domingo, 25 de março de 2012

CAMPEONATO CARIOCA 2012 - TAÇA RIO- 5ª RODADA - VASCO X RESENDE




RESULTADOS

Botafogo 2 x 0 Duque de Caxias

Olaria 1 x 2 Friburguense

Madureira 3 x 1 Boavista

Bonsucesso 0 x 2 Fluminense

Volta Redonda 0 x 2 Flamengo

Vasco 1 x 1 Resende

Bangu 2 x 1 Nova Iguaçu

Americano 2 x 0 Macaé


ARTILHARIA

10 Gols – Alecsandro (Vasco)

9 Gols – Somália (Boavista)

7 Gols – Herrera (Botafogo) e Rômulo (Friburguense)


Vasco 1 x 1 Resende – São Januário, Rio de Janeiro (RJ)


Em dia de homenagem a Chico Anysio, Vasco usa camisas com nomes dos marcantes personagens criados pelo humorista, mas não passa de um empate diante do Resende e perde a ponta do grupo B.

Sem compromisso pela Libertadores no meado da semana que inicia, o Vasco foi completo para o confronto e escalado pelo Cristóvão Borges no 4-4-1-1 com: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri; Juninho Pernambucano, Rômulo, Allan e William Barbio; Diego Souza; Alecsandro. Ainda com o objetivo de beliscar uma das vagas para a fase semi final, o Resende foi esquematizado pelo Paulo Campos no 3-5-2 e entrou no gramado com: Mauro; Marcelinho, Facundo Gomez e Felipe Machado; Wellington, Hiroshi, Léo Silva, Bertoto e Marcel; Elias e Marcelo Régis.

A produtividade ofensiva de Vasco e Resende na 1ª etapa pode ser medida pelas participações dos respectivos centroavantes. Enquanto no Cruzmaltino o Alecsandro só deu o ar da graça aos 39 minutos, quando seu time já se encontrava em desvantagem, pelo lado do Resende o Marcelo Régis fez o diabo. O camisa nove resendense chutou bola que passou tirando tinta da trave, se antecipou à zaga e obrigou Fernando Prass a realizar difícil defesa e ainda foi o responsável pela assistência para Elias, aos 28 minutos, tirar o chamado zero do placar. Definitivamente o Vasco não funcionou no 1º tempo e o organizado Resende soube se aproveitar bem disso.

Com Felipe no lugar de Juninho, Éder Luis no de Fagner – Allan se encarregou da lateral-direita – o Vasco voltou mais ligado para a etapa final e, em poucos minutos, o duelo adquiriu a cara de um ataque contra defesa. Antes da parada técnica, aos 20 minutos, o goleiro Mauro já havia se tornado o destaque da partida tendo defendido, inclusive, uma cobrança de pênalti do Alecsandro. Abro parêntese. É inadmissível que Alecsandro e o botafoguense Loco Abreu, jogadores que vivem de estufar as redes, percam tantas penalidades como ocorre neste 2012. Fecho parêntese. O passar dos minutos fez o Resende não só manter a postura defensiva como começar a trocar homens de frente por defensores, desistindo completamente de atacar. Porém, o Vasco tanto martelou a retranca adversária, do bom líbero argentino Facundo Gomez, que, aos 35 minutos, Alecsandro aproveitou cruzamento do Allan e empatou o escore. Com pouco mais de dez minutos por jogar, o Cruzmaltino não alcançou a virada e ainda assustou seus torcedores ao quase sair derrotado após chute longo do Hiroshi, aos 48 minutos.

Assim, com oito pontos em quinze disputados, um aproveitamento pouco maior que 50%, o Vasco caminha na Taça Rio com uma irregularidade que não foi vista na fase de grupos da Taça Guanabara.


JOGADA RÁPIDA!

- Comandado pelo ex-botafoguense Almir, o Bangu deixou de lado a campanha sem pontos do 1º turno e não só se encontra invicto na Taça Rio como assumiu a liderança do grupo B, após a vitória diante do Nova Iguaçu. Os mais tradicionalistas ficam felizes com a boa fase do Alvirrubro de Moça Bonita.


PELO BRASIL AFORA!

- Sem perder sequer um pontinho em todo o Campeonato Mineiro – um total de oito vitórias e 21 gols pró – o Atlético Mineiro já merece ser observado com bons olhos. Cuca inicia 2012 com a arrumação de um “Galo” promissor e o jovem atacante André, com sete gols marcados, começa a mostrar que entende do assunto sacudir o barbante.

sábado, 24 de março de 2012

UMA IMAGEM



Um apaixonado pelo futebol e pela arte de fazer sorrir.

quinta-feira, 22 de março de 2012

DE CHUTEIRAS PENDURADAS, ROMÁRIO DÁ UM BANHO EM RONALDO.


Se dentro de campo o duelo para saber quem foi o melhor na arte de fazer gols entre Romário e Ronaldo é mais equilibrado que trapezista do Cirque Du Soleil, fora das quatro-linhas o “Baixinho” coloca o “Fenômeno” no chinelo.


Deputado Federal (PSB-RJ) desde 2011, Romário não passa sequer uma semana sem atacar com palavras as sujeiras presentes na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e na organização da Copa do Mundo 2014. Acompanha de perto as obras nos estádios e a criação da Lei Geral da Copa, lembrando sempre que a soberania brasileira não pode sucumbir diante das vontades da FIFA e seus patrocinadores. Enquanto isso, Ronaldo, desde que pendurou as chuteiras, em meados do ano passado, não marcou sequer um golzinho. Aceitou um cargo no Comitê Organizador Local da Copa do Mundo (COL) onde não ajuda em nada na preparação do Mundial. No fundo, no fundo, entrou lá só para servir de escudo para o ex-Presidente da CBF Ricardo Teixeira – como é bom poder usar a palavrinha “ex” neste caso!


A renúncia de Ricardo Teixeira da CBF, por sinal, é peça chave na análise do que Romário e Ronaldo se tornaram sem os uniformes. O “Baixinho” foi tão letal com as palavras quanto era em campo e disse: “Exterminamos um câncer do futebol brasileiro. Espero que o novo presidente [José Maria Marin, ex-Governador de São Paulo durante a Ditadura Militar], o que furtou a medalha do jogador do Corinthians, não faça daquele ato uma constante na confederação. Senão, teremos de exterminar a Aids também”. Já Ronaldo preferiu defender o amigo, “padrinho” e novo mentor e deu declarações como: “Ele deu grande contribuição ao futebol brasileiro e foi o maior articulador para trazer a Copa de volta ao Brasil” e “Lamento a saída do Ricardo Teixeira, mas temos que respeitar a decisão dele de cuidar da saúde e da família”.


Chega de falar do Ricardo Teixeira – até porque a barriga já começa a doer – e vamos falar de alguém realmente importante para o nosso futebol: Neymar. Romário e Ronaldo possuem histórias bem diferentes dentro do futebol, apesar de ambos terem vestido, com enorme sucesso, as camisas do PSV e do Barcelona. Diferentes, também, são os conselhos para nossa maior jóia. Para Romário, “o Neymar é um grande jogador e o cara para a Copa do Mundo de 2014”, mas, apesar disso, “ainda tem que conquistar maturidade, ganhar títulos com a camisa do Santos e adquirir experiência”. Ronaldo, por outro lado, defende a saída imediata do santista: “A minha opinião era pra ele jogar fora e conquistar o mundo. Acho que ele já fez muito no futebol brasileiro”.


Pois é, amigos... Fora de campo fica covardia comparar as ações e atitudes de Romário e Ronaldo para com o nosso futebol. Um bate de frente com os poderosos da FIFA e da CBF, exige que o Brasil não se ajoelhe perante a força financeira, usa o seu poder na mídia para mostrar como andam – andam? – as obras para o Mundial e sabe o quanto nosso maior craque na atualidade ainda pode render em nosso país. E sem falar na sua luta em prol dos deficientes, que já rendeu uma cota de ingressos para estes na Copa do Mundo. O outro, possui um cargo no COL e não o usa para nada de útil, defende com palavras e atitudes aquele que representa o que de pior nosso futebol já teve e aconselha o grande ídolo atual dos torcedores brasileiros a se mudar logo para a Europa. Além de não ajudar, Ronaldo começa a atrapalhar.

COPA LIBERTADORES 2012 - 1ª FASE - VASCO X LIBERTAD


Vasco 2 x 0 Libertad (PAR) – São Januário, Rio de Janeiro (RJ)


Juninho Pernambucano e Allan entram no intervalo, jogam muito e Vasco consegue uma maiúscula vitória sobre o Libertad.

Para o último jogo do Vasco como anfitrião na fase de grupos da Libertadores, Cristóvão Borges decidiu começar com três atacantes e organizou a equipe no 4-3-3 com: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri; Rômulo, Eduardo Costa e Felipe; Eder Luís, William Barbio e Alecsandro. Líder e invicto, o Libertad, time de coração do Presidente da Conmebol, Nicolás Leoz, foi esquematizado pelo Jorge Burruchaga no 4-4-2 com: Muñoz; Bonet, Bizerra, Benegas e Samudio; Cáceres, Aquino, Ayala e Civelli; Gamarra e Menéndez.

Não seria mentira dizer que faltou ao Vasco criatividade, poder de penetração, entrosamento para realizar tramas de qualidade e até saber o que fazer com a posse de bola de aproximadamente 70% na etapa inicial. Também não seria mentirosa a análise individual de que William Barbio e Felipe pouco produziram e, apesar de mais esforçado, Eder Luís também não esteveinspirado, o que deixou Alecsandro sem receber uma bola sequer em condições de finalizar. Porém, devemos lembrar que o Vasco não jogou contra onze cones. Pelo contrário, jogou contra um time que apresentou uma organização tática impecável, com todos os jogadores participando da marcação, e que até se aventurou no campo de ataque, principalmente com o meia Civelli. O único momento em que o Cruzmaltino levantou realmente a torcida foi perto dos 40 minutos, quando Thiago Feltri acertou umas jogadas seguidas pela esquerda que, no entanto, não foram suficientes para testar a aderência das luvas do goleiro Muñoz.

Mas viria o intervalo. O bendito intervalo para os vascaínos. Além das palavras de incentivo que, com certeza, estiveram presentes no vestiário, Cristóvão mandou Allan e Juninho para o jogo. O Vasco mudou por completo. Mudou tanto que parecia ter ocorrido não duas, mas onze substituições. O poder ofensivo cruzmaltino cresceu de tal maneira que, aos 6 minutos, três ótimas oportunidades de gols já haviam sido criadas, todas elas com participação do Alecsandro. Aos 7, Juninho acertou um daqueles chutes que poucos no Planeta Bola conseguem e estreou o novíssimo placar de São Januário. O um a zero virou dois pouco depois, aos 16, quando Allan fez linda jogada e Alecsandro, livre, leve e solto, só teve o trabalho de empurrar pro fundo do barbante. O passar dos minutos mostrou uma mudança de estratégia no Vasco e as jogadas de contra-ataque com o William Barbio para explorar os espaços que surgiam na retaguarda paraguaia começaram a aparecer.

Nos últimos e agitados 15 minutos, os contra-golpes vascaínos por pouco não renderam mais bolas na rede em arremates do Fellipe Bastos, Fagner e William Barbio, enquanto o Libertad, que melhorou com a entrada do Velázquez, só não diminuiu a desvantagem por méritos do goleiro Fernando Prass. Agora, o “Gigante da Colina” decidirá, em dois jogos como visitante, sua continuidade no torneio. Para quem tem o título da Libertadores como objetivo, e o Vasco tem, esta é apenas uma das dificuldades que deve ser superada.


JOGADA RÁPIDA!

- Com mais um bonito gol de cabeça e mais um pênalti perdido pelo Loco Abreu, o Botafogo só conseguiu passar do Treze-PB, na 1ª fase da Copa do Brasil, na disputa por penalidades. Confesso que esperava muito – mas muito! – mais do “Glorioso”.

terça-feira, 20 de março de 2012

BIBLIOTECA DO FUTEBOLA - OS DEZ MAIS DO SÃO PAULO

De Leônidas da Silva a Rogério Ceni, a história do São Paulo é contada de maneira agradável e recheada de informação neste ótimo livro do Arnaldo Ribeiro. E os amigos não pensem que esta é uma leitura apenas para tricolores, pois não é. Todos que possuem interesse em conhecer os grandes craques que pisaram em nossos gramados devem ler Os Dez Mais do São Paulo.



Os dez mais do São Paulo
Autor: Arnaldo Ribeiro
Maquinária Editora

segunda-feira, 19 de março de 2012

NOMES DOS ESTÁDIOS - VILA BELMIRO


Pense rápido: qual é a vila mais famosa do mundo? As encantadoras e animadas Vila Sésamo e Vila do Chaves podem até ter passado pela sua cuca, mas a pergunta realizada permite uma única resposta: Vila Belmiro, local onde o maior craque de todos os tempos, o Rei Pelé, passou praticamente toda sua vida no futebol. Mas se é conhecida pelo “Planeta Bola” como Vila Belmiro, o estádio do Santos Futebol Clube tem em seu nome oficial uma justíssima homenagem a Urbano Caldeira, um dos maiores apaixonados pelo Clube Praiano. Falar que Urbano Caldeira foi jogador, técnico e diretor santista – cargos exercidos de maneira não simultânea – é muito pouco para espelhar sua importância para o “Peixe”. Seus amigos diziam que ele tinha no Santos sua namorada predileta, com a qual acordava, passava a tarde e dormia. Em poucas palavras, Urbano vivia intensamente o Santos. Aparava a grama do estádio, “resgatava” jogadores em bares pela noite, cuidava dos jardins do clube... Assim, em 1933, dias após seu falecimento, os dirigentes santistas não pensaram duas vezes em batizar a casa do clube de Estádio Urbano Caldeira.

domingo, 18 de março de 2012

CAMPEONATO CARIOCA 2012 - TAÇA RIO- 4ª RODADA - BOTAFOGO X VASCO





RESULTADOS

Olaria 2 x 0 Volta Redonda

Madureira 0 x 1 Bangu

Fluminense 1 x 3 Macaé

Bonsucesso 2 x 1 Americano

Friburguense 0 x 1 Flamengo

Duque de Caxias 1 x 1 Resende

Boavista x Nova Iguaçu

Botafogo 3 x 1 Vasco


ARTILHARIA

9 Gols – Alecsandro (Vasco)

8 Gols – Somália (Boavista)

7 Gols – Herrera (Botafogo) e Rômulo (Friburguense)


Botafogo 3 x 1 Vasco – Engenhão, Rio de Janeiro


Em show de Fellype Gabriel, autor de três gols, Botafogo vence o Vasco e se mantém na zona de classificação para as semi finais da Taça Rio.

Com o retorno de jogadores importantes como Marcelo Mattos, Andrezinho e Fellype Gabriel, o Botafogo foi para o clássico organizado pelo Oswaldo de Oliveira no 4-2-3-1 com: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Renato e Marcelo Mattos; Elkeson, Andrezinho e Fellype Gabriel; Herrera. Novamente com a regra de que só um entre Felipe e Juninho pode estar no onze inicial, Cristóvão Borges poupou muitos titulares para o decisivo duelo diante do Libertad (PAR) e esquematizou o Vasco no 4-3-1-2 com: Fernando Prass; Fagner, Douglas Assis, Rodolfo e Dieyson; Juninho Pernambucano, Rômulo e Fellipe Bastos; Allan; Diego Souza e Eder Luís.

Trinta minutos de futebol em “banho maria”. Assim pode ser definida a primeira meia hora do clássico, que teve o Vasco e o Botafogo se alternando no campo ofensivo sem, no entanto, criarem oportunidades contundentes para testar a aderência das luvas dos goleiros. No Fogo o trio de meias não abastecia o isolado centroavante Herrera, enquanto no Cruzmaltino as descidas do lateral Fagner e as bolas paradas não rendiam frutos. Foi neste panorama morno que, de repente, entre o minuto 32 e o 37, Elkeson deu duas assistências – uma por querer e outra involuntária – para Fellipe Gabriel, cheio de categoria, colocar dois a zero no placar. Os dois tentos do ex-flamenguista não só mostraram o quanto ele pode ser útil ao Fogão, mas também a falta imensurável que o Dedé faz à zaga vascaína.

Cristóvão Borges decidiu mais do que apenas conversar no intervalo e o Vasco voltou com William Barbio no lugar do Allan. Assim, com o próprio Barbio e Eder Luís abertos pelas pontas, o “Gigante da Colina” não só diminuiu o escore com um golaçoaçoaço de falta do Fellipe Bastos, aos 2 minutos, como quase o empataria nos instantes seguintes, em chute cruzado do Eder Luís e cabeçada do Douglas Assis. Mas para a tristeza e decepção dos torcedores vascaínos, era só fogo de palha, e o impetuoso futebol não tardou a desaparecer. Na parada técnica, aos 20 minutos, a peleja já era igual e, depois desta, aos 26, Fellype Gabriel, o dono da noite, voltou a deixar a situação botafoguense mais tranquila ao aproveitar jogada de Jóbson para marcar seu terceiro gol. Três minutinhos depois, o Vasco teve nova oportunidade para incendiar a partida, mas Juninho Pernambucano bateu um pênalti sofrido pelo Fagner de maneira anêmica, nas mãos do goleiro Jefferson.

O Cruzmaltino sentiu o erro de seu capitão e não encontrou mais forças para uma possível reação nem para tirar do Fellype Gabriel o status de grande nome da partida.


JOGADA RÁPIDA!

- Surpresa no Fla-Flu da semana passada, muito por ser escalado como titular e mais ainda pelo gol marcado, Kleberson já merece ser olhado com mais seriedade. O remendado Flamengo sofria horrores diante do Friburguense e se complicava na tabela quando Kléberson entrou e campo e resolveu a parada após receber ótimo passe de Paulo Sérgio – seria mais um renascimento? Para Joel Santana, que valoriza bastante os volantes, Kléberson começa a mostrar que pode ser mais útil do que muitos – todos! – imaginavam.


PELO BRASIL AFORA!

- Assim como no último domingo, Luís Fabiano volta a ser assunto aqui no FUTEBOLA. Também, depois de quatro gols pela Copa do Brasil e um outro na vitória tricolor no clássico San-São, é difícil não bater palmas para o “Fabuloso”. Com Jádson, Lucas e Cortez como companheiros, o ex-centrovante da nossa Seleção tem tudo para, rodada após rodada, semana após semana, mostrar seu apuradíssimo faro de gol.