sábado, 4 de agosto de 2012

OLIMPÍADAS 2012 - QUARTAS DE FINAL - BRASIL X HONDURAS



Brasil 3 x 2 Honduras – St James’ Park, Newcastle (Inglaterra)

Em um daqueles jogos que deixam o coração do torcedor a bater na garganta, Neymar volta a ser decisivo, Leandro Damião tem sua melhor atuação com a camisa amarela e Brasil passa do duro time de Honduras.

Quando a Seleção Brasileira iniciou a partida cheia de ímpeto ofensivo, era esperado que Honduras sentisse a pressão e se intimidasse diante do único Pentacampeão Mundial. No entanto, os hondurenhos não só conseguiram manter a calma como, aos 12 minutos, abriram o escore com um bonito gol do inquieto Martinez. Diferente do embate contra Bielorrússia, no qual também saíram atrás no placar, os brasileiros, desta feita, sentiram o gol adversário.

Foram 20 minutos de um Brasil sem norte até Neymar arriscar uma jogada individual, receber uma forte entrada e o juiz - mantendo o seu critério rigoroso, que já resultara em quatro amarelos até então, – expulsar o meia Crisanto. Gradualmente a Seleção cresceu na etapa e Damião, aos 37, completou para as redes um bom avanço ao fundo do Hulk. Mais surpreendente do que o fato de Honduras não ter se assustado com o começo brasileiro foi o chute de fora da área do dinâmico meio-campista Espinoza, um pouquinho após o intervalo, ter morrido no filó verde-amarelo.

Seria mais um calvário olímpico brasileiro? Não! Não, mesmo. Oscar, Neymar e Damião querem – e muito! – entrar para a história com o inédito ouro e foram em busca da virada classificatória. Virada esta que, para alívio do torcedor, veio cedo. Neymar converteu com muita segurança um pênalti sofrido por Damião e o próprio centroavante colocou o Brasil na semi final em lance digno de quem sabe tudo da posição.

Por Honduras ter alguns nomes perigosos, como o lateral-esquerdo Figueroa, bom na defesa e com um potente chute, além dos já citados Martinez e Espinoza, o Brasil não deveria ter adotado a mesma postura que teve diante do Egito, na 1ª rodada. Desta vez, contudo, a diminuição de volume não resultou em gols adversários e o apito final manteve o Brasil na busca pelo sonho dourado.


HISTÓRIA DO FUTEBOL OLÍMPICO

- Desde 1900, das 24 medalhas de ouro distribuídas pelo futebol olímpico masculino, 17 foram para a Europa, de longe o continente mais vitorioso. A América como um todo, tem um total de cinco medalhas, enquanto a África duas. 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

FLUMINENSE COMEMORA 60 ANOS DA COPA RIO


Há exatas seis décadas, 60 redondos anos, o Fluminense erguia um dos troféus mais importantes de sua laureada história: a II Copa Rio. Desde os cabeças-duras mais radicais até os mais conscientes argumentadores, sempre existirá a discussão sobre a Copa Rio ser sinônimo ou não de Mundial Interclubes, mas dois de agosto não é dia de o torcedor tricolor se preocupar com debates.

É dia de comemorar um título conquistado de maneira invicta, diante de adversários do mais elevado quilate, todos eles então campeão ou vice em seu respectivo país – com exceção do Corinthians, pela ausência de um torneio de caráter nacional no Brasil. É dia de aplaudir a classificação na 1ª fase sem sofrer sequer um golzinho, em um grupo com Sporting (POR), Grasshoppers (SUI) e Peñarol (URU). É dia de se orgulhar pelo histórico triunfo por três a zero sobre o Peñarol de Ghiggia e Schiaffino, simplesmente os autores dos gols da vitória uruguaia sobre o Brasil no trágico jogo derradeiro da Copa do Mundo de 1950, em pleno Maracanã.

É dia de sorrir pela goleada de 5 a 2 no segundo jogo semi final contra o fortíssimo Áustria Viena (AUS), que contava com quatro nomes que terminariam a Copa do Mundo de 1954 na 3ª colocação, dentre eles o refinado Ernst Ocwirk. É dia de exalar felicidade pelo triunfo na decisão diante do Corinthians do goleiro Gimar dos Santos, do “Pequeno Polegar” Luizinho e do “Gerente” Cláudio, esquadrão Tri Paulista e Tri do Rio-São Paulo entre 1950 e 1954. É dia de satisfação com o time montado pelos conceitos táticos do treinador Zezé Moreira, um dos mais relevantes treinadores do nosso futebol.

É dia de celebrar o lendário goleiro Castilho, tão bom, mas tão bom, que muitos lhe creditavam poderes sobrenaturais. Ele sofreria gols em apenas dois dos sete jogos realizados pelo Flu na Copa Rio. É dia de mostrar alegria pela inesquecível muralha formada pela dupla Píndaro e Pinheiro. É dia de se emocionar com Bigode, que ignorou qualquer abalo psicológico pela repetição do duelo do Mundial de 50 com o Ghiggia e marcou o ponta uruguaio com perfeição. É dia de muitos “urras” para Jair Santana, Édson e Quincas, nomes essenciais na conquista.

É dia de mostrar os dentes pelos cinco gols do artilheiro Marinho, dois deles contra o Peñarol, cuja chuteira está banhada em bronze e exposta nas Laranjeiras. É dia de bater palmas para o também goleador do torneio Orlando Pingo de Ouro, que quando o Áustria Viena vencia o duelo semi final por 2 a 1, marcou dois gols e virou o placar para o Flu. É dia de deixar aparente a honra por a camisa tricolor ter sido vestida por Telê Santana, aquele que nunca parava em campo, o ponteiro dos segundos, para o cronista Mário Filho. É dia de se gabar pela genialidade do “Mestre” Didi, um artista de criatividade inigualável. É dia de esbanjar bom humor por Carlyle, Róbson, Lino, Vilalobos, Nestor e Simões, todos Campeões da Copa Rio de 1952. Uma glória notável, marcante para o Fluminense Football Club se tornar o gigante que é hoje em dia.

PARABÉNS, FLUMINENSE!!! PARABÉNS, TRICOLORES!!!

COPA SUL-AMERICANA 2012 - FASE NACIONAL - PALMEIRAS X BOTAFOGO


Palmeiras 2 x 0 Botafogo – Arena Barueri, Barueri (SP)

Botafogo não apresenta bom futebol em Barueri, assiste a duas pinturas do “Pirata” Barcos e se complica na Sul-Americana.

O paradoxal Palmeiras, atual Campeão da Copa do Brasil e na zona de degola do Brasileirão, iniciou a partida organizado pelo Felipão – ausente do banco de reservas por conflitos pessoais com o bandeirinha Roberto Braatz – no 4-3-3 com: Bruno; Arthur, Maurício Ramos, Leandro Amaro e Juninho; Marcos Assunção, Henrique e João Victor; Mazinho, Barcos e Maikon Leite. O Botafogo iniciou sua busca por um caneco internacional, que não vem desde 1993, com a extinta Conmebol, sem o holandês Seedorf e esquematizado pelo Oswaldo de Oliveira no 4-2-3-1 com: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Renato e Jádson; Vítor Junior, Andrezinho e Fellype Gabriel; Elkeson.

A criatividade, definitivamente, não foi o ponto forte da 1ª etapa na Arena Barueri. O Botafogo até teve uns lampejos de inspiração. Aos 17 minutos, Andrezinho e Jádson tramaram jogada de grande velocidade e o primeiro carimbou o travessão. Quatro minutinhos depois, o zagueiro Maurício Ramos falhou feio, Elkeson roubou a redonda e rolou para Vítor Junior arrematar em cima do goleiro Bruno. Mas se o Bota teve apenas poucos bons momentos pré-intervalo, o Palmeiras nem isso. O “Verdão” foi tão desértico, mas tão desértico, que nem mesmo as bolas paradas do Marcos Assunção levaram perigo ao goleiro Jefferson. Felipão, insatisfeito com a incapacidade ofensiva de sua equipe, sacou o Mazinho e mandou Obina para o duelo antes do intervalo.

Ainda na série “Insatisfações do Felipão”, Maikon Leite deu lugar a Fernandinho na virada de tempos. E não é que o Palmeiras cresceu! Parecia até que os onze jogadores tinham sido trocados. Obina veio cheio de ímpeto, Marcos Assunção se soltou mais e a dupla Arthur/Barcos decidiu a partida. O lateral direito com duas assistências aéreas certeiras e o “Pirata” com duas conclusões primorosas para levantar o véu da noiva, uma no primeiro minuto do 2º tempo e a outra aos 19. A categoria para dominar a pelota e finalizar do atacante argentino lembra muito o paraguaio Cabañas. Mesmo a ver estrelas pelo ótimo retorno alviverde para a 2ª etapa, o perdido Botafogo ainda teve duas oportunidades de conseguir um importantíssimo tento fora de casa, mas Rafael Marques e Fábio Ferreira, principalmente o atacante, não capricharam o suficiente.

No jogo da volta, no Rio de Janeiro, o Botafogo precisará de um poder de fogo que faz tempos não consegue apresentar. Com o acréscimo da necessidade de cuidados defensivos, pois um gol palmeirense no Engenhão seria praticamente fatal.  

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

OLIMPÍADAS 2012 - FASE DE GRUPOS - BRASIL X NOVA ZELÂNDIA


Tabela da fase quartas de final, que será disputada no sábado, dia 4 de agosto

Grã Bretanha x Coreia do Sul
Brasil x Honduras
México x Senegal
Japão x Egito


Brasil 3 x 0 Nova Zelândia – St James’ Park, Newcastle (Inglaterra)

Com Neto, Rômulo, Oscar e Hulk poupados e sem o mínimo esforço físico, tático, técnico e psicológico – muito pelo fato de já estar garantido na fase mata-mata – o Brasil fez uma partida leve como pluma, voltou a marcar três gols e passou fácil fácil pela Nova Zelândia.

Na base da mescla entre passes laterais e inofensivos com tramas refinadas e letais, em menos de meia horinha o Brasil já vencia por dois a zero: gols de Danilo, após linda tabelinha com Leandro Damião, e do próprio Damião, que concluiu jogada show de Marcelo e Alex. Falando em Marcelo e Alex Sandro, a dupla, algumas vezes com a participação mais que especial de Neymar, fez o diabo pelo flanco esquerdo na 1ª etapa e deixou os neozelandeses loucos.

Após o intervalo, como já era de se esperar, o Brasil tirou o pé, que já não pisava fundo, do acelerador. Principalmente após o gol de Sandro, nascido em cobrança de falta do Marcelo, aos 6 minutos. Daí em diante, a fria partida viu Lucas viver seu melhor momento e a Nova Zelândia sentir o gostinho de alçar umas pelotas na área, mas o placar final já estava decretado.

Agora começa a fase em que a cobra fuma e qualquer bobeada pode significar a volta para casa. Contra Honduras, Neymar e companhia entram como favoritos, mas a recentíssima eliminação espanhola dos Jogos e a Copa América de 2001, quando os hondurenhos tiraram os brasileiros do torneio na fase quartas de final, servem como exemplo perfeito para uma simples recordação: não existe vitória antes de a bola rolar.


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HISTÓRIA DO FUTEBOL OLÍMPICO

Hungria (três ouros, uma prata e um bronze) e as antigas União Soviética (2-0-3) e Iugoslávia (1-3-1) são as nações com maior número de medalhas na história do futebol olímpico. O Brasil, com duas pratas (1984 e 1988) e dois bronzes (1996 e 2008), pode entrar neste seleto grupo de pentamedalhistas olímpicos caso suba ao pódio em Londres.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

UMA IMAGEM












Kanu faz história nos Jogos Olímpicos de Atlanta. Um dos maiores carrascos do futebol brasileiro.

domingo, 29 de julho de 2012

CAMPEONATO BRASILEIRO 2012 - 13ª RODADA - FLUMINENSE X ATLÉTICO MINEIRO









RESULTADOS
Internacional 0 x 0 Vasco
Coritiba 2 x 1 Grêmio
Botafogo 1 x 0 Figueirense
Fluminense 0 x 0 Atlético Mineiro
São Paulo 4 x 1 Flamengo
Sport 0 x 0 Atlético Goianiense
Bahia 0 x 0 Corinthians
Santos 2 x 1 Ponte Preta
Cruzeiro 2 x 1 Palmeiras
Portuguesa 2 x 1 Náutico


ARTILHARIA
8 Gols
Alecsandro (Vasco)
7 Gols
Roger (Ponte Preta)
Luís Fabiano (São Paulo)
6 Gols
Fred (Fluminense)
Wellington Paulista (Cruzeiro)


Fluminense 0 x 0 Atlético Mineiro – Engenhão, Rio de Janeiro (RJ)

Fluzão mostra maior poder de fogo que Atlético Mineiro mas esbarra no goleiro Victor e em equívoco do bandeirinha.

Depois de sentir o gosto azedo da derrota pela primeira vez no torneio, na última rodada, diante do Grêmio, o Fluminense foi encarar o líder organizado pelo Abel Braga no 4-3-3- com: Diego Cavalieri; Wallace, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Deco, Digão e Jean; Wellington Nem, Fred e Thiago Neves. Com o incrível retrospecto de sete vitórias seguidas, o embalado Atlético Mineiro foi a campo esquematizado pelo Cuca no 4-4-1-1 com: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Junior Cesar; Danilinho, Leandro Donizete, Pierre e Bernard; Ronaldinho; Jô. 

Pelo quilate dos nomes em campo, a falta de criatividade apresentada por Flu e Atlético no 1º tempo chegou a ser surpreendente. Nos flancos, os alvinegros tinham Danilinho e Bernard e, os tricolores, Wellington Nem. Pela meiúca era Ronaldinho de um lado e a dupla Deco e Thiago Neves de outro. Muita gente boa, inegável, mas tramas ofensivas refinadas foram pouquíssimas. Antes do intervalo, o Tricolor criou duas boas oportunidades, ambas com participação decisiva do Fred, o melhor jogador em campo, enquanto o “Galo” levou mais perigo com a pelota parada. Contudo, os goleirões Diego Cavalieri e Victor estavam atentos o suficiente para impedir que as poucas bolas que foram na direção de seus arcos levantassem o véu da noiva.

A volta do intervalo trouxe uma única diferença: os times trocaram de lado. Fora isso o confronto continuou sem dono. Aos 12, uma finalização do Fred defendida pelo Victor foi logo respondida pelo Atlético com um contra-ataque bem organizado por Ronaldinho, Danilinho e Marcos Rocha. Estes lances e o crescimento de Welington Nem poderiam ter aumentado a temperatura do duelo, mas a disposição continuou a levar a melhor sobre a inspiração. Que o diga o zagueiro Gum, um verdadeiro leão em campo. Nos últimos 15 minutos, muito pelas saídas de Bernard e Danilinho, que deram lugar a Escudero e Guilherme, o “Galo” perdeu consistência defensiva, viu Fred quase marcar de cabeça, arriscou um bom chute longo com Ronaldinho e, aos 42 minutos, escapou da derrota quando o bandeirinha pisou na bola e anulou um gol legal do incansável Fred.

Mesmo com as péssimas atuações de Deco e Thiago Neves – impossível saber quem foi o mais apagado – o Flu esteve mais perto da vitória do que o Atlético, que, no fim das contas, saiu do Engenhão sem um pingo de tristeza pelo placar mudo. 


CURTINHAS PELO BRASILEIRÃO!

- Nos últimos seis Brasileiros, com exceção de 2009, quando o Flamengo teve a segunda melhor defesa do campeonato, todos os que tiveram a retaguarda menos vazada foram Campeões, o que mostra a importância de um sólido sistema defensivo. O Vasco estar sem levar gols há cinco jogos e na 2ª colocação da tabela não são coincidências.

- Ser botafoguense é sinônimo de ser supersticioso. Sendo assim, a vitória sobre o Figueirense, a primeira com Seedorf em campo, representa mais do que simples três pontos. Uma terceira derrota seguida do holandês faria pipocar gatos pretos e espelhos quebrados na cabeça dos torcedores alvinegros.

- Em alguns casos a troca de treinador surte efeito imediato e o time liga o motor com a chegada de um novo comandante. Definitivamente isto não ocorre no Flamengo.

- Após 13 rodadas, um terço do campeonato, o Palmeiras conquistou apenas duas vitórias. Não é digno de quem acabou de levantar a Copa do Brasil.

OLIMPÍADAS 2012 - FASE DE GRUPOS - BIELORRÚSSIA X BRASIL










Bielorrúsia 1 x 3 Brasil – Old Trafford, Manchester (Inglaterra)

Brasil vence Bielorrússia em mais um jogo duro nas Olimpíadas e garante a classificação para a fase mata-mata.

Poucos minutos após o apito inicial já era possível perceber que o ponto-chave da estratégia bielorrussa seria a formação de uma muralha vermelha na entrada de sua área, com uma linha de cinco defensores e mais três volantes. Quando o catarinense naturalizado Renan, Bicampeão e Biartilheiro do “Bielorrussão” nas últimas duas temporadas, pelo Bate Borisov, abriu o placar ainda no início da 1ª etapa, o Brasil percebeu que não teria um jogo tranquilo pela frente.

O gol de empate em bela cabeçada do Pato após jogada de Neymar, aos 14 minutos do 1º tempo, foi essencial para a Seleção não entrar em desespero e pensar mais suas ações ofensivas. Até o último girar do relógio, com exceção de alguns lances isolados que surgiam dos pés do Renan, o Brasil foi só ataque. Marcelo, Oscar e Neymar comandaram um tsunami de tramas ofensivas, umas sem qualidades, como os cruzamentos rifados para a área rival, e outras bem costuradas. Estas últimas, as de maior refino, presentes em sua totalidade após o intervalo.

Oscar arriscou arremates de fora da área, Neymar arrancou para cima dos adversários e dribles apareceram com mais frequência, o que assustou os bielorrussos a ponto de eles começarem a cometer mais faltas próximas à área. Em uma delas, aos 20, Neymar foi magistral e virou o escore. Mesmo com a alternância do vencedor parcial, o duelo não mudou de panorama e o Brasil teve o mérito de continuar plantado no campo de ataque, postura que seria premiada já nos acréscimos. Neymar – acreditem! – colocou a bola entre as pernas do seu marcador com a cuca e, de calcanhar, encontrou Oscar livre, leve e solto, para selar o triunfo.

Em torneios de tiro curto, como são as Olimpíadas, uma classificação antecipada é de grande importância. Na última rodada, diante da Nova Zelândia, a equipe poderá ganhar mais entrosamento e corpo tático sem a necessidade de maiores desgastes físico e psicológico.

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História do Futebol Olímpico
Nenhum jogador balançou mais as redes em uma edição de Olimpíadas do que o húngaro Ferenc Bene, autor de 12 gols nos Jogos de 1964. Dentre os brasileiros, os craques Romário e Bebeto, de imensurável importância na conquista brasileira do Tetra Mundial, já terminaram um torneio olímpico no topo da tabela de artilheiros. Romário foi o goleador em 1988 com oito tentos, enquanto Bebeto, em 1996, ao lado do argentino Crespo, com seis.