segunda-feira, 26 de novembro de 2012

OLHO TÁTICO - PREMIER LEAGUE 2012/2013 - MANCHESTER CITY













Focado no Nacional depois do adeus à UEFA Champions League, Manchester City visita o Chelsea – que está a um fio de também ser eliminado no principal torneio de clubes da Europa – e, apesar de mais seguro atrás e criativo na frente, não passa de um empate mudo. Com o resultado, a 13ª rodada termina com os “Citzens” ainda invictos, mas um pontinho atrás do rival Manchester United, líder da Premier League com 30 pontos.

Organizado no cada dia menos comum 4-2-2-2, o Manchester City foi o dono das ações ofensivas durante todo o embate. Não que Peter Cech tenha realizado defesas magníficas ou o torcedor do Chelsea necessitado tomar remédios para pressão alta, mas, de fato, quem esteve mais perto de balançar as redes sempre foi o City. E até os minutos finais o desejo dos visitantes foi a vitória, basta observar que as duas alterações realizadas por Roberto Mancini foram no ataque: Dzeko e Agüero deram lugares a, respectivamente, Tévez e Balotelli. Contudo, faltou ser letal na zona decisiva para sair de Stamford Bridge com os três pontos.

Em termos ofensivos, duas movimentações chamaram a atenção na boa atuação dos atuais Campeões Ingleses. Desta feita como volante, ao lado de Barry, o marfinense Yayá Touré, não raro escalado como meia atacante por Mancini, foi importante ao realizar a “sanfona”. Em outras palavras, ao se aproximar dos defensores para arredondar a saída de bola e ao encostar nos avantes para participar das conclusões das tramas. Curioso como Yayá Touré se tornou um jogador mais dinâmico após sair do Barcelona, justamente a equipe que mais preza pela dinâmica ofensiva no futebol atual.

Quem também apresentou uma movimentação digna de destaque foram os meias David Silva e Milner. Diferente do que a prancheta pode sugerir, ambos não ficaram estagnados nos flancos do campo, como se fossem proibidos de aparecer pelo meio ou de, momentaneamente, inverterem posições, o que confundiu mais ainda a insegura defesa do Chelsea. E mais, quando o City não tinha a bola em seus pés, David Silva e Milner recuavam para formar com a dupla Touré/Barry uma linha de quatro. Linha esta que foi a responsável por anular o que o Chelsea tem hoje de melhor: a criatividade do trio formado por Mata, Oscar e Hazard.

Com o rival Manchester ainda a dividir suas atenções com a Champions League e o Chelsea mais perdido que cupim em metalúrgica, o Manchester City, pelo elenco, entrosamento e consistência que possui, pode conseguir uma arrancada nas próximas rodadas que o coloque no caminho certo na busca pelo inédito Bicampeonato Inglês.

domingo, 25 de novembro de 2012

CAMPEONATO BRASILEIRO 2012 - 37ª RODADA – SPORT X FLUMINENSE








Sport 1 x 1 Fluminense – Ilha do Retiro, Recife (Pernambuco)

Fluzão e Sport fazem jogo eletrizante, mas empate complica vida dos pernambucanos na luta contra a degola e deixa o Tricolor com a necessidade de vencer na última rodada para se tornar a melhor campanha da era dos pontos corridos.

Para repetir a leonina atuação da vitória contra o Botafogo, no último fim de semana, o Sport foi a campo sem poder contar com o lateral-direito Cicinho e organizado pelo Sergio Guedes no 4-2-3-1 com: Saulo; Renato, Aílson, Diego Ivo e Reinaldo; Moacir e Tobi; Gilsinho, Hugo e Felipe Azevedo; Gilberto. O campeoníssimo Fluminense tinha a missão histórica de vencer para alcançar os 79 pontos, ultrapassar o São Paulo de 2006 e se tornar o maior pontuador do Brasileirão por pontos corridos. Para isso, Abel Braga esquematizou sua equipe no 4-3-1-2 com: Diego Cavalieri; Wallace, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Valencia, Jean e Edinho; Thiago Neves; Rafael Sóbis e Fred.

Com a autoridade de quem já tem o caneco em sua sala de troféus, o Fluminense ignorou a pressão da pulsante Ilha do Retiro, tomou para si o controle do jogo, alternou ataques velozes pelos lados com valorização da troca de passes e, aos 26 minutos, após escanteio cobrado por Sóbis, Fred – sempre ele! – estufou o barbante. Vendo a vaca pernambucana ir para o brejo, ainda mais com o gol da Portuguesa diante do Internacional, não restava opção aos rubro-negros a não ser partir para o ataque, tarefa que se tornou mais fácil com o já costumeiro recuo do Fluminense diante de um resultado positivo. Assim, quando o 1º tempo já agonizava, depois de Hugo ter duas boas chances para igualar, Felipe Azevedo o fez ao receber assistência de Gilberto na única bobeada do Leandro Euzébio, até então em excelente jornada.

O tento nos acréscimos da 1ª etapa prometia um Sport “na pressão” após o intervalo. Que nada. Novamente o Flu conseguiu diminuir o volume do adversário e criar as melhores tramas ofensivas, como uma cabeçada do Sóbis que Saulo defendeu milagrosamente e um gol do Fred bem anulado por um joelho de impedimento. Foi então que, aos 30 minutos, tudo mudou. Rubro-negros nas arquibancadas e no campo se encheram de ímpeto, força, garra e deram ao confronto quinze minutos finais de arrepiar. Henrique, Willians, Gilsinho e Felipe Azevedo alucinaram o duelo. Vieram chutes a tirar tinta da trave, defesas espetaculares – para variar – de Diego Cavalieri, Digão e Valencia salvando bolas sobre a linha quando os torcedores já arredondavam a boca para gritar “Goooooool”.

Tudo isso intercalado com contra-ataques do Flu, que tentava aproveitar os muitos espaços deixados pelo “possuído” Sport e podia, a qualquer momento, marcar o gol que decretaria, ali, o rebaixamento pernambucano. O gol decisivo não veio de nenhum dos lados, mas, mais uma vez, o Fluminense mostrou a lógica de ter estampado em sua camisa um plano de saúde. Ô time para deixar a pressão do espectador lá no alto!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

ELÓIGICO E SUAS LÓGICAS















Elóigico é um fanático torcedor do São Sebastião Futebol Clube que sempre coloca a paixão à frente da razão – como quase todos os torcedores, né? E quem fica perdida com tanto fanatismo de Elóigico é sua filha, Edinha, que mora junto com seu pai em uma simples casinha que vive futebol 24 horas por dia.


Desenho de Paulo Sales e roteiro de Diano Massarani

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

BRASIL CAMPEÃO DO SUPER CLÁSSICO DAS AMÉRICAS 2012


Argentina 2 (3) x (4) 1 Brasil – La Bombonera, Buenos Aires (ARG)

Fred e Diego Cavalieri mantêm a rotina de serem decisivos e Brasil, mesmo sem inspiração e organização, conquista o Bicampeonato do Super Clássico das Américas ao vencer a Argentina na disputa por pênaltis.

A atuação mais redonda da Argentina na 1ª etapa do Super Clássico pode ser creditada a uma maior solidez tática e a um Montillo criativo e participativo como poucas vezes se viu no Cruzeiro em 2012. Taticamente, os argentinos atuavam num tradicional 3-4-1-2, com Guiñazu e Cerro a proteger o trio de zaga (Desábato, Sebá e López), Vangioni e Peruzzi nas alas e Montillo com a missão de abastecer a dupla Martínez/Barcos. Simples de se ver e de os jogadores compreenderem e se entenderem.

Por outro lado, o Brasil foi uma misturada só. Não pela linha de quatro defensores – Lucas, Réver, Durval e Fábio Santos – ou pela dupla de volantes Ralf e Paulinho, mas sim por Arouca como meia aberto pela direita e por Thiago Neves completamente perdido, sem saber se sua prioridade era marcar ou criar. Assim, esperar uma mágica do Neymar ou buscar bolas longas com o Fred se tornaram as únicas alternativas. Por volta da metade da etapa, Arouca foi para sua posição original, o Brasil formou um tripé de volantes e as jogadas começaram a fluir com mais naturalidade, ora com o próprio Arouca a avançar, ora com o dinâmico Paulinho, mas não o suficiente para a Seleção dominar o jogo ou sacudir o filó  num 1º tempo que terminou com a Argentina presente no ataque.

A etapa final iniciou com Martínez a desperdiçar boa chance cara-a-cara com Cavalieri, mas logo a bola começou a ser castigada. Enquanto a Argentina, sabe-se lá por qual motivo, já que necessitava da vitória, se encontrava mais recuada do que deveria, o Brasil dava um show de pixotadas e de incompetência para jogar com o regulamento que lhe permitia o empate. Ao invés de troca de passes e marcação bem postada, a Seleção dava chutões e deixava espaços. Espaços que o dono do jogo, Montillo, aproveitou para encontrar o perigoso Martínez, que foi derrubado fora da área por Jean mas viu o juiz apontar para a marca do pênalti e Scocco abrir o placar, aos 36 minutos. Num espirro, aos 39, Jean chutou mascado e Fred, na hora e lugar certos, igualou tudo.

No entanto, a atuação brasileira era tão apática que não foi capaz de segurar nem a vantagem nem o Montillo por mais cinco minutos e permitiu ao cruzeirense arrancar e rolar para Scocco voltar às redes, devolver o 2 a 1 de Goiânia e levar a decisão para os pênaltis. Aí, os dois melhores argentinos em campo pecaram – Martínez mandou nas mãos de Cavalieri e Montillo por cima da baliza – e Thiago Neves, Jean, Fred e, por último, Neymar, apagaram a equivocada cobrança de Carlinhos e deram o Bi para o Brasil numa La Bombonera sem um pingo de pressão.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

FALCÃO, O MAIS PELÉ DOS PELÉS


Pelé é tão transcendental que se tornou o sinônimo para melhor inquestionável de outros esportes. Desde Kelly Slater é o Pelé do surfe até Arnold Schwarzenegger é o Pelé do fisiculturismo, a comparação com o “Rei” é a mais simples forma para dar a alguém o título de símbolo máximo em sua área. Com esta prática, todas as áreas acabam por colaborar um pouco para a solidificação de Pelé como inigualável, pois mantém sempre viva sua figura. E coube a um “irmão” do futebol, o futebol de salão, ter um ícone maior que, ao ser chamado de Pelé do futsal, mais fez para a valorização da imagem do “Rei”. O nome em questão é Alessandro Rosa Vieira, conhecido por todos como Falcão.

Entre os poucos em proporção, mas muitos em número absoluto, que tentam negar a majestade de Pelé, um dos argumentos mais utilizados é o de que ele sempre esteve a vestir a camisa 10 santista. Em outras palavras, Pelé não jogou na Europa como os três postulantes ao seu trono: Alfredo Di Stéfano, Diego Maradona e Lionel Messi, não por coincidência todos argentinos. “Mas Pelé jogava o Paulistão, o Rio-São Paulo e a Taça Brasil!”, gritam uns sem lembrarem que, naquela época, uma Seleção Paulista faria frente com qualquer Seleção Nacional do planeta, ou que entre os adversários do Alvinegro Praiano estavam o Botafogo de Garrincha, Didi e Nilton Santos e o Palmeiras de Djalma Santos, Julinho Botelho e Vavá.

E eis que agora, nos anos 2000, brota um exemplo de mão cheia para os defensores do Rei. Falcão, o mesmo que há poucos dias, “todo torto”, como ele mesmo disse, devido a uma paralisia facial, foi protagonista de mais uma conquista mundial da Seleção Brasileira, sempre defendeu e venceu tudo com clubes nacionais. Tal qual Pelé, se deixarmos um pouco de lado a passagem pelo New York Cosmos. Contudo, quando veste a camisa brasileira e realiza suas jogadas mais inacreditáveis do que uma escapada do Houdini ou uma entortada de talher do Uri Geller, quando bate o recorde de gols por uma Seleção nacional em qualquer tipo de futebol, quando conquista títulos mundiais como em 2008 e 2012, Falcão prova que não precisa viver o dia-a-dia da Europa para ser o melhor de todos. Assim como já havia provado Pelé, nas Copas do Mundo de 1958 e 1970.

A partir do último domingo, com mais uma página escrita por Falcão e seus companheiros na história do esporte nacional, se tornou ainda mais fácil do que sempre foi defender a supremacia de Pelé perante alguns gigantes da bola. Quando uma voz se levantar para dizer que Pelé nunca defendeu um clube do “Velho Continente”, a resposta já estará engatilhada: “E daí, o Falcão também não e isto não o impediu de ser o maior de todos os tempos no futsal”. Touché! 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

BIBLIOTECA DO FUTEBOLA - TIM - O ESTRATEGISTA


Esta é mais uma obra da saudosa Editora Gol. Como o próprio nome indica, ela conta a vida do genial Elba de Pádua Lima, o Tim, “El Peón”, quando craque dos gramados, e “O Estrategista”, na função de treinador, que, por sinal, cumpriu com uma maestria poucas vezes vista. Além de agradável leitura, o livro prima por passar por todos os momentos da vida de Tim, desde impetuoso futebol demonstrado no ínicio de carreira na Portuguesa Santista até as revoluções táticas implantadas em clubes cariocas, brasileiros e sul-americanos como técnico. E, claro, dedica um bom espaço a sua histórica passagem pelo Fluminense, clube do qual é um grande ídolo.

















Tim – O Estrategista
Pedro Zamora
Editora Gol

domingo, 18 de novembro de 2012

CAMPEONATO BRASILEIRO 2012 – 36ª RODADA – SPORT X BOTAFOGO








RESULTADOS
Santos 2 x 0 Figueirense
Coritiba 1 x 2 Vasco
Flamengo 1 x 1 Palmeiras
Fluminense 0 x 2 Cruzeiro
Atlético Mineiro 2 x 2 Atlético Goianiense
Bahia 1 x 0 Ponte Preta
São Paulo 2 x 1 Náutico
Internacional 0 x 2 Corinthians
Portuguesa 2 x 2Grêmio
Sport 2 x 0 Botafogo

ARTILHARIA
19 Gols – Fred (Fluminense)
17 Gols – Luís Fabiano (São Paulo)
14 Gols – Bruno Mineiro (Portuguesa) e Hernán Barcos (Palmeiras)

Sport 2 x 0 Botafogo – Ilha do Retiro, Recife (PE)

Botafogo não segura a força do “Leão”, perde por 2 a 0 e dá adeus à Libertadores 2013. Resultado mantém o Sport vivo na luta contra a degola.

Pressionado pela vitória do Bahia minutos antes de entrar em campo, o Sport, montado pelo Sergio Guedes no 4-2-3-1, foi em busca dos três pontos com: Saulo; Cicinho, Alison, Diego Ivo e Reinaldo; Tobi e Moacir; Felipe Azevedo, Hugo e Gilsinho; Gilberto. Ao Botafogo, que tinha no retorno de Seedorf o destaque na escalação, era vencer ou vencer para manter as chances de classificação para a Libertadores, e Oswaldo de Oliveira montou a equipe no 4-2-3-1 com: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Dória e Márcio Azevedo; Renato e Gabriel; Andrezinho, Seedorf e Lodeiro; Bruno Mendes.

Minutos após o apito final na lotada Ilha do Retiro, Seedorf demonstrava, aos microfones, não saber sobre a vitória do São Paulo que obrigava o Botafogo a ganhar. Talvez esta seja a explicação para o Alvinegro não ter apresentado em campo um pingo da raça e disposição do adversário, atitude que acabou por ser determinante para o placar final de dois a zero para o Sport. Um Sport que fez juz ao apelido de Leão e mostrou garras e dentes afiados para conquistar uma vitória maiúscula.

No 1º tempo, os pernambucanos dominaram completamente as ações ofensivas e criaram tramas de qualidade iniciadas com Moacir, Reinaldo, Felipe Azevedo e, principalmente, Cicinho, em atuação digna dos seus melhores momentos. Pela direta, esquerda e meio, pelo alto e por baixo, com a cabeça e os pés... de tudo quanto é maneira o Sport assustou o goleiro Jefferson, enquanto o Botafogo foi incapaz de dar uma bola redonda para o seu centroavante, Bruno Mendes, arrematar.

Apesar de uma boa escapulida do Seedorf quase resultar em gol do Lucas com apenas uns segundinhos da etapa final, os primeiros minutos pós-intervalo continuaram com o Sport em cima e mais perigoso. Reinaldo e Cicinho, os laterais rubro-negros, infernizavam a espaçosa retaguarda botafoguense. O gol rubro-negro, entretanto, não vinha. Aos 10 minutos, sabedor da vitória parcial da Portuguesa por 2 a 0, Sergio Guedes fez a alteração que mudaria o rumo da partida. O atacante Henrique entrou em campo e, em sua primeira jogada, arrancou em velocidade e deixou Gilberto livre para abrir o placar.

Depois de quase ampliar a vantagem com Felipe Azevedo, o Sport adotou a cautela e recuou para explorar os contra-ataques. Naturalmente o Botafogo cresceu, começou a alçar bolas na área de ambos os flancos e teve sua melhor chance com o Bruno Mendes. Porém, estes 20 minutos de ataque não só não foram suficientes para o Bota superar a força de vontade pernambucana como, aos 44, Felipe Menezes, ex-General Severiano, fez linda jogada pela esquerda e o dono da noite, Henrique, selou o triunfo.

Com duas rodadas por jogar, o Sport continua na sua briga. O Botafogo, não mais. Muito pelo empenho dos seus respectivos jogadores no decisivo embate da Ilha do Retiro.

CURTINHAS DO BRASILEIRÃO!

- A 36ª rodada do Brasileirão foi ao som de “Amor Bandido”, da dupla Bruno e Marrone.Vagner Love, herói alviverde na campanha do retorno à Primeira em 2003, foi o autor do golpe de misericórdia que degolou o Palmeiras. Zé Roberto, craque revelado pela Lusa na histórica campanha do vice-campeonato de 1996, empatou para o Grêmio o jogo que a Portuguesa vencia até o finzinho, resultado que pode rebaixar o Rubro-Verde.

- Um dos maiores chavões do futebol brasileiro é aquele que diz que faz bem para um gigante a queda para a Segundona, pois assim o clube encontra terreno para se reestruturar. Os que acham esta máxima uma balela das grandes acabam de ganhar um exemplo sem igual com a nova queda palmeirense. E a decisão de priorizar a Copa do Brasil, que rendeu ao Alviverde apenas cinco pontos em oito rodadas, cobra o seu preço.

- Pela tenebrosa situação finaceira que os jornais estampam, o Vasco vai precisar, e demais, dos pratas da casa. Marlone, Jhon Cley, Romário... E os duelos contra Flamengo e Fluminense são boas oportunidades para colocar estes garotos em campo, assim como foi a vitória de virada sobre o Coritiba – que gol magnífico do Lincoln! –, uma vitória que não vinha há mais de 40 dias. Ou sete partidas.

- Pior campanha como visitante no campeonato, o Náutico até tentou azedar a festa armada pela torcida são-paulina para a estreia de Paulo Henrique Ganso. Contudo, o cada dia mais letal trio ofensivo formado por Osvaldo, Lucas e Luís Fabiano se encarregou de virar o placar e carimbar o passaporte tricolor para a Libertadores 2013.

- Engenhão lotado, taça nas mãos, baliza escalada, volta olímpica... E viva o Fluzão!