quinta-feira, 19 de junho de 2014

COPA DO MUNDO 2014 - FASE DE GRUPOS


Os amantes do futebol estão em êxtase. Como não bastasse a alegria proporcionada por uma Copa do Mundo com média de quase três gols por partida e repleta de jogos que enchem de tensão até os que não torcem por nenhuma das seleções envolvidas, muitos craques jogam aqui, em gramados tupiniquins, a fina flor de seu futebol. O alemão Müller detonou Portugal, o italiano Pirlo deu um concerto em Manaus e o francês Benzema acabou com Honduras. E se o holandês Robben parece um passo à frente quando o assunto em questão é o craque do Mundial, dois jogadores que entraram em campo nesta quinta-feira já estão fungando o cangote do carequinha holandês: James Rodríguez e Luís Suárez.

Basta observar um punhado de minutos do belo futebol do colombiano James Rodríguez para saber que ele só pode ter o número dez às costas. Para a alegria dos saudosistas, é um clássico camisa dez. Arma seu time de trás com lançamentos valiosos, arma seu time na frente com passes açucarados, arma seu time ao acionar os pontas (principalmente o fogoso Cuadrado) e arma seu time em contra-ataques com uma velocidade de ação tão rápida quanto a de raciocínio. Para completar, ainda aparece na grande área com finalizações letais, como fez ao abrir o triunfo diante de Costa do Marfim que classificou Los Cafeteros.

Enquanto Rodríguez é um clássico camisa dez, o uruguaio Luís Suárez não é o que se pode chamar de clássico camisa nove. Não é alto, não joga fixo entre os zagueiros e não exige bolas aéreas forçadas. E daí? Nenhuma destas ausências o impede de ser bárbaro. Talvez estas ausências o fazem bárbaro. É bárbaro na sua inquietude, na sua movimentação, ao não crer em bolas perdidas, no seu posicionamento, no seu instinto, no seu arremate certeiro e no seu exalar de emoção após decidir com dois gols a “Batalha de Itaquera” contra a Inglaterra. O Uruguai parecia morto após a derrota na estreia. “A Costa é tão Rica que já comprou a passagem de volta dos uruguaios”, brincavam alguns. Suárez não havia jogado... a Celeste vive.

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HISTÓRIA DA COPA DO MUNDO

A Suíça é a Seleção que possui o recorde de mais partidas consecutivas em Mundiais sofrendo ao menos um gol e o recorde de mais minutos consecutivos sem sofrer gols. Entre as edições de 1934 e 1994 da Copa do Mundo, a Suíça sofreu ao menos um golzinho em 22 partidas seguidas. Porém, se contarmos o próprio Mundial de 1994, o de 2002 e o de 2006, a Suíça passou um total de 559 minutos consecutivos sem buscar a redonda no fundo das redes.

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