segunda-feira, 30 de novembro de 2009

CAMPEONATO BRASILEIRO 2009 - 37ª RODADA - SÉRIE A

Corinthians 0 X 2 Flamengo
Palmeiras 3 x 1 Atlético Mineiro
Santo André 5 x 3 Náutico
Atlético Paranaense 2 x 0 Botafogo
Fluminense 4 x 0 Vitória
Goiás 4 x 2 São Paulo
Sport 1 x 2 Internacional
Cruzeiro 4 x 1 Coritiba
Avaí 2 x 2 Santos
Grêmio 4 x 2 Barueri

Olá amigos do FUTEBOLA!

Como nesta rodada do Brasileirão todos os jogos ocorreram no mesmo horário, só acompanhei na íntegra um deles. Por este motivo, vou fazer alguns comentários sobre importantes resultados e a análise da vitória do agora líder Flamengo.

Fred, Conca e todo o Fluzão continuam dando um show de bola. A missão ainda não foi cumprida, mas o fato de o Flu passar a semana fora da zona de degola já é um alívio para o seu fiel torcedor. Basta um empate contra o Coritiba para o “Milagre Tricolor” se concretizar e entrar para a história do Brasileirão.

O Botafogo, com muitos desfalques, não segurou o Furacão e entrou na zona de rebaixamento. A esperança do torcedor do Fogão, porém, não pode acabar. A permanência na Série A só depende da equipe e eu acredito que a vitória contra o Palmeiras ocorrerá.

Falando em Palmeiras, bastou o retorno do Cleiton Xavier para o Verdão reencontrar a vitória. O golaçoaçoaço de Diego Souza não pode apagar a importância do retorno do Cleiton à equipe.

Quando todos acreditavam que o Internacional estava morto, eis que surge o Colorado na vice-liderança. O Inter, apesar dos tropeços, merece sim chegar na última rodada brigando pelo título.

Por mais inacreditável que pareça, o São Paulo bobeou de novo. Após a derrota para o Botafogo, pensei que o Tricolor Paulista não fosse mais tropeçar no Campeonato. Me enganei. A derrota para o Goiás colocou o Sampa em 4º lugar e o sonho do Hepta bem mais longe.

Corinthians 0 x 2 Flamengo – Brinco de Ouro, Campinas (SP)

Chegou!

Com mais uma atuação, fora de seus domínios, digna de quem briga pelo título, o Flamengo bateu o Corinthians por 2 a 0 e, contando com a surpreendente (?) goleada do Goiás sobre o São Paulo, assumiu a liderança do Brasileirão.

O início de jogo do Mengão foi arrasador. Em poucos minutos, a equipe teve 3 claras oportunidades de abrir o marcador. Primeiro, Petkovic cobrou córner na cabeça de Álvaro, que acretou a trave. Logo depois, Willians perdeu sozinho, dentro da área, e Bruno Mezenga deu um chute cruzado que passou perto. O Flamengo era muito superior e, para melhorar a situação rubro-negra, Ronaldo sentiu uma fisgada na coxa e teve que ser substituído. O detalhe é que o meia Edu já havia saído, também por contusão. Aos 26 minutos, Toró acertou um lançamento daqueles para saudosista nenhum colocar defeito e Zé Roberto concluiu a jogada com perfeição. Golaço! 1 a 0 Mengão!

Com a vantagem no placar, o Flamengo caiu na bobeira de recuar para segurar o resultado. Com isso o Timão cresceu no jogo. Comandado pela incisiva dupla Jorge Henrique/ Defederico, o Corinthians quase igualou o placar antes mesmo do intervalo. Das chances criadas pela equipe paulista, uma linda jogada de Souza e Defederico, que Ronaldo Angelim salvou sobre a linha, merece destaque. Acredito que esses jogos-treino que o Corinthians vem realizando no Campeonato, onde já não briga por nada faz tempo, estão servindo apenas para “enturmar” o Defederico. Em minha opinião, esse argentino bom de bola vai arrebentar em 2011.

Se antes do intervalo a expulsão do treinador Mano Menezes já deixara a equipe corintiana mais tensa, após o vermelho recebido pelo Chicão, aos 23 minutos do 2º tempo, o Timão ficou ainda mais descontrolado. Na etapa final, diminuiu, e muito, o ímpeto ofensivo das equipes. A entrada do Fierro no lugar do sumido Petkovic não elevou a qualidade ofensiva do Flamengo na partida. Some isso ao grande desgaste do Zé Roberto, por estar sempre presente no setor defensivo, e teremos um Flamengo pouco atuante no campo de ataque. Pelo lado do Timão, Defederico continuava dando muito trabalho à defesa rubro-negra, mas não o suficiente para empatar a partida. Já nos minutos finais, o jovem lateral corintiano Dodô empurrou Léo Moura na área e, apesar da “pirraça” do goleiro Felipe, o próprio Léo fechou o caixão paulista.

Com essa importantíssima vitória, o Flamengo alcançou o que muitos (inclusive eu) achavam impossível, após o empate contra o Goiás: a liderança do Brasieiro. Agora, o Mengão depende exclusivamente de suas forças. Basta uma vitória, contra uma equipe que não briga por mais nada no torneio, para o Fla ser Hexa. É deixar o oba-oba para a torcida e enfrentar o Grêmio como se fosse o último jogo do mundo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

CAMPEONATO BRASILEIRO 2009 - 36ª RODADA - SÉRIE A

Grêmio 2 x 0 Palmeiras
Corinthians 2 x 3 Náutico
Atlético Paranaense 1 x 1 Cruzeiro
Santos 4 x 0 Coritiba
Botafogo 3 x 2 São Paulo
Sport 0 x 3 Fluminense
Santo André 4 x 2 Avaí
Vitória 2 x 1 Barueri
Flamengo 0 x 0 Goiás
Atlético Mineiro 0 x 1 Internacional

Olá amigos do FUTEBOLA!

A 36ª rodada do Brasileirão tinha tudo pra ser do Flamengo, pois era a chance de o Rubro-Negro assumir a liderança do torneio. Porém, com o empate do Mengo, o destaque da rodada ficou com a dupla carioca que está no fundo da tabela. O incrível, impossível, inacreditável e surreal Fluminense, venceu novamente e, acreditem, só depende de sua força – e que força! – para escapar da degola. Já o Botafogo realizou, contra o São Paulo, uns dos melhores jogos do Brasileirão. Com um show do atacante Jobson, o Fogão venceu o líder do campeonato e, assim como o Flu, só depende de si mesmo para permanecer na Série A. Vamos aos comentários dos jogos que assisti dessa rodada.

Botafogo 3 x 2 São Paulo – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)

Com uma atuação inesquecível do atacante Jobson, o Botafogo bateu o São Paulo e se manteve fora da zona de degola do Brasileirão.

No Campeonato desse ano, estamos presenciando algumas grandes atuações individuais. Sem muito forçar a memória, me recordo de Val Baiano marcando quatro gols na vitória do Barueri sobre o Náutico, do flamenguista Petkovic acabando com o Palmeiras, em pleno Parque Antártica e do meia Gilberto no jogo em que o Cruzeiro venceu o Internacional, no Beira-Rio. Após a vitória do Botafogo sobre o líder do Brasileiro, o atacante Jobson também entrou nessa lista de grandes atuações individuais. E pela porta da frente! Com tapete vermelho e tudo!

O Botafogo iniciou a partida de maneira surpreendentemente, pelo menos para mim, ofensiva. Marcando no campo de ataque e pressionando o Sampa, o Fogão mostrava uma postura de quem realmente queria, e muito, a vitória. O primeiro susto que o goleiro Rogério Ceni tomou veio após uma bomba de Juninho em cobrança de falta. Poucos minutos depois, Hernanes bobeou na saída de bola e o cruzamento de Jobson atravessou toda a área tricolor, em busca de um pé alvi-negro. O Fogo era só ataque e ninguém conseguia parar o Jobson. Que nos diga o zagueiro Renato Silva que, aos 14 minutos, ficou na saudade, após um drible do atacante, e viu a bola entrar no ângulo de Rogério Ceni. Golaço! 1 a 0 Fogão. Porém, como sempre, o Botafogo prefere recuar para segurar a vantagem. Fico impressionado com essa constante atitude do Glorioso. A equipe fazia uma partida impecável contra ninguém menos do que o líder do Campeonato, abre o placar e, ao invés de manter o ritmo, prefere mudar a postura e se defender. O São Paulo foi aos poucos colocando a manguinha de fora e começou a criar chances de igualar o placar. Uma bomba de Marlos, que o Jefferson salvou, e um chute na trave do zagueirão Miranda, serviram de alerta para o Botafogo voltar a jogar no campo ofensivo, mas de nada adiantou. Nos acréscimos da 1ª etapa, a dupla ex-Fluminense formada por Júnior César e Washington funcionou e o “Coração Valente” empatou o jogo.

Na saída para o intervalo, Washington falou aos microfones que se fosse preciso daria a vida em campo pela vitória. O São Paulo precisou de bem menos para virar o jogo. Numa falha digna de equipe sub-20 do sistema defensivo do Botafogo, o São Paulo passou a frente no placar com um gol de Jorge Wagner que surgiu de uma cobrança de lateral. Até o sempre seguro Leandro Guerreiro, que depois iria se redimir com desarmes espetaculares e muita raça, estava dormindo no lance. O tão consistente São Paulo estava com a vantagem e, para piorar a situação do Fogão, o treinador Ricardo Gomes havia modificado sua defesa, colocando o perdido Renato Silva na sobra e o Miranda para dar o combate no Jobson. Por mais incrível que possa parecer, nada adiantou. Quatro minutinhos após o gol tricolor, o infernal atacante alvi-negro entrou na área, deixou o Miranda na saudade e o seu companheiro Renato livre para empatar a partida.

Com a igualdade no placar, o jogo ficaria ainda mais aberto, afinal o empate era péssimo para as duas equipes. Apesar de o Botafogo parecer mais ofensivo, era o Tricolor quem chegava com mais qualidade, se aproveitando dos buracos na defesa alvi-negra. Um tiro na trave do sumido Hernanes e um chute cruzado do Marlos fez os botafoguenses engolirem seco. Mas amigos, o São Paulo não podia mesmo evitar. Esse jogo já tinha um dono. Aos 43 minutos, um tiro de meta deixou Jobson no mano a mano com o melhor zagueiro do país. Foi bola para um lado, Miranda para o outro, arremate, rede balançada, emoção, camisa retirada, segundo amarelo, expulsão, alegria, alívio e palmas para o dono do jogo.

Agora, o Fogão terá mais um jogo de extrema importância, contra o Atlético Paranaense, e não pode nem pensar em empatar. Já o São Paulo, se não enfrentar outro jogador iluminado nos próximos dois jogos, tem a taça de Campeão Brasileiro nas mãos.

Flamengo 0 x 0 Goiás – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

Diante de um Maracanã completamente lotado, o Flamengo não conseguiu superar o Goiás e perdeu a oportunidade de assumir a ponta do Brasileirão.

Desde o apito inicial, a partida se mostrou como uma decisão de Campeonato. E uma decisão onde o Goiás parecia ter a vantagem do empate, tamanha a calma e tranquilidade apresentada pela equipe verde. Enquanto as pernas dos jogadores do Flamengo pareciam pesar toneladas, os goianos souberam perfeitamente como esfriar a torcida e a equipe rubro-negra. O Goiás alternou momentos de troca de passes, aumentando, e muito, o nervosísmo do Fla, com contra-ataques que só não foram perfeitos devido às péssimas conclusões. Diante de tamanha torcida e de um forte Flamengo, não são poucos os adversários que se esconderiam nessa partida. Não foi o caso da equipe comandada pela dupla Campeã do Mundo Fernandão/Iarley. Por diversas vezes os goianos estiveram perto de abrir o placar da partida, mas o goleirão Bruno e a péssima pontaria (o Léo Lima chegou a furar a pelota, dentro da área) foram os motivos para a equipe verde não conseguir balançar as redes. Falando em motivos, sabem qual foi o que fez aparecer tantos buracos no setor defensivo do Flamengo? Simples. A ausência do Maldonado. Tudo bem que o Fla, principalmente na 2ª etapa, partiu desordenadamente em busca da vitória e que Toró, Aírton e Willians se esforçaram para impedir os ataques goianos, mas a qualidade e inteligência defensiva do chileno fizeram sim muita falta.

Seria injusto, porém, falarmos que o Flamengo nada criou ofensivamente e que foi inteiramente dominado pelo Goiás. Não foi assim. Teve cobrança de falta do Petkovic que passou raspando, chutes do Willians pela direita, do Juan de fora da área, do Pet pela esquerda, do Adriano de dentro da área, do Kléberson da meia-lua, duas bolas que a defesa do Goiás salvou na pequena área... Na realidade, o Flamengo jogou e deixou o Goiás jogar. Poderia ter vencido. Poderia ter perdido. Acabou empatando. Um empate com um gosto gigante de derrota, já que o São Paulo havia sido derrotado, pouco tempo antes, pelo Botafogo.

Queria dedicar um espaço aqui sobre o assunto da moda: a “mala branca”. Após a partida, o zagueiro do Flamengo, Ronaldo Angelim, disse que o Goiás teria recebido 300 mil reais para se esforçar mais em campo. Eis aqui minha teoria: vamos supor que o “prêmio” de 300 mil fosse divido entre os jogadores que participaram da partida, ou seja, 14 atletas goianos. Dividindo em partes iguais daria algo próximo de 21 mil para cada jogador. Pegando apenas o Fernandão, que recebe, acredito eu, algo próximo de 250 mil reais por mês e acabou de retornar do lucrativo mundo árabe, como exemplo, vocês acham que ele se esforçou mais pelos tais 21 mil da “mala branca” ou por estar diante de um jogo histórico, em um Maracanã com quase 90 mil presentes? Essa partida foi, provavelmente, a mais importante que metade dos jogadores goianos disputaram até o momento. Isso não é o suficiente para se esforçar mais? Sabem o que virou esse assunto de “mala branca”? Uma desculpa idêntica a que aparece após uma derrota na altitude. Perdeu de 6 para a Bolívia? Culpa da altitude. Levou de 4 da LDU? Culpa da altitude. Só faltam dizer que, se o Flamengo perder para o Corinthians, na próxima rodada, foi porque deram dez merréis para o Ronaldo correr mais.

JOGADA RÁPIDA!

Não descartem Palmeiras e Internacional da briga pelo caneco. Se eu acredito? Não. Se é possível? Sim.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

CAMPEONATO BRASILEIRO 2009 - 35ª RODADA - SÉRIE A

Palmeiras 2 x 2 Sport
Cruzeiro 1 x 1 Grêmio
São Paulo 2 x 0 Vitória
Coritiba 2 x 1 Atlético Mineiro
Barueri 3 x 0 Botafogo
Náutico 0 x 2 Flamengo
Avaí 3 x 1 Corinthians
Fluminense 2 x 1 Atlético Paranaense
Goiás 3 x 1 Santo André
Internacional 3 x 1 Santos

Olá amigos do FUTEBOLA!

Na 35ª rodada do Brasileirão, os três melhores times brasileiros do momento venceram seus jogos. O líder São Paulo bateu o Vitória sem se esforçar muito. O agora vice-líder Flamengo venceu o Náutico, fora de casa, e está coladinho no Tricolor Paulista. O 17º colocado Fluminense conseguiu importantes três pontos ao superar o Atlético Paranaense no Maraca. A cada rodada que passa o Campeonato se torna mais empolgante. Nunca pensei falar isso e até posso mudar de opinião mais tarde, porém, nesse momento, devo ser sincero: Viva o Brasileiro por pontos corridos! Vamos aos comentários dessa rodada.

Náutico 0 x 2 Flamengo – Estádio dos Aflitos, Recife (PE)

Com grandes atuações do “Imperador” Adriano e do goleirão Bruno, o Flamengo conquistou importantíssimos 3 pontos, em um lotado Estádio dos Aflitos, e assumiu a vice-liderança do Brasileirão.

Como tanto o Flamengo quanto o Náutico precisavam muito da vitória, a partida se mostrou muito agitada. Ambas as equipes já começaram o jogo correndo contra o relógio, pois o empate era péssimo resultado, e o Náutico até se mostrou melhor nesse início, tendo assustado o Bruno em um chute longo do Bruno Mineiro. Porém, nessa altura do Campeonato, é muito complicado atacar o Flamengo e se desguarnecer atrás. Em uma jogada ofensiva iniciada por Léo Moura, Willians cruzou para Adriano que arrumou a pelota, com açucar, para o arremate do mesmo Léo Moura. No rebote da defesa do goleiro Gleyson, Petkovic empurrou para o fundo do gol. 1 a 0 Mengão. Além desses 4 jogadores que participaram da jogada, o Zé Roberto também se encontrava presente na área, ou seja, o Flamengo atacava com meio time. Mesmo sendo bastante superior tecnicamente e quase tendo ampliado o placar com Zé Roberto, após bom passe do Léo Moura, o Flamengo não tinha o jogo nas mãos. A prova foi o quase empate do Náutico, em uma cabeçada do Carlinhos Bala e em um gol marcado pelo zagueiro Cláudio Luiz muito bem anulado pelo bandeira. O Flamengo sentia a falta de Maldonado e Juan. A ausência do primeiro dava uma certa insegurança defensiva ao Rubro-Negro, que era constantemente incomodado pelo Náutico, e o desfalque de Juan fazia a equipe atacar pouco pela esquerda. Para se ter uma idéia, o Zé Roberto, que vem se destacando muito pela esquerda, aparecia bem mais pela direita nessa partida. E foi por esse lado que o Flamengo ampliou o placar. Após mais uma jogada iniciada por Léo Moura, Zé Roberto assitiu Adriano de maneira perfeita e o “Imperador” só precisou escorar a pelota para aumentar a vantagem do Fla. Anteriormente, citei que Bruno e Adriano tiveram grandes atuações e foram os principais nomes do Rubro-Negro. Fazendo justiça, o Léo Moura também merece muitos elogios. Com uma força ofensiva digna da época em que era o melhor lateral-direito do Brasil (será que ainda é?), Léo esteve presente nos melhores lances criados pelo Mengão. Como podemos ver nessa partida, o Flamengo ganha muito com uma boa atuação de seu lateral-direito.

Após o intervalo, o Flamengo mostrou mais ainda a “Maldonado-dependência”. Mesmo sendo constantemente perigoso nos contra-ataques e com o zagueiro Álvaro em grande tarde/noite, o Fla foi mais agredido pelo Náutico do que gostaria o treinador Andrade. Dentre os contra-ataques rubro-negros, o destaque ficou pelo que Zé Roberto iniciou de maneira perfeita e concluiu de maneira horrorosa, depois da ótima participação do Adriano. Já pelo lado do Timbu, um chute do Irênio, de dentro da área, e um outro do Juliano, dessa vez de longa distância, foram as principais chances criadas. Ambos os bons arremates foram defendidos pelo goleirão Bruno e o placar final ficou mesmo no 2 a 0 para o Mengão.

Chegou em um momento do Campeonato que o torcedor rubro-negro não quer só a vaga na Libertadores. O sonho do hexa deixou de ser sonho e passou a ser real. O Mengão tá na cola do São Paulo que, sendo o time mais acostumado com a liderança do Brasileirão, sabe muito bem que não pode bobear.

Fluminense 2 x 1 Atlético Paranaense – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

O incrível Fluminense, com seu ainda mais incrível trio ofensivo, conseguiu outra vitória no Brasileirão e agora se encontra somente dois pontinhos atrás do Botafogo, primeira equipe fora da degola.

Diferentemente das partidas anteriores, principalmente as disputadas pela Copa Sul-Americana, o Fluminense não começou a partida dominando o seu adversário e se mantendo no campo ofensivo, nesse duelo contra o Atlético Paranaense. Não que o Furacão tenha tomado conta do jogo, o que não ocorreu, porém, durante os 15 minutos iniciais, o jogo estava tão pegado que não ocorreu um único chute à gol. Mas como o futebol é absurdamente imprevisível, aos 17 minutos, na primeira jogada bem trabalhada da partida, o Fluzão abriu o placar. Conca lançou Maicon na esquerda e o prata-da-casa Tricolor, após lindo drible no seu marcador, deixou Fred livre livre para sacudir o filó. O primeiro gol do Flu foi o décimo do Fred, nos últimos 10 jogos. Ele é ou não é o terror de qualquer goleiro? O Atlético Paranaense, que veio ao Rio de Janeiro com o intuito do conquistar o empate, quase conseguiu a igualdade, ainda no 1º tempo. Um desvio de letra do lateral Nei e um arremate perigoso do atacante Wallyson, ambos excelentemente defendidos pelo goleiro tricolor Rafael, quase colocaram o 1 a 1 no placar. O Fluminense voltou a assustar após cobrança de falta de Conca e linda bicicleta do Maicon, que o goleiro Galatto defendeu no susto.

Se a 1ª etapa tricolor não havia sido das melhores e a equipe conseguia a vitória parcial escorada na qualidade de seus homens de frente, após o intervalo a situação ficou pior. Nos primeiros 15 minutos do 2º tempo, o Furacão criou três boas chances de empatar a partida, sendo um chute do Alex Mineiro, que passou raspando a trave, a melhor delas. As boas atuações recentes do Fluminense, estão ocorrendo principalmente pela postura ofensiva da equipe que adianta a marcação e passa a maior parte do jogo no campo de ataque. Esses minutos iniciais da 2ª etapa mostraram que esse Fluminense, com essa organização, não é um time armado para segurar resultados apenas se defendendo. Aos 18 minutos, porém, toda a genialidade do argentino Conca, que só o Maradona não quer enxergar, fez o Fluminense ampliar a vantagem. Marcado por três defensores, o “Mago Tricolor” tirou um elefante da cartola e, com um espetacular passe, encontrou Maicon na área, livre para encobrir o goleiro. 2 a 0 Fluzão! O Atlético sentiu o golpe e Fred quase fechou o caixão depois de bobeada do setor defensivo rubro-negro. O jogo ainda pegaria fogo no final, após Marcelo diminuir para o Furacão e se iniciar uma grande pressão, no abafa do Atlético, porém o Flu conseguiu segurar a importantíssima vitória.

A “Guerra Tricolor” continua. A cada jogo que passa, seja ele do Brasileirão ou da Sul-Americana, o torcedor do Fluminense ganha mais confiança no seu time e eu mais admiração pelo trio Maicon/Conca/Fred.

domingo, 15 de novembro de 2009

AMISTOSO INTERNACIONAL - BRASIL X INGLATERRA

Brasil 1 x 0 Inglaterra - Khalifa International Stadium, Doha (QAT)

Em um duelo com cara de amistoso, o Brasil bateu a Inglaterra por 1 a 0 e manteve sua invencibilidade (8 vitórias e 3 empates) contra Seleções Campeãs do Mundo, na Era Dunga.

A Seleção Brasileira entrou em campo com sua base mantida e apenas duas novidades: a estréia de Michel Bastos na lateral-esquerda e o retorno de Thiago Silva à quarta-zaga. Michel Bastos, apesar da timidez e de não ter forçado as jogadas de linha de fundo, realizou uma boa partida, porém acredito que se os ingleses tivessem tentado mais a jogada pelo seu lado, ele teria tido sérias complicações. Já Thiago Silva foi o mesmo zagueiro sério e categórico de sempre. Muitos dizem que os defensores do Brasil no Mundial já estão escolhidos, entretanto, em minha opinião, apenas um dentre Luisão e Miranda será convocado. A vaga do Thiago Silva é certa.

Durante todo o jogo, e principalmente na 2ª etapa, o Brasil teve o controle da posse de bola e das ações ofensivas, mesmo que não tenha criado um caminhão de oportunidades de balançar as redes. Em nenhum momento da partida o meio-campo inglês levou vantagem sobre o brasileiro. Era o que devíamos esperar, afinal entramos com o nosso meio-campo praticamente titular (a briga entre Ramires, Daniel Alves e Elano ainda se mostra indefinida), enquanto os ingleses jogaram com a dupla Jenas/Barry no lugar de Gerrard/Lampard. Sejamos coerentes: enfrentar Jenas e Barry é absurdamente diferente de enfrentar Lampard e Gerrard. Voltando ao jogo, o Brasil contava com um Kaká errando muito e um Luís Fabiano pouco participativo e, por esse motivo, as principais jogadas ofensivas saíram dos pés do Nilmar. E como joga o ex-colorado! O lateral/zagueiro Brown terá pesadelos com os avanços de Nilmar pelo seu setor. Sempre com muita velocidade e sem nunca desistir de uma bola, Nilmar infernizou a defesa inglesa. Foi após um lindo passe do Elano, que só fez isso durante o tempo em que esteve em campo, que Nilmar, com imensa categoria, encobriu o goleiro Foster, de cabeça. A velocidade de Nilmar também foi a responsável pelo pênalti sofrido pelo jogador, em uma bobeada incrível do zagueiro Brown. O pênalti, porém, foi desperdiçado por Luís Fabiano. Sobre o sistema defensivo inglês, devemos observá-lo com os mesmos olhos que o setor de meio-campo. A provável defesa do English Team no Mundial será formada por Glen Johnson, Rio Ferdinand, John Terry e Ashley Cole, ou seja, infinitamente superior à formada por Brown, Upson, Lescott e Bridge. Após o pênalti isolado por Luís Fabiano, o jogo se manteve idêntico. O Brasil tocava a bola, controlava as ações e pouco criava. Apenas nos 5 minutinhos finais a Inglaterra tentou, na base do abafa, empatar a partida, sem obter sucesso. Placar final: País do Futebol 1 x 0 Pais do Futebol.

Essa vitória contra o “Misto-Frio Inglês”, assim como a ainda tão comentada derrota da Espanha para os EUA na Copa das Confederações, não pode servir de parâmetros para nos colocar como únicos favoritos para 2010. Diante de um amistoso, com cara de amistoso, o Brasil fez o seu papel. E o Nilmar está na briga. Não por uma vaga na Copa, que essa ele já garantiu, mas por uma vaga de titular na Seleção Brasileira.

JOGADA RÁPIDA!

Quem não conseguiu assistir ao duelo entre Espanha e Argentina pode acreditar, pelo apertado placar de 2 a 1 para os espanhóis, que foi um jogo duro. Não se iludam. A diferença entre as Seleções é monstruosa. Fisicamente, taticamente, tecnicamente e “tudomente” superior, a Espanha só perdeu o controle da partida por uns 10 ou 15 minutos. Como é bom assistir um meio-campo com Xavi, Iniesta e Xabi Alonso. Vendo como eles tratam a bola, dá pra entender porque alguns chamam a pelota de “criança”. E, com toda a sinceridade do mundo, o Conca e o Guiñazu seriam titulares na minha Argentina.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

COPA SUL-AMERICANA – SEMI-FINAL

Cerro Porteño 0 x 1 Fluminense - General Pablo Rojas, Assunção (PAR)

Apresentando uma tranquilidade impressionante, o Fluminense bateu o Cerro Porteño, no Paraguai, por 1 a 0, e está muito próximo de conseguir a vaga na final da Copa Sul-Americana.

O 1º tempo foi um verdadeiro ataque contra defesa, com o Fluminense pressionando muito e o Cerro só conseguindo criar a primeira oportunidade aos 44 minutos. Com Maicon se movimentando bastante mesmo sem ter aparecido tanto quanto na partida contra o Universidad no Chile, Conca mostrando toda sua categoria nos passes e uma eficiente marcação do time no campo ofensivo, o Fluminense se manteve no ataque a etapa inteira. O momento de maior pressão tricolor foi entre os 31 e 33 minutos. Acreditem, amigos: em apenas 3 minutinhos o Flu construiu 4 oportunidades de sacudir o filó. Na ordem cronológica: jogada de Maicon pela direita que Conca ajeitou para um chute perigoso do Fred e o goleirão Barreto salvou; cruzamento do Marquinhos e Dalton quase encobre o Barreto; lindo corta-luz de Fred e uma bomba de Mariano que o espetacular Barreto salvou novamente; bola alçada na área pelo Conca e o zagueiro Gum a desvia acertando a trave. Sensacional! Que pressão! Os torcedores paraguaios devem agradecer muito ao goleirão Barreto, pois o Flu poderia ter saído para o intervalo com um placar irreversível.

Após o intervalo, o Fluminense permaneceu sem ser ameaçado, porém não conseguiu criar tantas oportunidades como nos primeiros 45 minutos. Um chute longo do Conca e um lindo passe do Diguinho para o Mariano, ambos bem defendidos pelo Barreto, foram as principais jogadas criadas até os 30 minutos. Quanto ao lateral-direito Mariano, é impossível não notar sua evolução. De um jogador que não acertava passes de meio metro e nada produzia ofensivamente, Mariano tornou-se um jogador de extrema importância para a produção do Flu pelos lados do campo e ainda tem o bom agravante de não estar deixando espaços em seu setor. Nessa partida em especial, o Cerro conseguiu apenas uma jogada ofensiva pelo lado direito da defesa do Flu. Voltando ao jogo, se o Tricolor havia criado apenas 2 chances de abrir o placar, até os 30 minutos, foi esse o tempo que demorou para Fred mostrar toda sua qualidade. Após dominar um chutão pra frente e arrancar com a pelota, Fred acertou um chute típico de Romário e colocou o Fluzão na frente. Fred já marcou 9 gols em 9 jogos desde sua volta. É ou não é assustador? Com a vantagem no placar, bastou o sistema defensivo continuar seu excelente trabalho por mais 15 minutos. Gum, Dalton e Digão, que estão jogando muita bola nesse renascimento tricolor, seguraram tudo atrás e a vitória foi garantida.

A enquete dessa semana aqui no FUTEBOLA pergunta: “Após passar invicto por Goiás, Internacional, Atlético Mineiro, Cruzeiro e Palmeiras, além de se classificar para a semi-final da Copa Sul-Americana, o Fluminense pode ser considerado o melhor time do Brasil no momento?”. A minha resposta é um sim. Ou melhor, um SIM!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

CAMPEONATO BRASILEIRO 2009 - 34ª RODADA - SÉRIE A

Grêmio 1 x 1 São Paulo
Vitória 0 x 1 Avaí
Santos 3 x 1 Náutico
Sport 2 x 3 Cruzeiro
Fluminense 1 x 0 Palmeiras
Atlético Mineiro 1 x 3 Flamengo
Corinthians 2 x 0 Santo André
Atlético Paranaense 2 x 0 Goiás
Barueri 1 x 1 Internacional
Botafogo 2 x 0 Coritiba

Olá amigos do FUTEBOLA!

É inegável! A 34ª rodada do Brasileirão foi dos cariocas. O Botafogo, em um jogo importantíssimo, conseguiu vencer o Coritiba. O Fluminense mantém sua impressionante sequência de partidas sem derrotas e, a cada rodada que passa, com maior apoio de sua encantadora torcida. Por falar em torcida, foi em um Mineirão lotado que o Flamengo conquistou uma das vitórias mais belas desse Brasileirão. Fica aqui uma sugestão minha: Petkovic para garoto propaganda Rio 2016! Em cada canto do Brasil ele tem deixado a marca olímpica. Impressionante!

O São Paulo, mesmo tendo terminado a partida com três jogadores expulsos, conseguiu um bom empate contra o Grêmio e assumiu a liderança do torneio. Será que Rogério Ceni e companhia vão conseguir conquistar o quarto caneco seguido?

Vamos aos comentários da vitória do Mengão

Atlético Mineiro 1 x 3 Flamengo – Mineirão, Belo Horizonte (MG)

Assim como ocorreu nas vitórias sobre o São Paulo e o Palmeiras, nesse 2º turno do Brasileirão, o Flamengo novamente realizou um partidaço ao enfrentar uma equipe postulante ao título nacional.

O início da partida no lotado Mineirão deve ter assustado o torcedor rubro-negro. O motivo? Diego Tardelli. Com pouco mais de 5 minutos de jogo, ele já havia dado um lençol sensacional no Ronaldo Angelim, um drible por baixo das pernas do Willians e um perigoso chute que o Bruno defendeu. Seria o dia dele? O tempo mostrou que não. Jogada de efeito por jogada de efeito, o Flamengo tem Petkovic. O filme pode não ser inédito, mas é daqueles que o torcedor do Fla não se cansa de ver o reprise. Córner para o Rubro-Negro, Pet na cobrança e... Gol Olímpico! Golaço Olímpico! 1 a 0 Flamengo e oitavo gol de escanteio marcado pelo sérvio em toda sua carreira. Logo depois do gol, o Atlético teve a oportunidade de empatar a partida após um bela jogada entre Carlos Alberto e Ricardinho que o Éder Luís chutou fraco e Bruno defendeu. O jogo permaneceria quente, porém o Flamengo conseguia controlar o Galo e ainda arriscava alguns contra-ataques. Uma outra jogada do Carlos Alberto pela direita, um chute longo do Jonílson e um bom lançamento do Corrêa para o Diego Tardelli foram as ações ofensivas mais perigosas do Atlético. Já o Flamengo foi muito mais eficiente. Aos 39 minutos, Zé Roberto recebeu a pelota pela esquerda (ele já havia arrancado duas vezes por ali e com muito perigo), deixou-a com Maldonado que, com muita categoria, limpou a defesa atleticana e sacudiu o filó. Um prêmio ao que é, em minha opinião, o melhor volante do Brasileirão.

No finalzinho do 1º tempo, o Atlético quase conseguiu diminuir o placar quando, após uma bobeada do Ronaldo Angelim, o Corrêa chutou por cima do gol do Bruno. Esse gol desperdiçado poderia animar muito a torcida do Galo e dar esperanças à equipe, porém, se ele não ocorreu antes do intervalo, o Ricardinho, logo aos 4 minutos da 2ª etapa, diminuiu a diferença. O gol relâmpago era tudo que o Atlético precisava. A torcida, eufórica, empurrava a equipe que saiu em busca da importante vitória. O Atlético até passou a dominar o setor de meio-campo, pois os contundidos Petkovic e Aírton estavam sentindo o peso do jogo. Porém, os espaços atrás apareceram. Enquanto o Flamengo mostrava uma solidez impressionante, o Galo passou a deixar buracos em seu sistema defensivo. Zé Roberto, sempre pela esquerda, quase ampliou a vantagem do Mengão por duas vezes e ainda deixou o Adriano cara a cara com o goleiro Carini. Se o Galo assustava, o Flamengo assustava muito. Aos 37 minutos, em uma bela trama de Léo Moura e Fierro, que diga-se de passagem entrou muito bem no lugar do Pet, Adriano fechou o caixão atleticano ao marcar de cabeça o terceiro gol do Flamengo.

Com uma atuação defensiva muito eficiente, um trio ofensivo de alta categoria e poder de decisão, o Flamengo conquistou uma vitória que o coloca de vez na briga pelo Hexa Brasileiro. A torcida tem todos os motivos para acreditar.

JOGADA RÁPIDA!

Se o Fluminense tivesse uma planejamento correto... Após quase ser rebaixado em 2008 por poupar o time todo enquanto jogava a Libertadores, o Fluzão novamente paga o preço pelo planejamento equivocado. Com jovens de imenso valor nas Laranjeiras, o clube contratou, no início da temporada, sem a mínima coerência e, ao longo do ano, demitiu técnicos como quem bebe água em um calor de 40 graus. Agora que o time acertou e apresenta um futebol digno de brigar pelo título (opinião minha), o torcedor está rezando para não cair. E se cair será um pecado.

E NO VELHO CONTINENTE...

Chelsea 1 x 0 Manchester - 12ª rodada do Campeonato Inglês

Em uma partida equilibradíssima e, como esperado, decidida no detalhe, o Chelsea bateu o Manchester United e abriu 5 pontos na liderança da Premier League.

Os primeiros 45 minutos de jogo no Stanford Bridge foram exageradamente estudados, com nenhuma das equipes buscando o ataque com mais ênfase, apesar do Manchester ter tido maior posse de bola. Como ambas as equipes apresentavam sistemas defensivos de grande solidez, os chutes longos foram a tônica do 1º tempo, com Carrick, pelo Manchester, e Anelka, pelo Chelsea, sendo os mais perigosos.

Após o intervalo, o equilíbrio permaneceu, porém o jogo se tornou um pouco mais aberto. Pelos “Diabos Vermelhos”, o sempre raçudo Wayne Rooney quase abriu o placar por duas vezes, em um pequeno intervalo de tempo. Aos 21, ele tabelou com o equatoriano Valencia e chutou rasteiro para fora e, menos de um minutinho depois, novamente levou perigo ao goleiro Peter Chech. Falando um pouco sobre o Rooney, considero-o um dos atacantes mais completos do mundo, porém acredito que seu futebol rende mais quando ele não precisa atuar como referência na área. Nessa partida contra o Chelsea, com o Giggs e o Valencia abertos pelas pontas, sobrou para o Rooney o papel de centroavante, o que até cumpriu bem, porém não pôde render o seu melhor. Foi depois desses lances protagonizados pelo Rooney que surgiu o detalhe que decidiu a partida. Utilizando-se de uma das principais armas do futebol atual, o Chelsea balançou as redes com o zagueirão Terry após falta cobrada por Lampard. A defesa do Manchester bobeou, pois não se pode deixar um cabeceador do nível do Terry com liberdade dentro da área. O fim da partida foi quente, mas não pelo futebol. A rivalidade entre os dois favoritos ao caneco aflorou, o juiz não mostrou muito controle da partida e os 15 minutos finais do jogo foram tensos. O placar, porém, permaneceu com a vantagem mínima para os “Blues”.

Após conquistar a classificação para a próxima fase da Champions League, no meio da semana, o Chelsea confirmou sua força com essa vitória no clássico. É bom os rivais, tanto nacionais quanto continentais, abrirem os olhos. O time do Carlo Ancelotti está cada dia mais forte.