domingo, 31 de agosto de 2014

CAMPEONATO BRASILEIRO 2014 – 18ª RODADA – CORINTHIANS X FLUMINENSE


Corinthians 1 x 1 Fluminense – Arena Corinthians, Itaquera (SP)

Fred abre placar de pênalti, Romarinho marca golaço e Fluminense e Corinthians empatam no Itaquerão. Resultado mantém Timão na quarta colocação, uma posição acima do Tricolor.

Um rabugento não teria dúvidas em dizer que o Fluminense foi para o intervalo com a vitória parcial por ter sido “menos pior” do que o Corinthians. Até porque, cá entre nós, o Corinthians foi pavoroso nos primeiros 45 minutos, sem conseguir organizar sequer uma trama ofensiva com a bola rolando, com Elias, Lodeiro e Jádson de uma infertilidade sem tamanho, e exagerando nos chutões para frente. O Tricolor, longe de estar em uma tarde criativa, pelo menos foi mais consciente para realizar a transição defesa-ataque com a bola pelo chão, o que acabou por lhe render melhores momentos. Enquanto o Corinthians assustou apenas com o Romero, num bate-rebate originado em córner, o Flu levou perigo em um potente chute longo do Jean e abriu o placar aos 40, quando Fred converteu pênalti que Gil cometera em Wágner.

Na busca por melhorar a troca de passes do Corinthians, até porque era impossível piorá-la, Mano Menezes lançou mão de Renato Augusto. Inicialmente, o Alvinegro até rascunhou uma imposição ofensiva, mas, nos contra-ataques, foi o Fluminense quem construiu duas ótimas oportunidades para ampliar a vantagem e encaminhar o triunfo, ambas com a dupla Conca/Fred. O Flu, porém, não as converteu, e ainda cometeu o pecado de dar liberdade a Renato Augusto, que já estava bem e ficou ainda melhor. Aos 28, Renato Augusto fez linda jogada com Romarinho, que empatou o escore. Nos 10 minutos seguintes, o meia finalizou, passou, driblou e o Corinthians criou três chances para virar. Na melhor delas, Romero carimbou o poste.

Pelos elencos que possuem, não é nenhum exagero dizer que Flu e Corinthians ficaram devendo. Os tricolores não passaram nem perto de exibir o bom jogo de troca de passes que há um mês se via, enquanto os alvinegros contaram com somente 15 ótimos minutos do Renato Augusto. Muito pouco.

Corinthians: Cássio; Ferrugem (Fágner), Gil, Anderson Martins e Fábio Santos; Elias e Ralf; Jádson (Luciano) e Lodeiro (Renato Augusto); Romarinho e Romero. Técnico: Mano Menezes.

Fluminense: Kléver; Bruno, Henrique, Elivélton e Chiquinho (Kenedy); Jean e Diguinho; Rafael Sóbis (Gustavo Scarpa), Conca e Wágner (Carlinhos); Fred. Técnico: Cristóvão Borges.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

JOGOS INESQUECÍVEIS DO BRASILEIRÃO - CORITIBA 1 X 0 ATLÉTICO MINEIRO - 1985


Coritiba 1 x 0 Atlético Mineiro

Campeonato Brasileiro 1985 – primeiro jogo da semifinal

Data: 24 de julho de 1985

Estádio Couto Pereira, Curitiba (PR)

Coritiba: Jairo; André, Heraldo, Gomes e Dida; Almir, Toby e Marco Aurélio; Edson, Gil e Índio. Técnico: Ênio Andrade.

Atlético Mineiro: João Leite; Nelinho, Luizinho, Olivera e Jorge Valença (João Luís); Elzo, Éverton e Paulo Isidoro; Sérgio Araújo, Edvaldo e Reinaldo. Técnico: Cento e nove.

Gol: Heraldo (Coritiba), aos 13’ do segundo tempo.

Depois de um frágil primeiro turno, uma recuperação brilhante para vencer o seu grupo no returno e o triunfo subsequente numa chave que contava com Sport, Joinville e Corinthians, o Coritiba chegava a fase semifinal do Brasileirão de 1985 para encarar seu maior desafio: um Atlético Mineiro que era uma verdadeira seleção em preto e branco. Com o goleiro João Leite, o lateral Nelinho, o zagueiro Luizinho, o meia Paulo Isidoro e, principalmente, o atacante Reinaldo, pode-se dizer, sem exageros, que o Galo contava com um cracaço em cada setor.

O jogo de ida, disputado num Couto Pereira lotado, teve momentos de agitação dentro e fora de campo. Fora dele, um apagão paralisou o confronto durante 20 minutos e o coxa-branca Edson ainda foi atingido por uma garrafa atirada por sua própria torcida, que, com certeza, não o visava. Dentro das quatro linhas, o Coritiba, com duas bolas na trave, ameaçou mais a meta defendida pelo João Leite do que o Atlético assustou o arqueiro Jairo. Aqui uma baita de uma curiosidade: João Leite e Jairo são os jogadores que mais vezes vestiram a camisa do Atlético Mineiro e do Coritiba, respectivamente.

No fim do jogo, o Coritiba acabou por levar a melhor com um gol do lateral Heraldo e garantiu a vantagem do empate para o jogo de volta, no Mineirão. Vantagem que, por sinal, se mostrou mais do que essencial, pois o confronto em BH terminou com o placar mudo e colocou o Alviverde na decisão do campeonato. Mas, este, amigos, já é outro bate-papo...

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

COPA DO BRASIL 2014 – OITAVAS DE FINAL – CORITIBA X FLAMENGO


Coritiba 3 x 0 Flamengo – Couto Pereira, Curitiba (PR)

De forma irresponsável, Flamengo poupa seis titulares, leva um baile do Coritiba e praticamente dá adeus à Copa do Brasil.

A opção do treinador flamenguista Vanderlei Luxemburgo por poupar mais da metade dos titulares foi imprudente e impactou de forma direta na atuação horripilante da equipe no Couto Pereira. Cá entre nós: se pouco mais de um mês após ter passado 45 dias sem entrar em campo por causa da Copa do Mundo o Flamengo precisa poupar seis dos onze titulares, o planejamento de preparação física da equipe pode ser jogado no lixo.

Com uma equipe toda remendada e cheia de improvisações, o Flamengo não passou nem perto do bom jogo de passes e do ímpeto ofensivo que apresentara contra o Criciúma, no último domingo. A ausência de Léo Moura fez com que a bola rubro-negra não saísse pelo chão, mas sim com chutões para onde o nariz apontava. Luiz Antônio, seu substituto na lateral-direita, não só foi nulo com a bola nos pés, nas poucas vezes que a teve, como levou um banho de bola de Zé Love, que atuou quase sempre como um ponta.

Pelo outro lado, o esquerdo, Everton sentiu falta do lateral João Paulo, pois, com o zagueiro Samir improvisado na posição, o Fla nada criou pelo setor. Na realidade, não criou uma jogada por setor algum, e, para piorar, ainda foi incapaz de neutralizar as ações paranaenses. Além de Zé Love, que esteve infernal, os meio-campistas Gil e Robinho encontraram liberdade para fazer o que bem entendessem. E fizeram demais!

Robinho, por exemplo, bateu o córner que originou o gol de cabeça do Leandro Almeida, cruzou para o zagueiro flamenguista Marcelo (em noite tenebrosa) fazer gol contra e deu o passe para o arisco Élber sofrer pênalti do mesmo Marcelo – Zé Love converteu. Todos os gols no segundo tempo, mas o Coritiba já dominava o embate desde a metade da etapa inicial.

E assim, com uma apresentação patética onde poderia até ter sido goleado, o Flamengo colheu os frutos da atitude desleixada de poupar meio time numa competição de grande relevância nacional.

Coritiba: Vanderlei; Norberto (Reginaldo), Luccas Claro, Leandro Almeida (Bonfim) e Carlinhos; Hélder, Gil e Robinho; Dudu, Martinuccio (Élber) e Zé Love. Técnico: Marquinhos Santos.

Flamengo: Paulo Victor; Luiz Antônio, Marcelo, Chicão e Samir; Márcio Araújo (Canteros) e Amaral; Nixon (Gabriel), Lucas Mugni (Paulinho) e Everton; Eduardo da Silva. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

100 ANOS DO VERDÃO


Um tema ainda muito pouco estudado no esporte, em geral, e no futebol, em particular, é o carisma. No entanto, aposto que foi “culpa” dele, do carisma, o fato de eu tanto ter me interessado, quando ainda começava meu caso de amor com a história futebolística, pela vida de Heitor Domingues, Oberdan Cattani e Ademir da Guia, três palmeirenses até a alma.

Ainda adolescente, com aquela boa mania de decorar tudo que pudesse ser listado, rapidamente guardei na cabeça que o maior artilheiro da história alviverde chamava-se Heitor Domingues, centroavante das décadas de 10 e 20. Porém, mais importante ainda foi descobrir que quando ele entrava em campo para marcar um gol atrás do outro, o Palmeiras ainda se chamava Palestra Itália. Daí para interessar-me mais pela vida do clube e pela imigração italiana no Brasil foi um pulo.

Fico triste de não ter conhecido Oberdan Cattani quando ainda era criança, para ter a oportunidade de gritar “Oberdaaaaaan” a cada bola catada quando eu fazia às vezes de goleiro para defender o portão do vizinho. Foi através da biografia deste inigualável arqueiro que também aprendi como as guerras influenciam o esporte. Em 1942, quando da II Guerra Mundial, o presidente Getúlio Vargas ordenou a troca de nome dos clubes relacionados com Itália, Espanha e Alemanha. Assim, o Palestra Itália virou Palestra São Paulo, que virou Palmeiras, nome que já nasceu campeão, pois logo em seu primeiro jogo conquistou o Paulista de 1942.

A possibilidade de o futebol ser interpretado como arte e como poesia eu comecei a tomar conhecimento através do encantamento gerado por qualquer palavra intencionada em traduzir o jogo do Divino Ademir da Guia. Sempre que me deparo com o desespero de um jogador diante da bola fico a pensar na calma dos sábios de Ademir da Guia, gênio capaz de fechar os olhos e dizer a posição de todos os outros 21 jogadores em campo e até a do juiz. Um dos símbolos de uma época em que o futebol brasileiro transbordava categoria e o símbolo máximo do futebol chamado acadêmico.

Ao recordar Heitor Domingues, Oberdan Cattani e Ademir da Guia, apenas três dos muitos ícones que fizeram a história alviverde, gostaria, primeiro, de agradecê-los por terem me apresentado muito deste fascinante e infinito Planeta Bola, e, segundo, parabenizar o Palmeiras pelos primeiros 100 anos de vida.

Parabéns, Verdão!

domingo, 24 de agosto de 2014

CAMPEONATO BRASILEIRO 2014 – 17ª RODADA – CRICIÚMA X FLAMENGO


Criciúma 0 x 2 Flamengo – Heriberto Hülse, Criciúma (SC)

Eduardo da Silva e Lucas Mugni novamente saem do banco para colocar fogo no jogo e Flamengo chega a quarta vitória seguida ao bater o Criciúma por dois a zero.

No contundente triunfo sobre o Criciúma no Heriberto Hülse, o maior mérito do Flamengo foi ignorar o fato de ser um visitante e tomar iniciativa desde o apito inicial. O Rubro-Negro pode até não ter sido avassalador na etapa inicial, e realmente não foi, mas foi intenso o suficiente para dominar as ações ofensivas durante 30 minutos e criar três ótimas oportunidades de gols: duas cabeçadas do zagueiro Marcelo, uma delas na trave, e um lindo arremate do Léo Moura que triscou o travessão.

Neste período de meia hora de domínio, os maiores destaques flamenguistas foram a movimentação de Canteros e a dobradinha Everton/João Paulo pelo flanco esquerdo, ambos em ótima jornada. Já os principais problemas foram a improdutividade de Márcio Araújo aberto pela direita e a falta de participação da dupla de ataque formada por Nixon e Arthur. E estes foram justamente os pontos modificados pelo treinador Vanderlei Luxemburgo, aos 13 minutos do segundo tempo, período no qual o Criciúma já havia conseguido controlado o ímpeto rubro-negro e equilibrado o embate.

Lucas Mugni e Eduardo da Silva entraram nos lugares de Márcio Araújo e Nixon e não somente deram nova vida ao Flamengo como converteram a superioridade nos dois gols da vitória: o primeiro, aos 32, Mugni assinalou em pênalti que ele mesmo havia sofrido, e, depois, aos 36, Eduardo apareceu dentro da área para fechar o placar. Vale ressaltar que ambos os tentos nasceram em jogadas bem trabalhadas, assim como o Fla também teve tranquilidade e qualidade para aproveitar a vantagem de um homem a mais (João Vitor fora expulso ao cometer o pênalti) e seguir trocando passes até o apito final.

Dizem que a chegada de um novo treinador traz mais energia e disposição ao time, mas Luxemburgo tem dado mais ao Flamengo, que já começa a encorpar taticamente apesar do pouco tempo de trabalho.

Criciúma: Luiz; Eduardo, Fábio Ferreira, Gualberto e Cortez; Rodrigo Souza, Cleber Santana, João Vitor e Paulo Baier (Ricardo Costa); Silvinho (Serginho) e Souza (Danilo Alves). Técnico: Wagner Lopes.

Flamengo: Paulo Victor; Léo Moura, Marcelo, Wallace e João Paulo; Cáceres, Canteros, Márcio Araújo (Lucas Mugni) e Everton; Nixon (Eduardo da Silva) e Arthur (Gabriel). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

JOGOS INESQUECÍVEIS DO BRASILEIRÃO – CORINTHIANS 1 X 2 GRÊMIO – 1982


Corinthians 1 x 2 Grêmio

Campeonato Brasileiro de 1982 – primeiro jogo da semifinal

Data: 11 de abril de 1982

Morumbi, São Paulo (SP)

Corinthians: César; Zé Maria, Gomes, Wágner e Wladimir; Paulinho, Zenon (Joãozinho) e Sócrates; Eduardo (Mário), Casagrande e Biro Biro. Técnico: Mário Travaglini.

Grêmio: Leão; Paulo Roberto, Vantuir, De León e Paulo César; Batista, Paulo Isidoro e Bonamigo; Tarciso, Baltazar (Paulinho) e Tonho (China). Técnico: Ênio Andrade.

Gols: Paulo Roberto (Grêmio), aos 5’ e Tarciso (Grêmio), aos 19’ do primeiro tempo. Sócrates (Corinthians), aos 5’ do segundo tempo.

Após bater o São Paulo na final do Brasileiro de 1981 e levantar o primeiro caneco nacional de sua história, o Grêmio voltou ao Morumbi em 1982 para mais um jogo de caráter decisivo, desta vez contra o Corinthians e pela fase semifinal. Assim como no triunfo histórico diante do São Paulo, lá estavam craques do quilate do goleiro Leão, do zagueiro De León, do volante Batista, do meia Paulo Isidoro, do ponta Tarciso e do centroavante Baltazar.

O Corinthians, por sua vez, chegava para lutar por uma vaga na decisão depois de ter disputado a Taça de Prata (a segunda divisão da época, que dava vaga para o campeonato da primeira divisão do mesmo ano) e ganhado força e confiança ao passar, junto com o Flamengo, por um grupo da morte que ainda tinha Atlético Mineiro e Internacional. Comandado pelo genial Sócrates e com toda a torcida a seu favor, o Timão era só esperanças para realizar uma grande apresentação no jogo de ida e largar na frente.

No entanto, com menos de 20 minutos de jogo o Grêmio já havia mostrado toda sua força ao abrir dois a zero no placar, gols de Paulo Roberto e Tarciso. O Corinthians partiu com tudo na busca por diminuir o prejuízo, mas defesas sensacionais de Leão, uma atuação impecável de De León e o grande posicionamento de Batista à frente da zaga dificultaram, e muito, a vida dos paulistas, que só conseguiram superar a muralha tricolor na base do talento de Sócrates: o Doutor deixou sua marca de cabeça, aos 5 minutos da etapa final, e quase empatou em um lance esplêndido em que chapelou o zagueiro Vantuir e finalizou para defesa de Leão.


No fim, o Grêmio acabou levando a melhor e deixou muito bem encaminhada a classificação para a decisão, classificação esta que iria confirmar três dias depois, com nova vitória, desta vez no Olímpico.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

CAMPEONATO BRASILEIRO 2014 – 16ª RODADA – FLAMENGO X ATLÉTICO MINEIRO


Flamengo 2 x 1 Atlético Mineiro – Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

No embalo de Eduardo da Silva e 40 mil torcedores, Flamengo vence Atlético Mineiro de virada e passa a respirar sem aparelhos no Brasileirão.

Após abrir o placar logo aos 9 minutos, com um belo gol de Maicosuel, que superou três defensores, o Atlético Mineiro adotou a postura conservadora que qualquer time brasileiro atualmente tem quando sai em vantagem fora de casa: recuar por completo e apostar somente no contra-ataque. Convenhamos, com um tripé de meias ofensivos formado por Maicosuel, Dátolo e Diego Tardelli, o Galo poderia e deveria ter uma estratégia menos cautelosa.

A desvantagem no placar fez o Flamengo se ver no seguinte cenário: a obrigação de atacar com um meio-campo formado por cinco volantes. Obviamente as ações ofensivas rubro-negras não foram criativas o suficiente para ameaçar a meta atleticana, nem mesmo após a entrada do atacante Nixon no lugar de Luiz Antônio, aos 25. Faltava ao Flamengo quem soubesse tratar a redonda no campo de ataque. Os mais categóricos do time eram Léo Moura e Canteros, que fizeram a bola do Fla sair pelo chão. Porém, ao chegar na intermediária ofensiva, o time parecia não ter nem ideia de como criar um dos chamados melhores momentos televisivos.

O Atlético sem querer a bola e o Flamengo sem saber o que fazer com ela. Assim transcorreram a etapa inicial e os primeiros minutos da final, até que Luxemburgo, aos 16, lançou mão de Mugni e Eduardo da Silva, dos jogadores que se entendem melhor com a pelota do que os que então formavam o ataque rubro-negro. E o resultado veio mais rápido do que qualquer um podia imaginar. Menos de dez minutos após as substituições o Flamengo já vencia o confronto, com gols de Léo Moura, em pênalti sofrido por Eduardo da Silva, e outro, de cabeça, do próprio Eduardo, o dono da noite.

Agora, com 15 minutos por jogar, o Atlético tinha que trocar o chip e se lançar ao ataque. Porém, depois de passar mais de uma hora apenas se defendendo, o Galo não conseguiu impor uma pressão, assustou apenas em cabeçada de André e o Fla chegou a seu quarto triunfo em cinco jogos.

Flamengo: Paulo Victor; Léo Moura, Marcelo, Wallace e João Paulo; Cáceres, Luiz Antônio (Nixon), Canteros, Márcio Araújo (Mugni) e Everton; Arthur (Eduardo da Silva). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Atlético Mineiro: Victor; Alex Silva, Jemerson, Edcarlos e Pedro Botelho; Josué e Rafael Carioca (Claudinei); Maicosuel (Luan), Dátolo e Diego Tardelli; Jô (André). Técnico: Levir Culpi.