segunda-feira, 25 de abril de 2011

BIBLIOTECA DO FUTEBOLA



Este "Dicionário Santista", da Coleção Camisa 13, é mais um excelente livro de futebol escrito pelo mais excelente ainda José Roberto Torero. De uma maneira agradabilíssima, Torero conta a história deste que é um dos maiores clubes do mundo e a casa do maior jogador de todos os tempos.



Dicionário Santista

Autor: José Roberto Torero

Editora: Ediouro

domingo, 24 de abril de 2011

CAMPEONATO CARIOCA 2011 - TAÇA RIO - SEMI FINAL

Fluminense 1 (4) x (5) 1 Flamengo – Engenhão

O Flamengo superou a ausência do Ronaldinho Gaúcho, a contusão do Léo Moura, a empolgação do Fluminense depois da classificação na Libertadores, as cobranças de penalidades perdidas por Renato e Thiago Neves e carimbou seu passaporte para a decisão da Taça Rio.

Depois de conseguir mais um milagre e se classificar na Copa Libertadores, o treinador Enderson Moreira escalou o Fluminense com o mesmo onze que atuou na Argentina, esquematizado no 4-2-2-2, com: Ricardo Berna; Mariano, Gum, Edinho e Júlio César; Diguinho e Valencia; Conca e Marquinho; Fred e Rafael Moura. Pelo lado do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo teve que encontrar uma solução para escalar o Flamengo sem o contundido Ronaldinho Gaúcho. Sendo assim, Luxa organizou o Flamengo com uma dupla de atacantes no 4-3-1-2, com: Felipe, Léo Moura, Welinton, David Braz e Rodrigo Alvim; Willians, Fernando e Renato; Thiago Neves; Diego Maurício e Wanderley.

Os primeiros minutos do clássico foram mais do que agitados, com o Léo Moura arriscando um arremate pelo Flamengo e o Diguinho armando um perigoso contra-ataque para o Fluminense. Pouco depois, o torcedor rubronegro, que já estava preocupado pela ausência do Ronaldinho ganhou mais duas pulgas atrás das orelhas, uma quando Fred deu lindo passe para Rafael Moura driblar o Felipe e sofrer pênalti equivocadamente não marcado pelo árbitro e outra quando Léo Moura teve de ser substituído pelo jovem Galhardo com fortes dores no joelho.

Entre os minutos 12 e 20 praticamente não houve futebol, por motivos de falta de luz, erro da arbitragem ao tentar retornar com o jogo sem os refletores todos acesos, resultando em nova parada, e, por fim, a parada técnica que sempre ocorre nos jogos do Carioca. Um minutinho depois do retorno da parada técnica, Rafael Moura aproveitou falta bem cobrada pelo Marquinho e passe de cabeça do Gum para abrir o placar. Com a vantagem, enquanto o Flamengo errava passes de centímetros e a arbitragem se equivocava de tudo quanto era maneira, o Tricolor conseguiu apresentar um bom futebol e quase ampliou o escore aos 29 minutos, quando Fred recebeu passe de Conca e finalizou com perigo. Vale destacar neste período a boa atuação defensiva do Edinho e a presença do combativo Diguinho no meio-campo.
Depois dos 30 minutos, no entanto, o Fluminense perdeu força, Conca passou a errar passes que não costuma e o Flamengo cresceu um pouco, construindo sua melhor trama ofensiva em um passe do Thiago Neves que o Diego Maurício chutou para difícil defesa do Ricardo Berna.

Para a 2ª etapa, Luxemburgo sacou o sumido Fernando e o perdido Wanderley para colocar Bottinelli e Deivid, buscando dar maior poder ofensivo ao Flamengo, enquanto o Fluminense voltou com o mesmo onze. Durante os primeiros 20 minutos da etapa, o equilíbrio foi a tônica do jogo, tanto nos erros quanto nos acertos. Chances de gols? Duas para o Fluminense, ambas em jogadas envolvendo o Mariano e o Fred e que deram muito trabalho ao Felipe, e uma para o Flamengo, em assistência do Bottinelli, que entrou na partida muito ligado e acertando bons passes, para o Thiago Neves. Veio a parada técnica e dois minutinhos depois o Rubro Negro chegou ao empate em belo cruzamento do Willians – o leão de sempre em campo mas, desta vez, com mais qualidade nos passes – para o Thiago Neves desviar de cabeça, sacudir o filó e alcançar a importante marca de ter feito gols em todos os rivais cariocas neste Estadual.

O gol fez bem para a partida, que ficou mais agitada e totalmente imprevisível, com o Flamengo se postando melhor nos minutos após ter conseguido o empate e o Fluminense mais perigoso nos minutos finais. Diego Maurício, que participou bastante da partida, e Marquinho, após lindo contra-ataque organizado por Conca, Fred e Tartá, poderiam ter dado a vitória para suas equipes, porém o jogo terminou mesmo em 1 x 1.

Na Taça Guanabara, o Flamengo garantiu a vaga na decisão ao bater o Botafogo nos pênaltis, enquanto o Fluminense, também nos pênaltis, foi eliminado pelo Boavista. Agora, na Taça Rio, novamente as penalidades máximas estavam no caminho da dupla Fla-Flu e, assim como no 1º turno, rubro negros saíram felizes e tricolores tristes. Renato e Thiago Neves, dois líderes técnicos da equipe, desperdiçaram suas cobranças por parte do Flamengo, e Souza, Araújo e Tartá, três jogadores que vieram do banco de reservas, perderam seus chutes pelo lado do Fluminense. Souza isolou seu arremate à la Roberto Baggio, Araújo e Tartá não passaram pelo ótimo goleiro Felipe e o Fla pode ser Campeão Carioca já no próximo domingo. Para conseguir essa façanha, o invicto Rubro Negro terá que vencer um embalado e cada vez mais acertado time do Vasco. Essa decisão promete!

CAMPEONATO CARIOCA 2011 - TAÇA RIO - SEMI FINAL

Vasco 1 x 0 Olaria – Engenhão

Em um duelo mais duro do que muitos pensavam, o Vasco bateu o Olaria por 1 x 0 e garantiu sua vaga na decisão da Taça Rio.

Para a primeira semi final da Taça Rio, o treinador vascaíno Ricardo Gomes organizou sua equipe no já costumeiro 4-3-1-2, com: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramón; Fellipe Bastos, Rômulo e Felipe; Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro. Pelo outro lado, o treinador Cleimar Rocha esquematizou o Olaria de maneira semelhante ao seu rival, também no 4-3-1-2, com: Henrique; Ivan, Thiago Eleutério, Rafael e Amarildo; Danilo, David e Victor; Renan Silva; Felipe e Waldir.

Nos primeiros 20 minutos, ou seja, até a parada técnica, o Vasco teve maior controle da posse de bola, forçou os avanços pelo flanco direito e conseguiu impedir o Olaria de partir para o ataque. No entanto, mesmo com o Felipe aparecendo bem no início da organização das jogadas vascaínas, o goleiro alvianil Henrique teve pouco trabalho. Para se ter uma idéia da falta de profundidade dos ataques do Vasco, a melhor chance criada pela equipe surgiu de um chute torto do Ramón que o Diego Souza empurrou para o fundo das redes em posição irregular, aos 18 minutos. O lance foi bem anulado pela arbitragem. Após a parada técnica, o Vasco continuou encontrando problemas para superar o fechado sistema defensivo do Olaria e, aos 30 minutos, o Alvianil enfim começou a sair para o jogo. Primeiro, o perigoso atacante Felipe aproveitou espaço deixado pelo lateral-direito Allan, que diga-se de passagem realizou um péssimo 1º tempo, e obrigou o Fernando Prass a realizar boa defesa. Depois, aos 35 minutos, o mesmo Felipe acertou um tijolo de fora da área que explodiu no travessão, no melhor lance do seu time na 1ª etapa. Foi neste panorama de crescimento do Olaria no jogo que o Vasco conseguiu abrir o placar quando o Fellipe Bastos aproveitou bobeada do Tiago Eleutério e deu milimétrica assistência para Eder Luis driblar o goleiro e estufar as redes.

Com a vantagem no placar, o Vasco surpreendentemente voltou para a 2ª etapa a mil por hora, alternando ataques pela direita com o Eder Luis com avanços pela esquerda com o Ramón, além de uma marcação pressão de grande eficiência. Em um intervalo de 10 minutos, o Cruzmaltino criou nada menos do que três oportunidades de aumentar o escore, sendo a melhor delas uma arrancada do Eder Luis que quase terminou com o Tiago Eleutério marcando contra. Contudo, num piscar de olhos, o Vasco diminuiu seu volume e permitiu ao Olaria colocar as manguinhas de fora, com o Felipe e o Renan Silva arrematando perigosas bolas de fora da área que deram trabalho ao Fernando Prass. Pouco tempo após a parada técnica, Ricardo Gomes decidiu ouvir os gritos da torcida e colocou o meia Bernardo em campo e, 7 minutinhos depois, o xodó dos vascaínos desperdiçou uma cobrança de pênalti, sofrida por ele mesmo, e, consequentemente, a chance de deixar o final do jogo mais tranquilo para sua equipe.

Nos últimos 15 minutos do confronto, o Olaria partiu com tudo em busca do empate, porém, apesar de deixar o torcedor vascaíno roendo as unhas, não encontrou forças suficientes para alcançá-lo. O apito final decretou a presença do Vasco na final da Taça Rio, feito que não ocorria desde 2004. Agora, o Cruzmaltino passará o domingo de Páscoa assistindo a um Fla-Flu sem favorito e que decidirá quem será o seu próximo rival.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

UMA IMAGEM...



O FUTEBOLA deseja uma FELIZ PÁSCOA para todos os amigos!

COPA DO BRASIL 2011 - OITAVAS DE FINAL


Flamengo 1 x 1 Horizonte – Engenhão



Depois de um bom início de jogo, o Flamengo diminuiu o volume ofensivo e apenas empatou com o Horizonte no Engenhão.


De maneira até certo ponto surpreendente, o treinador Vanderlei Luxemburgo decidiu mandar um Flamengo à campo diferente das partidas recentes. O centroavante Wanderley voltou a ser titular, o mesmo ocorrendo com o garoto Negueba. Outra alteração foi o deslocamento de Renato para a lateral-esquerda. Sendo assim, o Fla adentrou o gramado organizado em um 4-2-3-1, com: Felipe; Léo Moura, Welinton, David Braz e Renato; Willians e Maldonado; Thiago Neves, Ronaldinho e Negueba; Wanderley. Pelo lado do Horizonte, o treinador Roberto Carlos arquitetou sua equipe em um 4-3-2-1, com: Alex; Ederson, Carlinhos, Douglas e Junior Cearense; Elanardo, Walter e Hércules; Padilha e Siloé; Isac.


Quando se tem um duelo daqueles classificados como “Davi x Golias”, a estratégia mais adequada para o time de maior porte é iniciar o jogo a mil por hora e se impor. E foi justamente o que o Flamengo fez. Durante os primeiros 15 minutos do duelo, o Rubro Negro voou baixo e criou nada menos do que quatro oportunidades de gols, sendo a melhor delas um tijolo do Léo Moura de fora da área que explodiu no travessão. E não demorou para a pressão flamenguista dar resultado. O relógio marcava 16 minutos quando Negueba arrancou da esquerda e deu ótimo passe para Wanderley estufar as redes. Mesmo tendo diminuído um pouco o ritmo ofensivo, o Fla ainda esteve perto de ampliar o placar em um arremate longo do Willians que bateu no poste.


No entanto, em um piscar de olhos o Flamengo deixou de ser soberano na partida e o Horizonte começou a dar trabalho – muito trabalho – ao goleiro Felipe. Em um intervalo de segundos, o Elanardo e o Junior Cearense acertaram petardos de longa distância e obrigaram o Felipe a realizar grandes defesas. Poucos minutos depois, aos 37, Siloé arrancou do meio-campo, passou com enorme facilidade pelo Welinton, deu lindo drible no David Braz e foi derrubado na área, gerando o pênalti que foi convertido pelo Elanardo.



Para a 2ª etapa, Luxemburgo sacou o Maldonado e colocou o Rodrigo Alvim na lateral-esquerda, mandando o Renato para a meiúca. Com a nova formação o Flamengo chegou assustar o goleiro Alex em cobrança de falta do Renato, porém com a pelota rolando o time encontrava enormes dificuldades. Dificuldades estas que permaneceriam mesmo com a entrada de Diego Maurício no lugar do Negueba. O tempo passava e o Flamengo, com Ronaldinho, Thiago Neves e Renato pouco inspirados, não conseguia voltar a apresentar o futebol dos primeiros minutos, tendo o Horizonte até certa tranquilidade para segurar o empate. Somente nos últimos minutos, com o Ronaldinho perdendo um gol de cabeça livre, leve e solto e em uma cobrança de falta do Thiago Neves, que o Flamengo esteve próximo de conquistar a vitória, mas o escore final terminou mesmo igual.


O empate com gols foi péssimo para o Flamengo e ótimo para o Horizonte, que poderá jogar fechadinho e explorando os contra-golpes em sua casa. Cabe ao Rubro Negro repetir os primeiros minutos desta partida, sem, contudo, tirar a tomada da fonte quando o relógio alcançar os 30 minutos.


JOGADA RÁPIDA!


- Charles-Ange Laisant, político francês, uma vez disse que “a Matemática é o mais maravilhoso instrumento criado pelo gênio do homem para a descoberta da verdade”. O Fluminense discorda.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

DECISÃO DA COPA DO REI 2010/2011 - REAL MADRID X BARCELONA



Real Madrid 1 x 0 Barcelona – Mestalla, Valencia (ESP)



Em jogo repleto de tensão e nervosismo, o Real Madrid venceu o Barcelona por 1 x 0 com um belo gol do Cristiano Ronaldo e conquistou a Copa do Rei.



Para o decisivo duelo, o treinador Jose Mourinho decidiu mandar o Real Madrid para campo com uma organização semelhante à apresentada no 2º tempo do clássico do último sábado. Assim sendo, o Real entrou em campo no 4-5-1 com: Casillas; Arbeloa, Sergio Ramos, Ricardo Carvalho e Marcelo; Khedira, Pepe, Xabi Alonso, Özil e Di María; Cristiano Ronaldo. Pelo lado do Barcelona, o mesmo 4-3-3 de anos recentes, com a escalação de Mascherano na defesa devido ao fato de o Puyol estar contundido, com: Pinto; Daniel Alves, Mascherano, Piqué e Adriano; Busquets, Xavi e Iniesta; Pedro, Messi e David Villa.



Apesar de muitos – inclusive este que vos fala – terem considerado o Barcelona como favorito para levantar o caneco da Copa do Rei, seria uma enorme incoerência descartar a força do Real Madrid. No entanto, nem o mais fanático torcedor merengue imaginaria ver o que viu na 1ª etapa: o jogo foi para o intervalo com o Barcelona tendo conseguido ficar apenas 36% do tempo com a pelota nos pés. Isso mesmo, os “reis da posse de bola” passaram apenas 36% dos primeiros 45 minutos com a redonda nos pés. O maior responsável por conseguir a façanha de tirar a bola dos pés do Barça foi o sistema ofensivo adiantado armado pelo Jose Mourinho, com destaque para o trio de volantes formado por Pepe, Khedira e Xabi Alonso.



Além de anular qualquer tentativa de atacar do adversário, o Real Madrid, comandado por um certeiro Özil, conseguiu criar excelentes oportunidades de abrir o placar, mas não as converteu em gols. Os lances de destaque foram dois arremates cruzados do Cristiano Ronaldo, ambos em passes do Özil, uma finalização do próprio Özil, e, já aos 43 minutos, uma cabeçada do Pepe que bateu na trave, originada em uma tabelinha entre o Cristiano Ronaldo e o Özil onde o português tocou a bola de ombro. Sensacional!



Após o intervalo, o duelo mudou completamente, com o Barcelona enfim conseguindo trocar passes e o Real Madrid recuando mais do que devia e abdicando do ataque. É compreensível que os jogadores merengues não conseguissem manter o ritmo de marcação da 1ª etapa, porém a liberdade que o Barcelona começou a ter e a falta de poder ofensivo do Real Madrid não estavam nos planos do Jose Mourinho. Contando com o crescimento do Messi na partida, o Barcelona criou raízes no campo de ataque e por pouco não chegou ao gol em duas finalizações do Pedro, uma do Messi e uma linda tabelinha entre o próprio Messi e o Iniesta, que só não virou gol pois o Casillas é um dos melhores – para muitos o melhor – goleiro do mundo.



Quando o relógio marcava 44 minutos, Di María mandou um lindo chute de fora da área e obrigou o goleiro Pinto a uma defesa ainda mais linda. Este arremate, o único lance digno de nota que o Real criou na 2ª etapa, mostrou que os madrilenos não estavam mortos.



E os primeiros minutos da prorrogação trariam a certeza de que o Real realmente não estava morto. Depois de um fulminante contra-ataque iniciado pelo Xabi Alonso e finalizado com muito perigo pelo Cristiano Ronaldo, o Real conseguiu chegar ao gol do título em outra finalização do português, esta de cabeça, aos 12 minutos do 1º tempo, após grande tabelinha entre Di María e Marcelo. O Barcelona sentiu o golpe e encontrou enormes dificuldades para chegar próximo do gol defendido pelo Casillas. Na realidade, o Real esteve mais perto de ampliar o escore do que o Barça de empatar, mas o Pinto defendeu chute do Adebayor.



O apito final, além de dar um importantíssimo caneco para o Real Madrid, trouxe também duas certezas: não existe, nunca existiu e nunca vai existir um time imbatível, e, gostem ou não de sua personalidade, o Jose Mourinho é um treinador do mais alto nível.



¡CONGRATULACIONES, REAL MADRID!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

PREMIER LEAGUE 2010/2011 - 33ª RODADA


RESULTADOS

Birmingham 2 x 0 Sunderland

Blackpool 1 x 3 Wigan

Everton 2 x 0 Blackburn

West Bromwich 1 x 3 Chelsea

West Ham 1 x 2 Aston Villa

Arsenal 1 x 1 Liverpool

Fulham - Bolton

Manchester City - Tottenham

Stoke City - Wolverhampton

Newcastle - Manchester United

ARTILHEIROS

21 gols Dimitar Berbatov (Manchester United)

19 gols Carlos Tévez (Manchester City)

14 gols Darren Bent (Aston Villa)

GIRANDO PELA “TERRA DA RAINHA”

- Em um duelo com um final mais que eletrizante, Arsenal e Liverpool empataram em 1 x 1 e os “Gunners” perderam uma grande oportunidade de encostar no líder Manchester United. O confronto no Emirates Stadium permaneceu empatado até os acréscimos da 2ª etapa, quando van Persie, aos 51 minutos, e Kuyt, aos 56, balançaram as redes em cobranças de pênalti. O longo tempo acrescido pelo árbitro, que diga-se de passagem acertou nos dois pênaltis, ocorreu por causa de uma contusão na cabeça sofrida pelo zagueiro Carragher, do Liverpool. Felizmente foi só um susto.

- Nesta quarta-feira o Arsenal volta à campo para disputar o Clássico Londrino contra o Tottenham. O duelo tem tudo para ser excelente, com o Arsenal jogando suas últimas fichas na tentativa de conquistar o caneco e o Tottenham precisando da vitória para empatar em pontos com o Manchester City na briga pela vaga na próxima Champions League.