ORGULHO DO BRASIL!!!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
UMA IMAGEM...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
PREMIER LEAGUE 2010/2011 - 1ª RODADA

RESULTADOS
-----------------------
Tottenham 0 - 0 Manchester City
Aston Villa 3 - 0 West Ham
Blackburn 1 - 0 Everton
Bolton 0 - 0 Fulham
Sunderland 2 - 2 Birmingham
Wigan 0 - 4 Blackpool
Wolverhampton 2 - 1 Stoke City
Chelsea 6 - 0 West Bromwich
Liverpool 1 - 1 Arsenal
Manchester United 3 - 0 Newcastle
ARTILHEIROS
-----------------------
Didier Drogba (Chelsea) - 3 gols
Marlon Harewood (Blackpool) - 2 gols
Florent Malouda (Chelsea) - 2 gols
COMENTÁRIOS
-----------------------
Tottenham 0 - 0 Manchester City – White Heart Lane
- No início de sua carreira ele era conhecido como “Heart Attack” (Ataque do Coração), pelos sustos que dava em seus torcedores. Agora, aos 23 anos, o goleiro inglês Joe Hart ganhou um voto de confiança do treinador Roberto Mancini, colocou o excelente Given no banco de reservas e foi o titular do Manchester City no duelo diante do Tottenham. E foi justamente graças à ele que o City conseguiu um importante empate jogando como visitante no White Heart Lane. Enquanto o Manchester City promovia a estréia de suas milionárias contratações, como o lateral-esquerdo Kolarov, o volante Yayá Touré e o meia-atacante David Silva, o Tottenham entrou em campo com a mesma base que na temporada passada fez sucesso e colocou o clube na Champions League. Vale ressaltar que a única contratação do Tottenham para a temporada foi o volante brasileiro Sandro, que irá encontrar uma equipe muito bem organizada taticamente e tem tudo para se tornar um jogador de alto nível. Durante o jogo, o Spurs se mostrou muito mais consistente, realizou uma excelente 1ª etapa, onde dominou completamente as ações ofensivas, e criou excelentes oportunidades de balançar as redes. Porém, Joe Hart estava inspiradíssimo e foi o principal responsável por deixar o placar mudo. Se manter o nível durante a temporada, Hart tem tudo para acabar com o crônico problema da falta de goleiros qualificados que atinge a Seleção da Inglaterra.
Liverpool 1 - 1 Arsenal – Anfield
- No primeiro encontro entre dois integrantes do “top four” da Premier League, Liverpool e Arsenal realizaram uma boa partida. O 1º tempo do duelo não foi muito agitado. Enquanto o Arsenal sentia muita falta do Fábregas, que está recuperando a forma física, e encontrava problemas para criar tramas ofensivas mais efetivas, o Liverpool não conseguiu apresentar um bom encaixe entre o seu quarteto ofensivo que contava com o desentrosado tripé de meias Kuyt, Joe Cole e Jovanovic (da direita para a esquerda) e o atacante Ngog. “E o Gerrard?” – você deve estar se perguntando – , estava atuando, e bem, como volante, ao lado do Mascherano. O jogo pegou fogo mesmo depois do intervalo, quando o Liverpool, que estava com um homem a menos pois o Joe Cole havia sido infantilmente expulso por um carrinho criminoso aos 44 minutos da 1ª etapa, abriu o placar logo no inicinho da etapa com um belo arremate do Ngog. Daí em diante o Arsenal tentou se postar no campo de ataque e pressionar o rival, que segurava o resultado com unhas e dentes. E o empate veio aos 44 minutos quando Rosicky cruzou uma bola da esquerda e o goleiro Reina – atrapalhado pelo sol? – se embolou com o atacante Chamakh e empurrou a redonda contra o próprio gol.
Assinar:
Postagens (Atom)
