segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

PREMIER LEAGUE 2011/2012 - 22ª RODADA





RESULTADOS
Norwich 0 - 0 Chelsea
Everton 1 - 1 Blackburn
Fulham 5 - 2 Newcastle
Queens Park Rangers 3 - 1 Wigan
Stoke City 1 - 2 West Bromwich
Sunderland 2 - 0 Swansea City
Wolverhampton 2 - 3 Aston Villa
Bolton 3 - 1 Liverpool
Manchester City 3 - 2 Tottenham
Arsenal 1 - 2 Manchester United

ARTILHARIA
19 Gols –
Robin van Persie (Arsenal)
15 Gols – Demba Ba (Newcastle)
14 Gols – Kun Agüero (Manchester City)
13 Gols – Wayne Rooney (Manchester United)

GIRO PELA “TERRA DA RAINHA”

- Se quiserem beliscar uma vaga na próxima Champions League, o que se torna cada vez mais um sonho do que uma realidade, Liverpool e Newcastle, respectivamente 5º e 6º colocados, necessitam de muito mais solidez em suas campanhas. Para espelhar este argumento, o Newcastle fez feio e tomou uma chinelada do Fulham por 5 x 2, enquanto o Liverpool levou 3 x 1 do Bolton, 17º na tábua de classificação. Assim, nem os “Magpies” nem os “Reds” conseguem aproveitar tropeços como o do Chelsea, que apenas empatou sem gols com o Norwich.

- Quem decidiu trocar a TV de canal no intervalo de Manchester City e Tottenham, devido à falta de ímpeto e ao excesso de estudo de ambos na 1ª etapa, perdeu um dos melhores jogos da temporada. Comandado pelo cada dia melhor e mais decisivo David Silva, o City não só abriria o placar aos 10 minutos, em belo gol do Nasri, mas o ampliaria aos 13, com o zagueiro Lescott. A desvantagem de dois gols no placar tinha tudo para tirar os “Spurs” do jogo, mas falhas do zagueiro Savic e do goleiro Hart resultaram em tentos de Defoe, aos 15, e Bale, este, quatro minutos depois, em lindo arremate de fora da área. E isto não foi tudo, pois os acréscimos fariam os corações ainda mais. O relógio marcava 46 minutos quando o impossível Bale arrancou pela esquerda e cruzou a pelota rasteira para Defoe, que chegou alguns milésimos e milímetros atrasado e não conseguiu sacudir o filó. Para os que adoram o ditado que diz que “quem não faz, leva”, aos 49, Balotelli converteria com enorme categoria a cobrança de pênalti sofrida por ele mesmo. Mais incrível do que este triunfo por 3 x 2 dos “Citizens” só a marca alcançada de 11 vitórias em 11 jogos como mandante.

- Logo depois deste jogão citado linhas acima, Arsenal e Manchester United entraram em campo para outro show de bola. Jogo equilibrado, duro, disputado e, como gostam de dizer os treinadores atuais, decidido no detalhe. No finalzinho da 1ª etapa, o United tirou o zero do placar quando Valencia completou, de cabeça, um perfeito cruzamento do infinito Ryan Giggs. Mais agitado do que o 1º tempo, o 2º começou com o artilheiro van Persie desperdiçando claríssima oportunidade de balançar a rede, cara a cara com o goleiro Lindegaard. Porém, aos 25 minutos, após linda jogada do garoto Chamberlain, o holandês não voltaria a falhar. E foi neste exato momento, após o empate dos “Gunners”, que ocorreu um fato inexplicável. Sem nenhum motivo aparente, Arsène Wenger sacou de campo o Chamberlain, disparado o melhor jogador de sua equipe, para a entrada do Arshavin. Torcedores e – acreditem! – jogadores não entenderam a troca e criticaram o treinador. O castigo viria a cavalo. Murcho e sem poder ofensivo, o Arsenal parou em campo e viu os “Red Devils” chegarem á vitória em belíssima jogada da dupla Valencia/Park finalizada pelo atacante Welbeck. E assim, o United continua na cola do grande rival, City, na luta pelo caneco.

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