quinta-feira, 26 de julho de 2012

OLIMPÍADAS 2012 - FASE DE GRUPOS - BRASIL X EGITO









Brasil 3 x 2 Egito – Millennium Stadium, Cardiff (País de Gales)

Assim como na Copa das Confederações de 2009 – quando levantou o caneco – Brasil estreia com apertada vitória sobre o Egito depois de abrir boa vantagem.

Existem algumas lições que o futebol ensina e que devem ser sempre relembradas. Uma delas é a de que, diferente de vôlei ou tênis, por exemplo, o futebol não acaba quando uma equipe atinge determinado número de pontos. Nas peladas entre amigos isto até ocorre, no famoso “10 minutos ou 2 gols”, mas esta simpática regrinha não vale entre os profissionais. E logo em sua primeira aparição em Londres a Seleção Olímpica Brasileira recebeu esta batida lição.  

Com menos de meia hora de partida, o Brasil já vencia o Egito por 3 x 0 – gols de Rafael, Leandro Damião e Neymar – e não aparentava um pingo de nervosismo pela estreia. Apesar de não terem ido às redes, Oscar, magnífico nas saídas de bola e na chegada ao ataque, e Hulk, um terror para a defesa rival, brilhavam intensamente. Veio a 2ª etapa e a Seleção resolveu levar o jogo em banho-maria. Na realidade, a Seleção tentou, sem nenhum sucesso, levar o jogo em banho-maria, já que o Egito, através do seu capitão Aboutrika e de Salah, sacudiu o barbante duas vezes e transformou uma vitória verde-amarela aparentemente tranquila em suadíssima.

Se o Brasil precisa evoluir bastante, como no setor defensivo e na valorização da posse de bola, também deve ser ressaltado que estrear triunfando é sempre importante. Feito que Espanha, México e Grã-Bretanha, candidatos a colocar uma medalha no peito, não conseguiram. Como também não conseguiram, por exemplo, as Seleções Brasileiras de 1972, que com Falcão e Dirceu perdeu para a Dinamarca, e a de 1996, de Dida, Aldair, Roberto Carlos, Bebeto e Rivaldo, derrotada pelo Japão.

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História do Futebol Olímpico

Grã-Bretanha e Hungria são os mais dourados quando o assunto é futebol olímpico. Os britânicos levaram a medalha de ouro nos primórdios dos Jogos modernos, em 1900, 1908 e 1912. Em 1900, na realidade, quem triunfou foi o Upton Park F. C., equipe que representava a Grã-Bretanha no torneio. A Hungria começou sua história de triunfos em 1952, com Puskás no comando de um dos maiores esquadrões de todos os tempos. Depois, os húngaros seriam Bicampeões em 1964 e 1968.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

CAMPEONATO BRASILEIRO 2012 - 12ª RODADA - VASCO X BOTAFOGO


Vasco 1 x 0 Botafogo – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)

Alecsandro vai às redes quando o apito final se aproximava e Vasco bate o Botafogo. Já é o quarto triunfo seguido do “Gigante da Colina”.

Para passar a noite de quarta-feira na liderança, o Vasco foi para o clássico organizado pelo Cristóvão Borges no 4-3-3 com: Fernando Prass; Auremir, Dedé, Douglas e William Matheus; Juninho Pernambucano, Nílton e Wendel; Eder Luis, Alecsandro e Carlos Alberto. Na busca dar um basta na sequência de três jogos sem vitória, Oswaldo de Oliveira montou o Botafogo no 4-3-2-1 com: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Renato, Lucas Zen e Seedorf; Vitor Júnior e Andrezinho; Elkeson.

O maior poder de fogo que o Vasco apresentou na 1ª etapa em relação ao Botafogo pode ser creditado à diferença entre as atuações – ótimas, por sinal – de Juninho e Seedorf. Mais recuado e ambientado do que na sua estreia, Seedorf adocicou a saída de bola botafoguense, mas, com Andrezinho, Vitor Júnior e Elkeson sem inspiração, os passes do holandês não se transformaram em tramas incisivas. Por outro lado, Juninho foi mais forte ofensivamente, deu mais ritmo de ataque a sua equipe e de seus precisos e preciosos pés nasceram lances perigosíssimos, como uma cabeçada do Alecsandro que Jefferson se contorceu para defender e uma finalização quase fatal do Wendel. Além do Pernambucano, outro destaque no bom 1º tempo cruz-maltino foi Carlos Alberto, que chegou a carimbar o poste.

Após o intervalo, o “Glorioso” decidiu tratar a bola com mais valor e explorar mais os avanços do lateral Márcio Azevedo. Durante meia hora, se não chegou a pressionar o rival ou criar problemas para o arqueiro Fernando Prass, o Bota, pelo menos, tirou a gorducha e os espaços de Juninho. Cristóvão Borges trocou Carlos Alberto por Felipe com o intuito de voltar a ter o poder ofensivo da etapa inicial, mas não teve sucesso, como o Botafogo também não tinha em ser mais contundente – a opção por Elkeson como atacante único parece ter perdido a validade. Foi neste panorama meio barro meio tijolo que o zagueiro Antônio Carlos paçocou feio na saída de bola e viu o seu erro terminar em assistência do Juninho – até o momento o nome mais brilhante do Brasileirão ao lado do menino atleticano Bernard – e gol do artilheiro Alecsandro.

Enquanto o Vasco ignora a saída de nomes que compunham a espinha da equipe e um lento processo de recuperação da melhor forma do zagueiro Dedé, o Botafogo sofre com as mudanças recentes. Mais pela falta de uma referência no ataque do que pela adaptação de Seedorf, que, por sua enorme categoria, promete ser vapt-vupt.

terça-feira, 24 de julho de 2012

FUTEBOL COM HISTÓRIA - O FUTEBOL NOS JOGOS OLÍMPICOS - PARTE 2



Mil novecentos e cinquenta e dois foi o ponto de partida de dois momentos-chave do futebol olímpico. Os Jogos de Helsinki foram os primeiros a contar com a participação da Seleção Brasileira e marcaram o início de uma longa supremacia dos países do bloco comunista, cujos atletas eram “sustentados” pelo governo e, por isso, considerados amadores. A mágica Hungria de Puskás (1952), a científica União Soviética do “Aranha Negra” Yashin (1956) e a poderosa Polônia de Lato (1972) foram os maiores destaques do período, que ainda viu os títulos da Iugoslávia (1960), mais dois da Hungria (1964 e 1968), Alemanha Oriental (1976) e Checoslováquia (1980).

A superioridade dos comunistas era tamanha que os times brasileiros nem faziam cosquinhas. Um exemplo: em 1972, nos Jogos de Munique, a Verde-Amarela formada por nomes como Falcão, Roberto Dinamite, Dirceu, Pintinho, Rubens Galaxe e Abel Braga foi eliminada ainda na 1ª fase após derrotas para Dinamarca e Irã e um empate diante da Hungria. Na edição seguinte, em Montreal, 1976, com o goleiro Carlos, Edinho, Júnior “Capacete” e Batista, o Brasil chegaria um pouco mais longe, porém as derrotas para a Polônia de Lato e a União Soviética de Blokhin – olha a força do bloco comunista mais uma vez! – dariam fim ao sonho da primeira medalha olímpica no futebol.

Primeira medalha olímpica esta que seria de prata e chegaria em 1984, quando o estádio Rose Bowl, em Los Angeles, recebeu mais de 100 mil presentes na derrota decisiva da equipe brasileira de Gilmar Rinaldi, Mauro Galvão e Dunga para a França. Quatro anos mais tarde, em Seul, com um elenco que contava com os futuros Campeões do Mundo de 1994 Taffarel, Jorginho, Mazinho, Bebeto e Romário, alem de craques do quilate de Ricardo Gomes, Andrade, Valdo, Neto e Geovani, a Seleção voltaria a cair diante dos comunistas. Vitória da União Soviética por 2 a 1 na final e mais uma prata para o Brasil.

A Espanha de Guardiola e Luis Enrique fizeram a alegria do seu povo ao levar o ouro em Barcelona, 1992, e, em seguida, seria a vez dos africanos. Depois de começar a colocar as manguinhas de fora com uma monumental goleada de 4 a 0 da Zâmbia sobre a Itália, em 1988, e com o bronze de Gana, em 1992, a África se tornaria um capítulo especial do futebol olímpico através do futebol extrovertido da Nigéria de Kanu e do Camarões de M’Boma, que traumatizaram os brasileiros e subiram ao lugar mais alto do pódio em Atlanta (1996) e Sydney (2000). Se nos Estados Unidos o Brasil de Ronaldo “Fenômeno”, Bebeto, Rivaldo e Roberto Carlos teria o consolo da medalha de bronze, na Austrália nem isso.

E para deixar os torcedores brasileiros ainda mais sedentos pela inédita medalha dourada, a Argentina atropelou todo mundo que se colocou na sua frente – 12 vitórias em 12 partidas – e ficou com o ouro em Atenas (2004) e Pequim (2008). Na China, o Brasil, depois de ser engolido por Riquelme e Messi, terminou, mais uma vez, bronzeado.

Daqui a poucos dias, pela terceira vez em Londres, o futebol fará sua 25ª aparição nas Olimpíadas, e os olhos dos amantes deste esporte estarão voltados não só para um possível e histórico embate entre Brasil e Espanha, mas para o retorno do Uruguai à competição após 84 anos, para as surpresas não mais tão surpreendentes que vêm da África, para o papel que a Seleção da Grã-Bretanha poderá desempenhar como anfitriã, para os sempre presentes em futebol de alto nível México, Japão e Coreia do Sul... Que comecem os Jogos!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

FUTEBOL COM HISTÓRIA - O FUTEBOL NOS JOGOS OLÍMPICOS - PARTE 1


Quando torneios como Copa América, Eurocopa e Copa do Mundo ainda começavam a florescer como pensamentos na cabeça de alguns idealizadores, já existia uma competição de futebol que reunia selecionados mundiais para apresentar a arte com a bola nos pés. Eram os Jogos Olímpicos.

Apesar de disputado nas edições de 1900 e 1904 – ambas contaram com apenas três participantes cada e foram vencidas por equipes representantes de Grã-Bretanha e Canadá, respectivamente – o futebol olímpico começaria a caminhar mais fortemente a partir das Olimpíadas de 1908, já sob o manuseio da FIFA. Daí em diante a caneta que escreve a história do futebol olímpico passou por diversas mãos.

Em Londres (1908) e Estocolmo (1912) os “Pais do Futebol” mostraram a mesma classe com a qual seus clubes deliciavam torcedores em viagens ao redor do mundo e a Grã-Bretanha terminou com a medalha dourada. Após a ausência do evento em 1916, devido à I Guerra Mundial, a Bélgica fez valer o fator casa e conquistou os Jogos da Antuérpia, em 1920. As últimas duas edições de Olimpíadas pré-Copa do Mundo de futebol, em 1924 (Paris) e 1928 (Amsterdã), ficariam marcadas pelos triunfos uruguaios e o brotar de um dos maiores esquadrões que o Planeta Bola já viu: a “Celeste Olímpica” de Nazassi, Andrade, Cea e outros ótimos mais.

Los Angeles, em 1932, não contou com o futebol em seu programa olímpico – umas fontes “culpam” o nascimento da Copa do Mundo em 1930 e outras a vontade dos Estados Unidos de valorizar o Futebol Americano –, mas o “esporte bretão” voltaria em 1936, em Berlim, numa das edições mais comentadas dos Jogos. E com o futebol não seria diferente, tanto pela eliminação da Alemanha para a Noruega, com a presença de Adolf Hitler no estádio, como pela surpreendente virada peruana sobre a forte Áustria (4 a 2) que seria anulada.

Os austríacos reclamariam e por questões claramente políticas – apesar de as justificativas pelo cancelamento terem sido a invasão de campo por torcedores do Peru, maus tratos dos jogadores peruanos perante os austríacos e dimensões do campo menores do que as oficiais – outro duelo foi marcado, desta vez, com portões fechados. A Seleção Peruana não só se negou a participar da nova partida como toda a delegação do país abandonou os Jogos. E mais, a delegação colombiana, em apoio, fez o mesmo.

A medalha dourada em Berlim terminaria com a Itália do treinador Vittorio Pozzo, comandante da Azzurra que conquistara o Mundial de 1934 e também levantaria, em um futuro próximo, o de 1938. A ganância por poder que já dava sinais de força nas Olimpíadas de Berlim chegaria ao ápice com a II Guerra Mundial e, consequentemente, a não realização dos Jogos de 1940 e 1944. O retorno em Londres, no ano de 1948, viria com a consagração de um trio de ouro, chamado, carinhosamente, Gre-No-Li. Gunnar Gren, Gunnar Nordahl e Nils Liedholm levariam a Suécia à glória máxima e, mais tarde, colocariam, juntos, seus nomes na galeria de ídolos do italiano Milan.

domingo, 22 de julho de 2012

CAMPEONATO BRASILEIRO 2012 - 11ª RODADA - BOTAFOGO X GRÊMIO









RESULTADOS
Vasco 2 x 0 Santos
Sport 1 x 4 Atlético Mineiro
Corinthians 1 x 1 Portuguesa
Palmeiras 3 x 0 Náutico
Internacional 4 x 1 Atlético Goianiense
Cruzeiro 1 x 0 Flamengo
Figueirense 0 x 2 São Paulo
Botafogo 0 x 1 Grêmio
Ponte Preta 1 x 2 Fluminense
Bahia 2 x 2 Coritiba

ARTILHARIA
7 Gols
Alecsandro (Vasco)
6 Gols
Roger (Ponte Preta)
Fred (Fluminense)
Wellington Paulista (Cruzeiro)

Botafogo 0 x 1 Grêmio – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)

Fogão luta bravamente até o fechar das cortinas mas não impede o Grêmio de conquistar uma suada e histórica vitória na estreia de Seedorf.

Na noite que o consagrado e laureado Clarence Seedorf vestia a camisa 10 alvinegra pela primeira vez, o Botafogo foi para o jogo organizado pelo Oswaldo de Oliveira no 4-2-3-1 com: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Renato e Lucas Zen; Vitor Júnior, Seedorf e Fellype Gabriel; Elkeson. Para fazer um dilúvio no chopp botafoguense, chegar a sua terceira vitória seguida e, de quebra, roubar o lugar do rival no G4, Vanderlei Luxemburgo montou o Grêmio no 4-2-2-2 com: Marcelo Grohe; Tony, Vilson, Gilberto Silva e Pará; Fernando e Souza; Elano e Zé Roberto; Leandro e Marcelo Moreno.

O juiz mal havia apitado pela primeira vez e o perigoso tricolor Leandro apareceu nas barbas de Jefferson para mostrar a dureza que seria o confronto. Um confronto que teve a 1ª etapa bastante equilibrada. O Grêmio conseguiu encontrar mais espaços no miolo da zaga alvinegra do que Oswaldo de Oliveira desejaria e se não fosse a velocidade do felino Jefferson para sair nos pés gremistas, as redes botafoguenses certamente seriam balançadas. Ofensivamente, o “Glorioso” construiu suas melhores tramas quando seus meias, principalmente Seedorf e Vitor Júnior, se aproximaram. No entanto, foram poucas as vezes em que o clube de General Severiano conseguiu trocar passes efetivos com velocidade, e o arqueiro gaúcho Marcelo Grohe não teve a validade de suas luvas testada.

Com três minutinhos pós-intervalo, Elano e Zé Roberto conversaram com os pés e Marcelo Moreno aproveitou o espaço na área rival para tirar o chamado zero do placar. Belo gol! Foi o primeiro e seria o único ataque gremista no 2º tempo. Daí em diante o Botafogo partiu em busca do gol com mais vontade do que Paul Kersey buscava vingança em Desejo de Matar. O Fogão foi incisivo com o Vitor Júnior, acertou a trave com Fellype Gabriel, colocou Andrezinho em campo, substituiu o categoria pura e ainda sem ritmo Seedorf, cabeceou uma bola com Rafael Marques que Léo Gago salvou a centímetros da linha fatal, alçou bolas na área pela direita ou esquerda, paradas ou em movimento... Resumo da ópera: o Bota deu um trabalho de cão para a retaguarda gremista e o goleiro Marcelo Grohe, mas não impediu o gostinho azedo da derrota na estreia de Seedorf.  

Se é claro, lógico e evidente que, matematicamente, todos os jogos do Brasileirão possuem o mesmo valor, psicologicamente alguns duelos valem mais do que três pontos. Este era um deles, e o Grêmio, que já havia perdido outro da mesma classe quando Ronaldinho Gaúcho visitou o Olímpico na 7ª rodada, segurou com unhas e dentes um precioso triunfo.


CURTINHAS PELO BRASILEIRÃO!

- Esqueceram de avisar ao Vasco da saída de quatro jogadores importantes nas últimas semanas. A vitória sobre o Santos – com dois gols nascidos nas mortais bolas paradas do Juninho Pernambucano – foi a oitava do “Gigante da Colina” em onze jogos. Que campanha!

- Com mais de 80% de aproveitamento, o Vascão só não se encontra na posição mais desejada da tabela porque o Atlético Mineiro está impossível. Os empolgados e empolgantes Ronaldinho, Danilinho e Bernard são o que de melhor o Brasileirão apresentou até o momento.

- Nas primeiras rodadas, Vagner Love, em fase iluminada, fazia o papel de “Éxercito de um Homem Só” e marcava os gols salvadores para o Flamengo. Vez por outra, Renato acerta um tijolo de fora da área para diminuir o fogo que arde quente na Gávea. Sem um ou outro, a bola rubro-negra não entra e as derrotas se acumulam. Já são três nos últimos quatro jogos.

- E o Obina, ein? É tão surpreendente que suas surpresas nem surpreendem mais.

- Quem vai parar o estonteante Fred? Quem vai parar o invicto Fluzão?

sábado, 21 de julho de 2012

UMA IMAGEM















PARABÉNS, FLUZÃO, PELOS 110 ANOS DE GLÓRIAS E VITÓRIAS MIL!!! 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

BIBLIOTECA DO FUTEBOLA - RECORDAÇÕES DE ARY BARROSO


Do mesmo modo que é válido dizer que este não é um livro inteiramente relacionado ao futebol, é mais válido ainda citar que é impossível dissociar a trajetória única do genial Ary Barroso do esporte mais popular do Brasil. A origem de sua histórica gaitinha, a paixão pelo Flamengo, a surpreendente revelação de que já foi torcedor do Fluminense, as incríveis transmissões da época de locutor esportivo... Leitura excelente para quem quer conhecer a vida de um grandioso personagem da música brasileira e o quanto ele foi importante para o nosso futebol.



Recordações de Ary Barroso

Autor: Mário de Moraes

Editora: Funarte